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A terapia aquática é benéfica tanto no tratamento de lesões ortopédicas quanto no de lesões por dano da medula espinhal desde que bem indicada. São indicações para a terapia aquática exceto:
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2531216
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Marque V na alternativa Verdadeira ou F na alternativa Falsa:
Os estados que compõem a Região Sudeste do Brasil são: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
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Uma atividade cotidiana é o levantamento de uma carga do chão para outra superfície utilizando geralmente, a flexão anterior do tronco para executá-la. Essa prática não traz benefícios para a coluna lombar, pois aumenta a carga de cisalhamento anterior sobre a coluna lombar e aumenta a sobrecarga nas articulações facetárias. É incorreto afirmar:
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Embora o Brasil esteja colocado entre os países mais populosos do mundo, quando se relaciona sua população total com a área do País obtém-se um número relativamente baixo. A essa relação damos o nome de:
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Antes de embarcar, Almyr Klink fez longos preparativos.
Qual das frases abaixo comprova a afirmação acima?
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem.
A palavra destacada no período acima “debatendo-me” é equivalente a:
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A Esclerose Múltipla é uma doença neurológica comum em adultos jovens. Ocorre a desmielinização no SNC, primariamente na substância branca. Dentre os sintomas estão: fraqueza motora, parestesia, marcha instável, visão dupla, etc. Marque a correta:
I) Os exercícios de fortalecimento visam o fortalecimento compensatório dos grupos não afetados, fortalecendo agonistas para vencer os antagonistas espásticos.
II) O uso de órteseses pode ser necessário quando o fortalecimento compensatório se mostra limitado para ganho de mobilidade.
III) Não se recomenda o uso do TENS, por se uma estimulação nervosa transcutânea.
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2529726
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Assinale o nome do Estado Brasileiro no qual está localizada “A Chapada Diamantina” - região de serra e de rara beleza:
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Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Assinale a alternativa CORRETA.
Para realizar seu sonho, Amyr Klink:
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Neonatos prematuros podem apresentar hiperextensão do pescoço, devido a hipotonia postural, ou posicionamento sustentado reforçando essa extensão para que possa receber o suporte ventilatório e de infusão.
São intervenções importantes para reduzir esse perfil postural de risco:
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