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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere o período a seguir, retirado do texto: “Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder”.
Analise o que se afirma a respeito desse trecho:
I. O trecho possui uma oração subordinada adjetiva.
II. Há uma oração causal no período.
III. O período é composto por 5 orações.
Quais estão corretas?
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o acordo ortográfico vigente, a palavra “autoavaliação” deve ser grafada sem hífen.
Assinale a alternativa na qual a palavra tenha sido INCORRETAMENTE grafada sem hífen.
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na linha, a expressão “Além de” é empregada com o objetivo de adicionar ideias ao que foi exposto no parágrafo anterior.
( ) Na linha, o pronome demonstrativo “isso” antecipa uma ideia a ser expressa na linha seguinte.
( ) Na linha, a palavra “o” é pronome demonstrativo e poderia ser substituída por “aquilo” sem prejuízo da correção do período.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “divergências” sob pena de alteração do sentido original do texto.
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.
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Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.(I)
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.(II)
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.(III)
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a construção da argumentação no texto, analise as assertivas a seguir:
I. O texto emprega, no parágrafo, a estratégia da enumeração, apresentando dados de pesquisa para ilustrar a percepção de líderes e gestores.
II. No parágrafo, o texto traz a opinião de um especialista no assunto a fim de contradizer o argumento central do texto.
III. No parágrafo, a autora do texto traz uma experiência pessoal sua para ilustrar a situação apresentada.
Quais estão corretas?
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores
Por Juliana Américo
Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.
Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.
“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.
Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.
Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.
Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.
Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.
Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.
Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.
Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.
Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Os lideres autoritários sabem se reconhecer como tal.
II. Sugere-se que os gestores sempre revisem a forma como sua mensagem é percebida.
III. A prática do feedback é vista como uma ferramenta para conferir justiça ao processo de avaliação do desempenho do funcionário.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Segundo Dias (2012), em relação aos conceitos da Administração de Materiais, estabelecer sequencialmente as tarefas/trabalhos a serem executados, de acordo com datas estipuladas para cada tarefa/trabalho desta sequência, denomina-se:
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- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Segundo Medeiros e Hernandes (2010), os principais métodos de arquivamento são:
I. Alfabético.
II. Numérico.
III. Original.
Quais estão corretas?
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Segundo as disposições da Lei nº 8.666/1993, pela inexecução total ou parcial do contrato, garantida a prévia defesa, a Administração poderá aplicar ao contratado as seguintes sanções:
I. Suspensão temporária do Alvará de Funcionamento do contratado.
II. Multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato.
III. Suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a dois anos.
Quais estão corretas?
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