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2257906 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ –

texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que indica a correta reescrita da oração a seguir: “Por ter empreendido”.

 

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2257905 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios(a) e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções:(b) prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho,(c) assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda(c) e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego(d) é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Assinale a alternativa que apresenta uma oração que NÃO poderia ser transposta para a voz passiva.

 

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2257904 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “incompatível”:

I. “Conflitante” é um sinônimo possível para a palavra em destaque.

II. A palavra “antagônico” é seu antônimo.

III. Trata-se de um adjetivo uniforme.

Quais estão corretas?

 

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2257903 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Na linha, em “Perguntava-me”, há a ocorrência de ênclise.

Assinale a alternativa na qual a colocação pronominal esteja INCORRETA.

 

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2257902 Ano: 2021
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Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.

 

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2257901 Ano: 2021
Disciplina: Português
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Orgão: Câm. Bagé-RS

Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O autor do texto teve uma experiência como empreendedor, o que o levou a seguir nessa linha, encontrando em sua primeira experiência o caminho para a satisfação pessoal.

II. Antes de encontrar sua vocação profissional, o autor percorreu diversas áreas.

III. Segundo o autor, seus fracassos foram o que o levaram a encontrar uma vida profissional produtiva.

Quais estão corretas?

 

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2257900 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.

Por Leandro Herrera

Por muito tempo, achei que minha história era cheia de desvios e que a maioria das pessoas bem-sucedidas tinham trajetórias mais consistentes. Descobri recentemente que estava errado.

Hoje, eu sei que o caminho para ser feliz no trabalho é irregular, mesmo que a maioria das pessoas tente planejar a carreira olhando muitos anos à frente. Minha história pode ajudar a diminuir sua ansiedade e, quem sabe, aumentar sua satisfação ao ver seus planos irem por água abaixo.

Não foi fácil para mim encontrar uma vocação. Na adolescência, envolvi-me com a música e sonhei por algum tempo em ser compositor, cantor, artista. Na mesma fase, antes de saber qualquer coisa sobre o mundo dos negócios, eu dava aulas de inglês para executivos.

Quando chegou a hora de ir para a faculdade, optei por diversificar minhas opções: prestei jornalismo, administração, cinema, história, artes multimídias e relações internacionais.

Claramente, eu não tinha um plano para o meu futuro. Passei no curso de História, cursei por 6 meses e abandonei. Fui estudar Relações Internacionais com a intenção de me tornar diplomata.

Perguntava-me constantemente: será que um dia serei feliz no trabalho? Será que é assim que as pessoas lidam com o trabalho ao longo da vida? Aquilo, para mim, não era jeito de viver e pensei que talvez a solução fosse criar meu próprio trabalho, assim poderia definir as regras do jogo. Pedi demissão para começar uma empresa.

Por ter empreendido, aprendi alguma coisa sobre comunicação e marketing, o que foi necessário para ser contratado pela Endeavor, uma das principais organizações de apoio a empreendedores no mundo. Era o trabalho ideal: poderia aprender mais sobre empreendedorismo para abrir uma empresa no futuro e, ao mesmo tempo, liderar um projeto de estratégia digital, com foco em conteúdo e educação para empreendedores. Comecei ganhando um salário parecido com o do meu primeiro estágio, mas estava determinado a não desperdiçar aquela oportunidade.

Ali eu fui feliz e me encontrei, finalmente. Nos 4 anos seguintes, criei dezenas de projetos, fui reconhecido profissionalmente, vi meu salário aumentar, conheci pessoas que me influenciam até hoje e tive meus primeiros desafios de liderança de times. Ali também conheci a mulher que se tornaria minha companheira para a vida. Mas, em algum momento, também me cansei. Para onde continuaria minha carreira, que já era totalmente irregular?

Voltei à estaca zero. Comecei a fazer trabalhos como freelancer, meio errático, até receber uma proposta de uma agência de publicidade. Aquele era um mundo que queria conhecer, então me joguei. Poucos meses depois, percebi que eu era absolutamente incompatível com aquele ambiente e pedi demissão. Comecei a dar aulas em algumas universidades para complementar a renda e também para aprender mais sobre a área de educação.

Surgiu a oportunidade de trabalhar em uma startup de tecnologia para educação básica e mais uma vez eu disse sim. Foi uma experiência incrível. Ainda assim, 2 anos depois, eu pedi demissão para abrir mais uma empresa, a Tera.

E lá se vão mais 4 anos empreendendo um novo modelo de escola para o futuro do trabalho. Sou extremamente realizado, embora liderar uma empresa (hoje com 40 pessoas e milhares de estudantes) seja um desafio gigantesco. Levei 15 anos para chegar até aqui, comecei e desisti de um monte de projetos, e no final o sentimento que eu carrego é que mesmo o que deu errado foi certo, se não fosse essa exata combinação de experiências não teria chegado até aqui. Minha história não é de sucesso, mas de uma coleção de tentativas, descobertas e fracassos que me levaram a encontrar um caminho para ser feliz com minha vida produtiva.

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Assinale a alternativa que NÃO indica uma ocupação exercida pelo autor do texto:

 

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2257981 Ano: 2021
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Analise o texto abaixo, extraído e adaptado da Resolução nº 002/2004 da Câmara Municipal de Bagé, que instituiu o Regimento Interno da referida Câmara:

“Art. 25º. As Comissões Permanentes serão constituídas de 05 (cinco) Vereadores, cada uma, respeitada, tanto quanto possível, a proporcionalidade dos partidos com assento na Casa.

§ 1º As Comissões Permanentes são:

I. Constituição e Justiça e Redação Final.

II. Orçamento, Finanças e Contas.

III. Educação, Cultura e Direitos Humanos.

IV. Saúde, Meio Ambiente e Assistência Social.

(...)

§ 2º Os integrantes das Comissões Permanentes serão indicados na mesma sessão em que ocorrer a eleição da Mesa Diretora.”

Com base no Manual de Redação da Presidência da República (2018), em relação à digitação qualitativa do trecho do Regimento Interno da Câmara Municipal de Bagé acima transcrito, analise as seguintes assertivas:

I. Na numeração do artigo, foi adotada a numeração ordinal corretamente (Art. 25º).

II. Na grafia dos parágrafos, foi empregado o símbolo gráfico correto (§), seguido da numeração ordinal para o 1º e 2º parágrafos.

III. Na numeração dos incisos, foram empregados corretamente os algarismos romanos escritos em letras maiúsculas seguidos de travessão ou meia-risca.

Quais estão corretas?

Questão Anulada

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2257970 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Nas quadras de basquete, existe um círculo em seu centro, cuja área é de 50,24 m², sendo que a metade fica para cada lado da quadra, ou seja, cada time tem seu semicírculo.

O comprimento desse semicírculo, em metros, é de: (utilizar !$ \pi !$ = 3,14).

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
2257966 Ano: 2021
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Lei Municipal nº 4.460/2007, que dispõe sobre a concessão de Gratificação por regime especial de tempo integral, determina que o servidor público do Município de Bagé nomeado sob regime de cargo em comissão, quando convocado para prestar regime especial de tempo integral, perceberá gratificação cujo valor será equivalente a por cento do CC a que pertencer.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão Anulada

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