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Os articuladores primários das línguas de sinais são as mãos que se movimentam no espaço em frente ao corpo e articulam sinais em determinadas locações nesse espaço. Conforme Quadros (2004), sobre os movimentos das mãos na formação dos sinais, pode-se afirmar que:
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A respeito dos processos morfológicos, tanto na língua de sinais americana (LSA) assim como na Língua Brasileira de Sinais (Libras), existem três tipos de verbos: os verbos plenos, os verbos com concordância e os verbos espaciais. Dentre esses grupos, definem-se os “verbos espaciais” como uma categoria de:
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Na Língua de Sinais, o classificador é um recurso empregado através das configurações de mãos que podem ser afixados a um morfema lexical (sinal) para mencionara classe a que pertence o referente desse sinal, para descrevê-lo quanto à forma e tamanho, ou para descrever a maneira como esse referente se comporta na ação verbal. Dentre os tipos de classificadores, pode-se considerar que os “classificadores especificadores” têm como função:
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Na Língua Brasileira de Sinais, o léxico, que é o sinal, é formado por unidades mínimas icônicas. Estas unidades mínimas são:
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Sobre os aspectos morfológicos da língua de sinais, a respeito do processo de formação e composição linguística, é correto afirmar que:
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Na Libras, o conjunto de pronomes pessoais se distingue em três pessoas (primeira, segunda e terceira) e em três números (singular, dual e múltiplo/mais de dois). Na questão pronominal da língua de sinais, é correto afirmar que:
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Existia um consenso de que a Libras é o português feito com as mãos e os sinais suprem cada palavra falada, acompanhando sempre a mesma estrutura da fala em português. Porém, sabe-se que a Libras possui uma estrutura gramatical própria, muitas vezes diferente da Língua Portuguesa. Sobre os aspectos linguísticos da língua de sinais, pode-se considerar:
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No processo morfológico de composição e formação dos sinais na Libras, existe um fenômeno observado de palavras que são tomadas por meio de empréstimo linguístico através da soletração, e seguem mudanças formativas, tornando-se itens lexicais da própria LIBRAS. Um caso típico que pode ser apontado como exemplo é o sinal “nunca”. Esta palavra era soletrada através do alfabeto manual, mas evoluiu ao ponto de ser apenas um movimento de mão, conforme representação da figura abaixo:

Fonte da imagem: http:/Avww.librasgerais.com.br/materiaisinclusivos/ downloads/libras-contexto-estudantped.f
Denomina-se esse tipo de sinalização em Libras como sinal:
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Na Língua Brasileira de Sinais, existe um conjunto de signos que representam as letras do alfabeto, denominado como “Alfabeto Manual”. Este recurso é utilizado para soletração de nomes próprios ou termos que não apresentem um sinal correspondente na Libras, ou quando se desconhece um referido sinal. Ao soletrar as palavras através do alfabeto manual, dá-se o nome a esse recurso de:
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Os tradutores de Libras convertem, por exemplo, conteúdos de livros e documentos do português para a Língua Brasileira de Sinais. Já o intérprete está envolvido nas línguas sinalizadas ou faladas, ou seja, nas modalidades visual-espacial ou oral-auditiva. O ato de interpretar:
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