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Foram encontradas 50 questões.

Sobre a Resolução n.º 001/2011 da Câmara Municipal de Ananindeua, leia as afirmativas seguintes e marque a alternativa CORRETA:
I - A Resolução n.º 001/2011 da Câmara Municipal de Ananindeua altera os dispositivos da Resolução n.º 004/2000 que instituiu o novo Plano de Cargos e Salários da Câmara Municipal de Ananindeua.
II - Os cargos de provimento efetivo da Câmara Municipal de Ananindeua serão preenchidos por meio de concurso público, nos termos das Constituições Federal do Brasil e Estadual do Pará e da Lei Orgânica do Município de Ananindeua.
III - As despesas decorrentes da aplicação desta Resolução correrão à conta das dotações orçamentárias consignadas à Câmara Municipal de Ananindeua, observando-se o Orçamento Geral do Estado.
 

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1328932 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

Todas as justificativas para a colocação pronominal são corretas, EXCETO:

 

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Algumas pesquisas apontam que os gerentes gastam, em média, de 25% a 30% do seu tempo resolvendo conflitos nas organizações. Quando ocorre de maneira funcional, o Conflito:
I - favorece a mudança;
II - possibilita melhor a resolução dos problemas ou melhor tomada de decisão;
III - é um estímulo à criatividade;
IV - gera redução de produtividade;
V -estimula agressões psicológicas e/ou físicas.
Estâ(ão) CORRETO(S):
 

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"Comissão Europeia dá aval para Imposto sobre ________________________. A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) deu aval nesta terça-feira para a criação do imposto sobre ________________, que era pedida por dez países europeus como alternativa para aumentar a arrecadação em meio à crise econômica. O texto será enviado ao Conselho da UE, onde será estudado e deverá receber voto de maioria qualificada dos 27 membros. Depois, a proposta será discutida no Parlamento europeu que dará a aprovação final." (Fonte: Portal UOL, 23.10.2012). Sobre qual imposto refere-se a reportagem?
 

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A Constituição Federal trata sobre os símbolos trata sobre os símbolos da República Federativa do Brasil, a respeito do assunto, apenas NÃO se pode afirmar:

 

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1327515 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Em uma pesquisa feita entre 800 pessoas constatou-se que: 430 lêem o jornal A, 480 lêem o jornal B e 40 não lêem nenhum dos dois jornais A e B. Qual o número de pessoas que lêem os dois jornais?
 

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1327466 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

De: "Passava 'as compras' pela esteira (...)", só NÃO é correto afirmar o que consta na alternativa:

 

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1327192 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Analise o gráfico Figura seguinte que representa as médias dos candidatos que prestaram um concurso público.
Enunciado 1327192-1
Qual o número de candidatos?
 

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1326962 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

No excerto: "(...) ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.", há um vocábulo que conota valor negativo à ânsia do poder presente na alternativa:

 

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1326952 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Como prática para avaliar o desempenho de seus fornecedores, Ana Paula estabeleceu os seguintes indicadores:
I - Prazo de entrega: número de entregas fora do prazo/número de devoluções X100%;
II - Qualidade do material entregue: número de itens devolvidos/total de itens entregues X100%;
III - Relacionamento: número de fornecedores comprometidos com os valores organizacionais/número de fornecedores que entregam as mercadorias fora do prazo X100%.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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