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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um documento adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948. Considere as alternativas a seguir e assinale a que NÃO apresenta um dos conteúdos desse documento.
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
(...)
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Texto adaptado. COLASSANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2002.)
Assinale a alternativa em que a palavra está acentuada seguindo a mesma regra de acentuação aplicada ao termo “sanduíche”.
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Da festa de casamento de Patrícia sobraram vários salgados que ela resolveu distribuir entre seus familiares. Sabendo que Patrícia deu 1/3 desses salgados para sua mãe, distribuiu o 1/4 restante para sua avó, e ainda sobraram 75 salgados. A quantidade total de salgados que sobraram na festa foi igual a:
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1311777
Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
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O que são cláusulas exorbitantes dos contratos administrativos?
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1308004
Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
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Sobre os Direitos e Garantias Fundamentais, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é INCORRETO afirmar que:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
(...)
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Texto adaptado. COLASSANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2002.)
No período “E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.”, são classificados como verbos os termos:
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1295828
Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Dois Vizinhos-PR
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Sobre a modalidade de licitação pregão, assinale a alternativa INCORRETA:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
(...)
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Texto adaptado. COLASSANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2002.)
No período: “Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.”, o emprego da vírgula está correto porque:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
(...)
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Texto adaptado. COLASSANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2002.)
Assinale a alternativa em que a crase está empregada de forma correta:
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“Historicamente, existem três grandes modelos de Administração Pública: a administração patrimonialista, a burocrática e a gerencial. A Administração Pública _______________ é focada nos princípios de formalização e profissionalismo, fazendo uso de hierarquias bem definidas ao invés de se voltar para a busca por eficiência ou a defesa de interesses pessoais.”
O termo que completa corretamente a lacuna acima é:
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