Foram encontradas 185 questões.
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
Analise as informações a seguir:
I. O protocolo utilizado para transferir arquivos de servidores para um computador pessoal é o HTTP.
II. Word Wide Web (WWW) é um Web Browser que serve para interagir com páginas da web.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as informações a seguir:
I. Browser, também chamado de navegador, é um hardware que permite a navegação pelas páginas da web.
II. No Google Chrome, a combinação das teclas de atalho “Ctrl+Shift+T” é usada para restaurar abas fechadas.
Marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
- Leis OrçamentáriasLOA: Lei Orçamentária AnualConceitos Básicos da LOA
- Orçamento PúblicoAspectos Gerais do Orçamento PúblicoConceito e Natureza Jurídica do Orçamento Público
Analise as informações a seguir:
I. O orçamento é um instrumento que expressa a alocação dos recursos públicos, sendo operacionalizado por meio de ações vinculadas aos programas, que constituem a integração do planejamento com o orçamento.
II. A Lei Orçamentária Anual obedece aos parâmetros definidos pela LDO e pelo PPA, e estima as despesas e fixa as receitas.
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Disciplina: Administração Geral
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
Analise as informações a seguir:
I. Segundo a análise SWOT, pontos fracos são fatores internos que, de alguma forma, deixam a empresa em vantagem em relação aos seus concorrentes.
II. A missão de uma organização é a razão de existir desta. É o motivo pelo qual ela foi criada.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna.”, considerando o contexto, o verbo destacado “corroboram” pertence à 1a conjugação, está empregado no tempo presente do indicativo e tem como sinônimo ‘roborar, ‘sancionar, ‘atestar’.
II. No trecho: “... o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.”, considerando o contexto, o verbo destacado “mitigar” pertence à 1a conjugação, está empregado na forma nominal infinitivo e tem como sinônimos ‘paliar’, ‘comedir’, ‘amainar’.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na expressão “Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade”, é correto afirmar que o termo destacado “Então” introduz a ideia de conclusão.
II. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado “quando” introduz a ideia de tempo.
III. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado “pois” introduz a ideia de explicação.
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “... para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de finalidade.
II. No trecho: “Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial...”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de tempo.
III. No trecho: “As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários”, há três orações, sendo a segunda subordinada à primeira; a terceira oração enseja, neste período composto, a ideia de condicionalidade.
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:
I. A auditoria independente passou a ser obrigatória, porque os imperadores romanos se preocupavam com fraudes e desvios de recursos patrimoniais e financeiros.
II. A auditoria interna nasceu pela necessidade que as empresas tinham de reduzir seus custos com auditorias independentes.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções", é correto afirmar que o texto cita o dicionário, ao citar seu autor, o qual traz duas definições para o termo ‘auditoria’: lugar onde se exerce o cargo de quem exerce.
II. No trecho: “...um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”, o texto se refere a um comprovante final de uma auditoria realizada, que foi primeiramente utilizado pela Coroa da Inglaterra e também adotado pela França.
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Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio”, é correto afirmar que ‘brandir o abacaxi' significa erguer, empunhar, balançar.
II. No trecho: “No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio.”, é correto afirmar que ‘flagrar a fruta’ significa surpreender, pegar no ato de modo evidente e inegável.
Marque a alternativa CORRETA:
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