Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

O artigo 37 da Constituição da República Federativa do Brasil determina que "A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princfpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte (...)". Sobre a Administração Pública Indireta podese afirmar, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qual remédio constitucional será concedido para fins de retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
"No período de 2000 a 2010, o Brasil apresentou diminuição da taxa de mortalidade de 4,24 óbitos por 100 mil mulheres para 3,72. Algumas das principais causas da mortalidade feminina são as doenças do aparelho circulatório, como o Acidente Vascular Cerebral AVC e o infarto, que apresentam 34,2% das mortes, ficando em primeiro lugar. Entretanto, a taxa de incidência deste tipo de doença diminuiu; o índice de doenças cerebrovasculares em mulheres caiu de 43,87 em 2000 para 34,99 em 2010. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto, também tiveram a taxa reduzida de 34,85 para 30,04 (...). De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a redução de 12% na taxa de mortalidade feminina 'mostra que o país tem qualificado assistência à mulher, mas também demonstra que temos de continuar priorizando as causas dos óbitos das mulheres, como o câncer de mama'." (Fonte: Portal ORM, 23.10.2012). Qual a região brasileira que apresentou a menor taxa da redução da mortalidade feminina no país com apenas 6,8% ante queda de 12% da média nacional?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Uma pessoa tomou emprestado em um Banco R$10.000,00 a juros compostos de 2% ao mês. Um mês depois, pagou R$4.800,00 e, no mês seguinte, liquidou a dívida. Qual o valor do último pagamento?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1331174 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

Assinale a alternativa em que deveria haver ou ocorreu a vírgula por zeugma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1331156 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Analise o organograma seguinte da Fundação SISTEMAS representado na Figura:
Enunciado 1331156-1
A Diretoria Administrativa/Financeira possui autoridade:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330780 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

Entre 100 vestibulandos que se destinam aos cursos de Medicina, Engenharia e Direito, constatou-se que:

- 30 se destinam ao curso de Medicina e destes 20 são Homens;

- O total de vestibulandos Homens é de 50 e destes 10 se destinam à Engenharia;

- 10 Mulheres se destinam aos cursos de Engenharia.

Escolhendo aleatoriamente uma vestibulanda, qual a probabilidade de que ela se destine ao curso de Direito?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330602 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Selecione a alternativa que liste dois aplicativos disponíveis no Gerenciador de Utilitários do Windows XP:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330285 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

A expressão "ser dono do próprio nariz" presente no excerto seguinte: "(...) não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz (...)", está substituída por similar na alternativa:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1329887 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

Em: "(...) e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir.", os vocábulos em antítese são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas