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2257956 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere o período a seguir, retirado do texto: “Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder”.

Analise o que se afirma a respeito desse trecho:

I. O trecho possui uma oração subordinada adjetiva.

II. Há uma oração causal no período.

III. O período é composto por 5 orações.

Quais estão corretas?

 

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2257955 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o acordo ortográfico vigente, a palavra “autoavaliação” deve ser grafada sem hífen.

Assinale a alternativa na qual a palavra tenha sido INCORRETAMENTE grafada sem hífen.

 

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2257954 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Na linha, a expressão “Além de” é empregada com o objetivo de adicionar ideias ao que foi exposto no parágrafo anterior.

( ) Na linha, o pronome demonstrativo “isso” antecipa uma ideia a ser expressa na linha seguinte.

( ) Na linha, a palavra “o” é pronome demonstrativo e poderia ser substituída por “aquilo” sem prejuízo da correção do período.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2257953 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “divergências” sob pena de alteração do sentido original do texto.

 

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2257952 Ano: 2021
Disciplina: Português
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.

 

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2257951 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.(I)

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.(II)

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.(III)

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a construção da argumentação no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto emprega, no parágrafo, a estratégia da enumeração, apresentando dados de pesquisa para ilustrar a percepção de líderes e gestores.

II. No parágrafo, o texto traz a opinião de um especialista no assunto a fim de contradizer o argumento central do texto.

III. No parágrafo, a autora do texto traz uma experiência pessoal sua para ilustrar a situação apresentada.

Quais estão corretas?

 

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2257950 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Os lideres autoritários sabem se reconhecer como tal.

II. Sugere-se que os gestores sempre revisem a forma como sua mensagem é percebida.

III. A prática do feedback é vista como uma ferramenta para conferir justiça ao processo de avaliação do desempenho do funcionário.

Quais estão corretas?

 

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Segundo Dias (2012), em relação aos conceitos da Administração de Materiais, estabelecer sequencialmente as tarefas/trabalhos a serem executados, de acordo com datas estipuladas para cada tarefa/trabalho desta sequência, denomina-se:

 

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2257948 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Segundo Medeiros e Hernandes (2010), os principais métodos de arquivamento são:

I. Alfabético.

II. Numérico.

III. Original.

Quais estão corretas?

 

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2257947 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Segundo as disposições da Lei nº 8.666/1993, pela inexecução total ou parcial do contrato, garantida a prévia defesa, a Administração poderá aplicar ao contratado as seguintes sanções:

I. Suspensão temporária do Alvará de Funcionamento do contratado.

II. Multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato.

III. Suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a dois anos.

Quais estão corretas?

 

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