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A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença infecto-contagiosa causada pelo vírus HIV que leva à perda progressiva da imunidade, e caracteriza-se por um conjunto de sinais e sintomas advindos da queda da taxa dos linfócitos CD4, células muito importantes na defesa imunológica do organismo. Em relação a AIDS é correto afirmar:
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TEXTO
Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade. Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana. Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão. Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará. Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
No texto, a enumeração “Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento.”, apresenta verbos que designam ações de campos semânticos
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Uma questão fundamental nas organizações é o trabalho harmônico em equipe. Assinale a opção correta sobre atitudes que facilitam o trabalho em equipe:
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Dengue é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus que possui quatro sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). Sobre a dengue é correto afirmar:
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Maria Helena saiu de casa às 7h 45min, caminhando até o curso de informática que fica a 15 minutos de sua casa, e chegou na hora da aula cuja duração é de uma hora e meia. A que horas terminará a aula de informática?
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930990
Ano: 2012
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
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O almoxarifado é uma ação relacionada à guarda e movimentação de materiais diversos e seu uso correto auxilia no alcance da eficiência de operações e de resultados organizacionais. Sobre o almoxarifado, assinale a alternativa correta.
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico, costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa.
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual para superar as adversidades e vencer os obstáculos que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário. Finalmente, a terceira — e crucial —lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação.
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
Assim como ocorre em “(...) graças à qual (...)”, empregou-se corretamente o sinal indicativo de crase em:
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A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável. É correto afirmar sobre a licitação pública:
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico, costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa.
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual para superar as adversidades e vencer os obstáculos que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário. Finalmente, a terceira — e crucial — lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação.
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
A respeito da frase:
“Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.” é correto afirmar que:
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TEXTO
Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade(a). Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana(b). Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão(c). Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará(d). Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.(e)
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Pela consideração do contexto, interpretamos que o autor revela ironia no seguinte trecho
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