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Durante uma sessão da Câmara Municipal, um cidadão surdo usuário de Libras apresenta demandas relacionadas à comunidade surda do município. O discurso é realizado em Libras e há um intérprete responsável pela voz, que, em determinado momento, não compreende alguns sinais utilizados pelo orador. Diante disso, o intérprete de apoio se posiciona próximo ao intérprete de voz e fornece, de forma imediata e discreta, as informações necessárias, garantindo o bom andamento da sessão.
A atuação do intérprete de apoio, na situação descrita, caracteriza-se como interpretação
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.
PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;
RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade
(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora
UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: https://www.cartoonstock.com/cartoon?searchID=RC600053. Acesso em:
A situação representada na imagem assemelha-se a contextos de sessões e reuniões na Câmara Municipal. Considerando as noções de tradução e interpretação discutidas por Pagura (2015), essa situação caracteriza-se como
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.
PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;
RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade
(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora
UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.
PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;
RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade
(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora
UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:
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- Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
- Teorias dos Estudos da Tradução e Estudos da Interpretação
Leia o texto a seguir.
[...] defendemos que a prática profissional do/a TILSP, justamente por envolver uma atuação que exige atenção, conhecimento linguístico de ambas as línguas em circulação – quanto aos aspectos léxicos, semânticos e pragmáticos – e conhecimento sociocultural dos contextos em que as línguas circulam e produzem sentidos e significados, precisa ser exercida em equipe – minimamente por uma dupla de profissionais - já que “as interpretações são realizadas em períodos longos e demasiadamente desgastantes para os intérpretes (física e mentalmente), uma vez que o processo de interpretação envolve duas línguas de estruturas linguísticas distintas” (AGILS, 2017, s/p.). Nesse ínterim, portanto, compreendemos como Nogueira e Gesser (2018, p. 123), que o trabalho em equipe “acontece quando dois ou mais intérpretes trabalham em conjunto durante todo o evento interpretativo”.
CABELLO, Janaina; PEDROSA, Luiza. A atuação de intérpretes de Libras na
esfera comunitária: uma experiência de formação para o trabalho em
equipe. Revista Transmutare, Curitiba, v. 7, e15728, p. 1-17, 2022, p. 3.
Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/15728. Acesso em:
30 dez. 2025.
A atuação profissional do Tradutor e Intérprete de Libras (TILSP) envolve demandas cognitivas, linguísticas e socioculturais complexas. Considerando o texto apresentado, o conhecimento em Linguística mostra-se fundamental porque:
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O sistema de Escrita das Línguas de Sinais (ELiS) foi desenvolvido por Mariângela Estelita Barros, professora da UFG, em sua dissertação de mestrado e aperfeiçoado em sua tese de doutorado, em 2008. A ELiS é formada por 95 visografemas (símbolos do sistema), que são divididos em quatro grupos: Configuração de Dedos (CD), Orientação da Palma (OP), Ponto de Articulação (PA) e Movimento (Mov). A escrita é feita da direita para a esquerda, seguindo sempre a ordem CD, OP, PA, Mov.
MORAES, Fabiane Ferreira da Silva. Escrita das Línguas de Sinais (ELiS):
concepções, valorações e avaliações construídas por graduandos e
profissionais da área da Libras. 2022. 214 f. Tese (Doutorado em Letras e
Linguística) – Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Letras, Goiânia,
2022. p. 62-63. [Adaptado].
A ELiS constitui uma proposta brasileira de registro gráfico das línguas de sinais. Considerando suas características estruturais, esse sistema de escrita caracteriza-se por
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Este sistema [SignWriting] foi criado em 1974, com a contribuição da coreógrafa e pesquisadora norte-americana Valerie Sutton. No início, ela criou um sistema para registro dos movimentos de dança, o que despertou a curiosidade dos pesquisadores da língua de sinais dinamarquesa, que estavam procurando uma forma de escrever os sinais. Então, foi registrada, na Dinamarca, a primeira página de uma longa história: a criação de um sistema de escrita de línguas de sinais. Conforme os registros feitos por Valerie Sutton no site do SignWriting, em 1974, a Universidade de Copenhagen tinha pedido à Sutton que registrasse os sinais gravados em vídeocassete. As primeiras formas de escrita de sinais foram inspiradas no sistema escrito de danças e na década de 70 houve a transição de DanceWriting para SignWriting, isto é, da escrita de danças para a escrita de sinais das línguas de sinais.
SILVEIRA, Carolina Hessel. Algumas experiências com a escrita de sinais – signwriting.
ReVEL, edição especial, v. 21, n. 20, 2023, p. 3-4.
<www.revel.inf.br/files/7907963dce9f4026ad97be6fab73006b.pdf>. Acesso em: 27 dez.
2025. [Adaptado].
O surgimento do SignWriting está relacionado a um percurso histórico específico, marcado por diálogos entre diferentes áreas do conhecimento. Considerando esse contexto, o desenvolvimento do SignWriting caracteriza-se pelo fato de:
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