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Foram encontradas 40 questões.

2514599 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão
Após demissão, professora denuncia transfobia em colégio particular de SP
Julia Zanolli
Luiza Coppieters começou a dar aulas no colégio Anglo-Leonardo da Vinci, em São Paulo, quando ainda era Luiz, ou professor Luizão, como era conhecida pelos alunos.
Apesar do apoio de boa parte dos alunos, ela afirma ter sido vítima de diversas formas de discriminação depois de assumir publicamente sua transexualidade. Após ser demitida sem justa causa da instituição, Luiza decidiu entrar com uma ação no Ministério Público do Trabalho.
A ação será movida com apoio de várias entidades, dentre elas o Sindicado dos Advogados de São Paulo e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT).
No relato abaixo, a professora Luiza Coppieters fala sobre sua relação com o colégio e o processo de demissão.
"Venho registrar com profunda tristeza e indignação a discriminação ocorrida comigo, professora de Filosofia do Ensino Médio do Colégio Leonardo da Vinci, ao ser injustamente dispensada ao retornar de licença saúde, cuja patologia foi desencadeada por problemas no ambiente de trabalho.
Explico.
(...)
Trata-se de escola renomada, com várias unidades e que presta ensino de qualidade aos alunos.
No início do contrato de trabalho, sequer existia no âmbito da escola a disciplina de Filosofia, pois como o foco é voltado para o vestibular, centram o ensino na área de Exatas.
Aos poucos, com muita dedicação, fui conquistando meu espaço e a disciplina de Filosofia ganhou peso e destaque, a ponto de em 2014 contratarem um plantonista para auxiliar os alunos. Ou seja, a matéria pode ser aplicada com o mesmo rigor e alcançou o mesmo status de dificuldade que uma matéria de exatas – algo incomum em qualquer escola.
(...)
Sempre fui muito participativa e envolvida com as atividades da escola, desenvolvendo vários trabalhos, montando e coordenando grupos de debates, visando a formação humana e crítica dos alunos, de modo a propiciar e divulgar meu conhecimento, e, sobretudo, contribuir no desenvolvimento de cidadãos conscientes e participativo.
No final de 2012, comecei o tratamento com hormônios, pois cheguei ao limite da minha existência e do sofrimento, de modo que senti a necessidade de assumir minha identidade feminina.
Como tinha receio da reação da escola e da família, usava roupas para esconder o corpo em mudança pela hormonização, pois já sentia o fantasma da discriminação e preconceito.
Em 2013, minha aparência estava se transformando, as pessoas percebiam o emagrecimento e mudança no modo de vestir – recebendo sempre muitos elogios. Passei a usar camisas e não mais camisetas, além de uma camiseta modeladora de elástico, tentando esconder a transição do corpo.
O reconhecimento profissional sempre foi algo que me motivou. Em 2013 fui paraninfo da turma do 3º ano. Sempre participei das reuniões de planejamento, conselhos de classe, enfim trabalhava com prazer, até decidir por assumir minha condição de transexual/feminina.
Em 2014, comecei a contar para os colegas e professores mais próximos o momento de transformação que estava passando.
Em abril de 2014, a notícia de minha transformação chegou à direção da escola e soube, em junho de 2014, que os proprietários, por evidente preconceito, já pediram minha demissão.
(...)
A relação que era harmônica até o início da exposição da minha transição passou a ser difícil, pois existia pressão psicológica, ameaça velada de dispensa: eu deveria ser perfeita, não poderia errar, não podia discutir nada relativo a gênero ou sexualidade.
(...)
Os alunos - cerca de 400 do primeiro ao terceiro colegial - compreenderam perfeitamente a situação e se sensibilizaram, manifestando irrestrito apoio em redes sociais. Mas não foi suficiente para vencer o preconceito dos diretores da escola, o que aos poucos foi minando minha estrutura psíquica e emocional.
(...)
Em março de 2015 o site Catraca Livre fez uma reportagem em quadrinhos (“Minha professora é trans, e daí?”) com minha história e depoimentos de alunos, que compartilharam com total apoio e carinho a minha condição e ao meu valor como professora.
Entretanto nada venceu o preconceito da direção da escola, que havia reduzindo minha carga horária e salário, imaginando que eu não suportaria e pediria demissão. A redução de aulas e de salário ocorreu sem o meu consentimento e ao arrepio da lei. Houve uma conversa com o coordenador geral em que reforcei que não aceitava a redução salarial e ele, a contragosto pois ia contra o histórico da instituição, disse que não reduziria. No entanto, em março, quando entra em vigência o salário das aulas de2015, tive a surpresa da redução.
Em virtude da situação ocorrida passei a desenvolver quadros depressivos, inclusive com tentativa de suicídio diante do preconceito e discriminação ocorrida no ambiente de trabalho.
Devido ao quadro depressivo instalado (síndrome do pânico),precisei me afastar temporariamente do trabalho. Todavia, às vésperas do meu retorno às aulas, fui comunicada de que estava sendo dispensada sem justa causa e que deveria assinar o aviso prévio.
Aqui fica registrada a minha indignação contra o preconceito e discriminação de que fui vítima e solicito providências, pois entendo não ser correta a postura dos dirigentes da escola.Durante todo o período em que trabalhei, aproximadamente6 anos, fui profissional digna e responsável, independente de minha identidade de gênero.
Depois de assumir a condição de mulher transexual passei aser vítima de assédio moral, sendo clara a discriminação que desaguou na dispensa efetuada, na modalidade “sem justa causa”. Entretanto está clara a “causa’ da dispensa: ser transexual.
Prof. Luiza Coppieters".
(Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/apos-demissao-professora-denuncia-transfobia-em-colegio-particular-de-sp/ - Adaptado)
Na matéria acima, a professora é tratada pelos artigos femininos cabíveis, tendo em vista a sua identidade de gênero e pelo nome assumido após o processo de transição. Essa tratativa corresponde, de acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, ao uso
 

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É função do administrador de recursos materiais e patrimoniais:
 

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2514023 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Suponha que para saber o preço de dois produtos, A e B, sejam dadas as seguintes informações:
I.Na compra de 5 unidades do produto A e 4 unidades doproduto B, o valor total será de R$ 72,50.
II.Comprando 3 unidades do produto A e 2 unidades doproduto B, o valor total será de R$ 42,00.
Segundo as informações I e II, os preços dos produtos A e B serão, CORRETA e respectivamente:
 

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2513563 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Uma empresa estimou que são necessários 23 pedreiros para que uma obra seja finalizada em 2 meses. Porém, essa empresa pretende economizar, diminuindo o número de pedreiros contratados. Se o número de pedreiros for inversamente proporcional ao número de dias gastos na obra, e a empresa diminuir o número de pedreiros para 18, quantos dias serão necessários para finalizar a obra? (Considere que em um mês há 30 dias.)
 

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2513182 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Quantos números com 4 algarismos distintos podem ser formados usando-se os algarismos {1,3,4,5,7,9}?
 

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2512984 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Observe as orações a seguir e assinale a opção CORRETA:
I Comeram todo o lanche.
II Quem mandou você pegar?
III É triste ver isso.
IV Não votaram nela.
V Vive-se bem lá!
 

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2512750 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Veja a notícia:
“Cerquilho confirma 95 casos de dengue e prefeitura faz campanha - Tietê também combate o mosquito após confirmar 69 registros.” Publicado em 07/04/2015.
A Prefeitura de Cerquilho (SP) confirmou, nesta terça-feira (7), 95 casos de dengue em 2015 – uma média de um caso para cada 466 moradores da cidade com 44,3 mil habitantes. De todos os pacientes 71 contraíram a doença na cidade e 24 em outros municípios. A prefeitura diz que a situação está sob controle, mas já faz campanha em casas para o combate do mosquito transmissor da doença.
A coordenadora de Controle de Vetores, Silvana Moretti, ressalta que a contribuição dos moradores tem ajudado a desacelerar o crescimento no número de casos. “80% dos mosquitos transmissores da dengue estão dentro das residências. Eles se alimentam picando as pessoas e se reproduzem em locais com água. É muito importante a colaboração tanto no controle dos recipientes com água e em qualquer sinal da doença”, conta.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2015/04/cerquilho-confirma-95-casos-de-dengue-e-prefeitura-faz-campanha.html
Suponha que, para estimar uma área afetada por um foco de mosquito da dengue, especialistas tracem um raio de 5 metros a partir da localização do foco encontrado. Segundo essa estimativa, a área afetada por um foco do mosquito tem valor aproximado de: (Considere !$ \pi !$!$ 3 !$,!$ 1 !$!$ 4 !$ )
 

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2527553 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Coleta Seletiva
O que é coleta seletiva?
Coleta seletiva é a coleta diferenciada de resíduos que foram previamente separados segundo a sua constituição ou composição. Ou seja, resíduos com características similares são selecionados pelo gerador (que pode ser o cidadão, uma empresa ou outra instituição) e disponibilizados para a coleta separadamente.
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a implantação da coleta seletiva é obrigação dos municípios e metas referentes à coleta seletiva fazem parte do conteúdo mínimo que deve constar nos planos de gestão integrada de resíduos sólidos dos municípios.
Por que separar os resíduos sólidos urbanos?
Cada tipo de resíduo tem um processo próprio de reciclagem. Na medida em que vários tipos de resíduos sólidos são misturados, sua reciclagem se torna mais cara ou mesmo inviável, pela dificuldade de separá-los de acordo com sua constituição ou composição. O processo industrial de reciclagem de uma lata de alumínio, por exemplo, é diferente da reciclagem de uma caixa de papelão.
Por este motivo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que a coleta seletiva nos municípios brasileiros deve permitir, no mínimo, a segregação entre resíduos recicláveis secos e rejeitos. Os resíduos recicláveis secos são compostos, principalmente, por metais (como aço e alumínio), papel, papelão, tetrapak, diferentes tipos de plásticos e vidro. Já os rejeitos, que são os resíduos não recicláveis, são compostos principalmente por resíduos de banheiros (fraldas, absorventes, cotonetes...) e outros resíduos de limpeza.
Há, no entanto, uma outra parte importante dos resíduos que são os resíduos orgânicos, que consistem em restos de alimentos e resíduos de jardim (folhas secas, podas...). É importante que os resíduos orgânicos não sejam misturados com outros tipos de resíduos, para que não prejudiquem a reciclagem dos resíduos secos e para que os resíduos orgânicos possam ser reciclados e transformados em adubo de forma segura em processos simples como a compostagem. Por este motivo, alguns estabelecimentos e municípios tem adotado a separação dos resíduos em três frações: recicláveis secos, resíduos orgânicos e rejeitos.
Quando esta coleta mínima existe, os resíduos recicláveis secos coletados são geralmente transportados para centrais ou galpões de triagem de resíduos, onde os resíduos são separados de acordo com sua composição e posteriormente vendidos para a indústria de reciclagem. Os resíduos orgânicos são tratados para geração de adubo orgânico e os rejeitos são enviados para aterros sanitários.
Como funciona a coleta seletiva?
As formas mais comuns de coleta seletiva hoje existentes no Brasil são a coleta porta-a-porta e a coleta por Pontos de Entrega Voluntária (PEVs). A coleta porta-a-porta pode ser realizada tanto pelo prestador do serviço público de limpeza e manejo dos resíduos sólidos (público ou privado) quanto por associações ou cooperativas de catadores de materiais recicláveis. É o tipo de coleta em que um caminhão ou outro veículo passa em frente às residências e comércios recolhendo os resíduos que foram separados pela população.
Já os pontos de entrega voluntária consistem em locais situados estrategicamente próximos de um conjunto de residências ou instituições para entrega dos resíduos segregados e posterior coleta pelo poder público.
Qual a diferença entre Coleta Seletiva e Logística Reversa?
A logística reversa é a obrigação dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de determinados tipos de produtos (como pneus, pilhas e baterias, lâmpadas fluorescentes...) de estruturar sistemas que retornem estes produtos ao setor empresarial, para que sejam reinseridos no ciclo produtivo ou para outra destinação ambientalmente adequada.
Enquanto a coleta seletiva é uma obrigação dos titulares dos serviços de manejo de resíduos sólidos (poder público), a logística reversa é uma obrigação principalmente do setor empresarial pois, em geral, tratam-se de resíduos perigosos.
Em novembro de 2015, o Governo Federal assinou com representantes do setor empresarial e dos catadores de materiais recicláveis o acordo setorial para a logística reversa de embalagens em geral. Este é um acordo no qual osetor empresarial responsável pela produção, distribuição ecomercialização de embalagens de papel e papelão, plástico,alumínio, aço, vidro, ou ainda pela combinação destesmateriais assumiu o compromisso nacional de cumprir metasanuais progressivas de reciclagem destas embalagens.
Em sua fase inicial de implantação (24 meses) esse sistema priorizará o apoio a cooperativas de catadores de materiais recicláveis e a instalação de pontos de entrega voluntaria de embalagens em grandes lojas do comércio. O sistema também traz a possibilidade de integração com a coleta seletiva municipal, nesses casos devem ser feitos acordos específicos entre o setor empresarial e os serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos dentro da área de abrangência do acordo setorial e os operadores do sistema de logística reversa.
(Fonte: http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadores-de-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento)
Sobre resíduos produzidos em ambientes hospitalares, podemos concluir que:
Questão Anulada

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2529818 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP

A prefeitura pretende contratar uma empresa de engenharia para a implantação de um aterro sanitário na cidade com o custo estimado de R$ 640.000,00 (seiscentos e quarenta mil reais). Você é consultado pelo seu superior sobre a necessidade ou não de abrir um processo licitatório nesse caso específico. A resposta CORRETA, segundo a lei n°8.666, de 21 de junho de 1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, seria:

Questão Desatualizada

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2523742 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP

No que diz respeito à contribuição sindical no Brasil, é CORRETO afirmar que:

Questão Desatualizada

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