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Previsão orçamentária inicial .........................R$ 6.500,00 Alteração da previsão orçamentária ..................R$ 500,00 Arrecadação da Receita................................R$ 8.200,00 Dotação orçamentária inicial..........................R$ 6.500,00 Dotação orçamentária adicional........................R$ 500,00 Crédito disponível.............................................R$ 200,00 Crédito empenhado a liquidar ........................R$ 1.100,00 Crédito empenhado em liquidação ....................R$ 500,00 Crédito empenhado liquidado a pagar.................R$ 100,00 Crédito empenhado pago................................R$ 5.100,00 |
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Utopias e distopias
Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome a várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por Sir Thomas Morus em 1516. Dizem que Morus teve uma certa inspiração nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus, o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania e as leis seriam tão simples, que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse, Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.
Platão imaginou uma República idílica em que os governantes seriam filósofos ou os filósofos, governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em Candide, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas Candide é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção Imagine, propôs sua Utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.
Quando surgiu e se popularizou o automóvel, anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto, os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se eles não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.
Fonte: texto adaptado – Luis Fernando Veríssimo – ZH, 23/dez/2013.
Observe as propostas de alteração de palavras do texto, assinalando M para as que mantêm o sentido e a correção e A para as que os alteram.
( ) Substituição de ‘onde’ por ‘aonde’.
( ) Alteração de ‘menos... do que’ por ‘tanto... como’.
( ) Substituição de ‘em que’ por ‘no qual’.
( ) Alteração de ‘enquanto’ por ‘porquanto’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Outras vidas, outros eus
Pense um instante. E se você não tivesse feito as opções que fez até hoje e, em consequência, vivido experiências diferentes? Ainda assim você seria como é, pensaria da mesma maneira, teria a mesma falta e nutriria o mesmo desejo que cultiva? Enfim: seria a mesma pessoa que neste instante está lendo este texto? Difícil dizer. Ainda assim, parece inevitável vez ou outra pensarmos o que teria sido de nós se tivéssemos aceito aquela proposta há alguns anos, dito “não” em vez de sim (ou vice-versa), marcado o “x” em outra coluna, escolhido outra ................., outras palavras, outros caminhos. Citando apropriadamente o escritor Redwald Hugh Trevor-Roper (1914-2003), em “History and imagination”, o psicanalista britânico Adam Phillips escreve: “A história não é meramente o que aconteceu; é o que aconteceu no contexto daquilo que poderia ter acontecido”. Em seu livro mais recente, “O que você é e o que você quer ser”, o autor trata dessas “possíveis outras vidas” que nos acompanham, às vezes mais de perto, às vezes menos, evocando os riscos que não corremos e as oportunidades que não nos foram oferecidas (ou que simplesmente evitamos).
Para o ensaísta, ex-diretor do serviço de psicoterapia do Hospital Charing Cross, em Londres, a vida mental “revela vidas que não estamos vivendo, que deixamos passar em branco, que poderíamos ter, mas que, por alguma razão, não temos”. E, a partir disso, fato é que sempre fantasiamos vivências, coisas e pessoas ausentes em nossas vidas – ainda que nem sempre saibamos exatamente quais sejam elas e muito de nossas ................. contornadas pela imaginação confiram coloridos diversos da realidade ___ situações. A todo o momento, o cinema e a literatura falam desse imaginário que ronda o ser humano. A ausência daquilo que precisamos (ou pensamos que precisamos) nos angustia.
Não raro, nos consultórios de psicólogos e psicanalistas, aparece a inquietude em forma de queixas de tristeza e irritação. Cabe ao par analítico desvendar pistas para compreender o que sustenta os sintomas e, assim, estabelecer conexões que façam surgir sentidos. Em seu livro, o autor fala do limite que se impõe nessa luta diária travada – com o outro e com o mundo – na tentativa de fazer com que desejos sobrevivam. Nessa faina constante, muitos se apegam ao “mito do potencial”, capaz de transformar a existência de uma pessoa num perpétuo “vir a ser” que não desabrocha e reproduz a sensação de incompletude. Não parece difícil identificar na maioria dos círculos sociais pessoas que aparentemente sabem ter (e talvez tenham) condições de realizar algo, mas se perdem em labirintos de promissoras promessas. Na prática, mantém a ilusão de que é possível resguardar-se de ................. impostas pela realidade nem sempre confortável, mas com papel tão fundamental no processo de amadurecimento psíquico.
Para tecer essas reflexões e falar da lacuna inexorável existente entre aquilo que queremos e o que de fato podemos ter, Adam Phillips recorre ___ ideias de princípio do prazer e princípio da realidade, apresentadas por Freud em 1911, no artigo “Formulações sobre os dois princípios de funcionamento mental”. “Esse suposto desajuste é a origem da nossa experiência de perda, bem como a origem da ação política engajada; como se acreditássemos na existência de um mundo em outro lugar, repleto daquilo que Freud chama de ‘satisfação completa’ e Camus chamaria de ‘um mundo mais justo’”.
Segundo o autor, qualquer ideal, qualquer mundo desejado, é uma forma de perguntar qual é o tipo de contexto em que estamos vivendo que faz o universo ideal uma solução. “Nossas utopias nos dizem mais sobre as vidas vividas e suas privações do que sobre nossas vidas sonhadas”, escreve. Afinal, são nossos desejos que estabelecem conexões entre o ser e o vir a ser. Para que esse processo se dê de maneira saudável é fundamental lidar com as perspectivas de falhas. Para Freud, é somente ao passarmos por estados de privação que podemos “alucinar” o que queremos – nos permitimos imaginar a realização do desejo, dando início ___ trabalho que se insere justamente como pré-condição para a elaboração.
Mas antes de falar em satisfação, evocando personagens clássicos da tragédia, como Rei Lear, Otelo e Macbeth, heróis que fizeram “ideia errada” do que almejavam, Phillips faz um alerta: se faz necessário recuperar ___ capacidade de aceitar as falhas: “É preciso lutar contra as tentativas de roubo dos nossos desejos antes mesmo que nós os percebamos”. A boa notícia é que sim, a satisfação é possível. Provavelmente não completa, não incondicional, não definitiva – e certamente não da forma como (arrogantemente) decidimos um dia que seria. Mas é possível; frágil, no entanto passível de cuidadosa e constante reconstrução.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/outras_vidas_outros_eus.html.
Considerando a correta grafia das palavras, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 04, 13 e 21.
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| Matriz de Priorização – GUT | ||||
| Problemas | G | U | T |
Grau Crítico (G x U x T) |
| Atraso nas entregas aos clientes | 5 | 4 | 3 | 12 |
| Valores elevados em despesas de manutenção | 2 | 2 | 1 | 5 |
| Altos índices de reclamações de clientes | 4 | 4 | 4 | 13 |
| Índice elevado de turn over de pessoal | 3 | 2 | 3 | 8 |
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| Custos Diretos | A ($) | B($) |
| Material Direto | 20 | 27,95 |
| Mão de Obra Direta | 10 | 5,00 |
| Atividade | $ |
| Inspecionar material | 60.000 |
| Armazenar material | 50.000 |
| Controlar estoques | 40.000 |
| Processar produtos | 150.000 |
| Controlar processos | 200.000 |
| Total | 500.000 |
| A | B | Totais | |
| Nº de lotes inspecionados e armazenados | 3 | 7 | 10 |
| Horas/máquina de processamento de produtos | 4.000 | 6.000 | 10.000 |
| Dedicação do tempo dos engenheiros | 25% | 75% | 100% |
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| Mão de obra direta | R$ 380.000,00 |
| Mão de obra indireta | R$ 250.000,00 |
| Matéria-Prima | R$ 500.000,00 |
| Materiais auxiliares de produção | R$ 190.000,00 |
| Depreciação | R$ 75.000,00 |
| Energia Elétrica | R$ 120.000,00 |
| Aluguel | R$ 205.000,00 |
| Manutenção | R$ 95.000,00 |
| Telefone | R$ 45.000,00 |
| Água | R$ 15.000,00 |
| Seguros | R$ 10.000,00 |
| Produto |
Quantidade (unidade) |
Tempos (hora) |
Peso (Kg) |
| A | 2.000 | 4,0 | 8,75 |
| B | 7.000 | 2,5 | 2,50 |
| S | 3.500 | 7,0 | 10,00 |
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| Elementos | R$ |
| Compra de Materiais Diretos | 100.000,00 |
| Aluguel de Máquinas Industriais | 80.000,00 |
| Mão de Obra Direta | 110.000,00 |
| Estoque Inicial de Produtos Acabados | 20.000,00 |
| Energia Elétrica da fábrica | 30.000,00 |
| Despesas Pós-Fabricação | 150.000,00 |
| Vendas Líquidas | 726.000,00 |
| Estoque final de materiais diretos | 15.000,00 |
| Estoque Inicial de Produtos em elaboração | 40.000,00 |
| Mão-de-obra Indireta | 35.000,00 |
| Depreciação de Máquinas Industriais | 55.000,00 |
| Estoque final de produtos acabados | 28.000,00 |
| Estoque inicial de materiais diretos | 23.000,00 |
| Constituição de provisão de férias e de 13º para MOD e MOI | 17.000,00 |
| Estoque final de produtos em elaboração | 62.000,00 |
| Demais custos indiretos de fabricação | 19.000,00 |
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- Aquisição de mercadorias por R$ 70.000,00, neste total incluído o valor de R$ 11.900,00, relativo ao ICMS recuperável.
- Venda das mercadorias por R$ 180.000,00, neste total incluído ICMS, no valor de R$ 30.600,00.
- Despesas com energia do período, no valor de R$ 650,00.
- PIS e COFINS incidentes sobre vendas, no valor de R$ 6.570,00.
- Despesa com aluguéis, no valor de R$ 10.000,00.
- Despesas com salários e FGTS, no valor de R$ 4.000,00.
- Despesa com INSS, no valor de R$ 800,00.
- O lucro foi destinado como segue:
40% para lucros para deliberação da assembleia.
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