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2257967 Ano: 2021
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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A Lei nº 3.459/1998, que institui o fundo de pensão para os servidores públicos do Município de Bagé, esclarece que somente serão custeadas pelo mencionado Fundo as pensões correspondentes a servidores , bem como as aposentadorias na vigência da mencionada Lei.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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2257965 Ano: 2021
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Em relação ao Código de Postura do Município de Bagé, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O Código de Postura disciplina as relações entre o Poder Público Municipal e os Munícipes, e estabelece medidas de polícia administrativa.

( ) É previsto que cabe aos vereadores, com aprovação dos Munícipes, dar denominação às vias públicas e outros logradouros, e está será através de votação.

( ) É mencionado no referido código que das 22 horas às 6 horas da manhã do dia seguinte, quer em locais públicos, quer em particulares, não é permitida algazarra, todavia não se considera algazarra o ruído de festas familiares ou de bailes realizados por sociedades organizadas.

( ) O código apresenta diversas infrações e suas respectivas penas, dentre elas está a multa que, de acordo com lei, será imposta pelo Prefeito, Secretários e Diretores.

A ordem correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2257964 Ano: 2021
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Para os efeitos do Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Bagé, parecer é uma proposição com que se anuncia uma Comissão sobre a matéria submetida ao seu estudo, o qual deverá ser elaborado sempre com clareza, concisão e opinará por constitucionalidade, inconstitucionalidade, dentre outros, EXCETO:

 

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2257963 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Objetivando deixar claro para o servidor público do Município de Bagé a discriminação da composição da especificação da classe do servidor, o Plano de Carreira regimenta que se entende por especificação de classe a discriminação dos cargos classificados à base de deveres e responsabilidades, contendo o nome da classe, o nível, o padrão, o código, a síntese dos deveres, exemplos de atribuições de trabalho, os requisitos para provimento e a(o):

 

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2257962 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Os Vereadores do Município de Bagé, de acordo com a Lei Orgânica do Município, são invioláveis pelas suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato, na circunscrição do:

 

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2257961 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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A Lei Orgânica tem por objetivo macro tratar da competência do Município para com os munícipes, bem como zelo e manutenção dos interesses municipais perante os demais órgãos da Administração Pública Nacional. De acordo com a mencionada Lei, cabe ao Município de Bagé, como entidade autônoma e básica da Federação, garantir vida digna aos seus moradores, administrando com:

I. Transparência dos seus atos e ações.

II. Moralidade.

III. Participação popular nas decisões e descentralização administrativa.

Quais estão corretas?

 

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2257960 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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O rito para dar posse aos servidores públicos do Município de Bagé, de acordo com a Lei nº 2.294/1984, dispõe que a autoridade a quem couber dar posse ao servidor verificará previamente, sob pena de responsabilidade, se foram sutis as condições legais para o:

 

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2257959 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as corretas relações de concordância verbal e nominal no período a seguir, assinale alternativa que indica a palavra que NÃO deveria sofrer alterações caso o vocábulo “líderes” fosse substituído por sua forma singular, “líder”, na seguinte frase retirada do texto: “Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas”.

 

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2257958 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual haja o emprego de linguagem figurada na construção da frase.

 

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2257957 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração “que fazem isso bem”.

 

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