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Foram encontradas 40 questões.

744149 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Assinale a alternativa que, sob o aspecto legal, apresenta EXCLUSIVAMENTE exemplos de dívida fundada.
 

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742959 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Considerando as limitações impostas pela lei nos processos licitatórios, a licitação de uma obra ou serviço de engenharia no valor de R$ 500.000,00 pode ser efetuada por meio de qual/quais modalidade(s) de licitação?
 

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735296 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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O ingresso de recursos na receita pública possui etapas ou operações para que sejam compridas as normas e ditames legais pertinentes à matéria, nesse sentido, como se denomina o momento em que o contribuinte comparece perante as repartições públicas ou agentes arrecadadores para o efetuar o pagamento das guias de arrecadação?
 

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732744 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto a seguir, do romance Dom Casmurro, da autoria de Machado de Assis para responder a questão.
Capítulo CXIX
“Não faça isso, querida!
A leitora, que é minha amiga e abriu este livro com o fim de descansar da cavatina de ontem para a valsa de hoje, quer fecha-lo às pressas, ao ver que beiramos um abismo. Não faça isso, querida; eu mudo de rumo”
Analise as afirmativas:
I - A possibilidade de “mudar de rumo” demonstra que os fatos da narrativa são por ela criados e existem em função da organização do que se narra.
II - As referências ao próprio livro demonstram que, na narrativa em primeira pessoa, autor e narrador constituem uma única voz.
III - Machado de Assis, através do narrador, ironiza um tipo de leitor ingênuo, educado pelo romance de amor ao gosto do século XIX.
IV - O narrador machadiano desvela o progresso ficcional através da conversa com o leitor e das referências ao objeto livro.
Estão corretas as afirmações
 

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732638 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Mundo árabe em ebulição
“A Primavera árabe” é o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares que ainda ocorrem no chamado “mundo árabe” compreendendo basicamente os países que compartilham a língua árabe e a religião islâmica. As causas já estavam de certo modo presentes, e o descontentamento em vários países era já latente, pela falta de emprego, o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida e oportunidades para as gerações mais jovens, além da repressão política e a concentração de poder e riqueza na mão de poucos. Mas o episódio catalisador de toda a recente onda de protestos foi a autoimolação do vendedor de rua tunisiano que ateou fogo ao próprio corpo em 17 de dezembro de 2010 em protesto contra humilhações. Logo após, iniciam-se protestos em outros países (vizinhos). Em 2011, o movimento toma corpo com violências as manifestações, dando origem a uma guerra civil. Esse tema merece atenção, pois os eventos continuam em evidência, principalmente, crise política e conflito interno em alguns países que conduzem a diversos eventos na região, desde pacíficas manifestações populares até sangrentas batalhas. A raiz dos protestos é o agravamento da situação, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. As provas têm destacado a importância das redes sociais, tanto na organização dos protestos, quanto na agilidade de divulgação das imagens dos enfrentamentos.
Zé Tamanquevis, professor de história do Unificado . A Crise no Mundo Árabe, ou "primavera árabe".
In:<http://pt.slideshare.net/profisrael/atualidade-aula-3-primavera-rabe-mobilidade-farc-crise-mundial> Acesso em 21 de MAR de 2015.
Marque a alternativa abaixo que corresponde aos países do mundo árabe que vivenciam as mencionadas crises políticas e conflitos internos.
 

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729641 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto para responder a questão.
Poema da Necessidade
Carlos Drummond de Andrade
É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.
É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam velhos autores.
É preciso viver com os homens
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas
e anunciar O FIM DO MUNDO.
Disponível em: http://lazer.hsw.uol.com.br/drummond2.htm. Acesso dia 15 de março de 2015.
Considerando o contexto pode-se inferir dos versos: "É preciso viver com os homens/é preciso não assassiná-los”, que:
 

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729376 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Classifique as afirmações como verdadeiras ou falsas. Em seguida, assinale a sequência correta.
( ) A cantiga de amor nasceu no ambiente palaciano da sociedade medieval.
( ) A cantiga de amor teve origem na Península Ibérica , espalhando-se depois para a Provença, onde atingiu seu nível mais alto.
( ) Dá-se o nome de cancioneiro ao livro que reúne as cantigas de um só trovador.
( ) A mais velha cantiga trovadoresca conhecida é a “Cantiga da Ribeirinha”.
( ) A cantiga de amigo era sempre escrita e interpretada por uma mulher.
 

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727575 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto para responder a questão.

Corrupção cultural ou organizada?

Renato Janine Ribeiro

Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção.

Ficamos muito atentos, nos últimos anos, a um tipo de corrupção que é muito frequente em nossa sociedade: o pequeno ato, que muitos praticam, de pedir um favor, corromper um guarda ou, mesmo, violar a lei e o bem comum para obter uma vantagem pessoal. Foi e é importante prestar atenção a essa responsabilidade que temos, quase todos, pela corrupção política - por sinal, praticada por gente eleita por nós.

Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros. Às vezes é proibida por lei, outras, não.

Mas, aqui, o que conta é seu lado ético, não legal. Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas. É desse universo que trato. O problema é que a corrupção "cultural", pequena, disseminada - que mencionei acima - não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).

Chamei-a de "corrupção cultural" pois expressa uma cultura forte em nosso país, que é a busca do privilégio pessoal somada a uma relação com o outro permeada pelo favor. É, sim, antirrepublicana. Dissolve ou impede a criação de laços importantes. Mas não faz sistema, não faz estrutura.

Porque há outra corrupção que, essa, sim, organiza-se sob a forma de complô para pilhar os cofres públicos - e mal deixa rastros. A corrupção "cultural" é visível para qualquer um. Suas pegadas são evidentes. Bastou colocar as contas do governo na internet para saltarem aos olhos vários gastos indevidos, os quais a mídia apontou no ano passado.

Mas nem a tapioca de R$ 8 de um ministro nem o apartamento de um reitor - gastos não republicanos - montam um complô. Não fazem parte de um sistema que vise a desviar vultosas somas dos cofres públicos. Quem desvia essas grandes somas não aparece, a não ser depois de investigações demoradas, que requerem talentos bem aprimorados - da polícia, de auditores de crimes financeiros ou mesmo de jornalistas muito especializados.

O problema é que, ao darmos tanta atenção ao que é fácil de enxergar (a corrupção "cultural"), acabamos esquecendo a enorme dimensão da corrupção estrutural, estruturada ou, como eu a chamaria, organizada.

Ora, podemos ter certeza de uma coisa: um grande corrupto não usa cartão corporativo nem gasta dinheiro da Câmara com a faxineira. Para que vai se expor com migalhas? Ele ataca somas enormes. E só pode ser pego com dificuldade.

Se lembrarmos que Al Capone acabou na cadeia por ter fraudado o Imposto de Renda, crime bem menor do que as chacinas que promoveu, é de imaginar que um megacorrupto tome cuidado com suas contas, com os detalhes que possam levá-lo à cadeia - e trate de esconder bem os caminhos que levam a seus negócios.

Penso que devemos combater os dois tipos de corrupção. A corrupção enquanto cultura nos desmoraliza como povo. Ela nos torna "blasé". Faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Porque a república é o regime por excelência da ética na política: aquele que educa as pessoas para que prefiram o bem geral à vantagem individual. Daí a importância dos exemplos, altamente pedagógicos.

Valorizar o laço social exige o fim da corrupção cultural, e isso só se consegue pela educação. Temos de fazer que as novas gerações sintam pela corrupção a mesma ojeriza que uma formação ética nos faz sentir pelo crime em geral.

Mas falar só na corrupção cultural acaba nos indignando com o pequeno criminoso e poupando o macrocorrupto. Mesmo uma sociedade como a norte-americana, em que corromper o fiscal da prefeitura é bem mais raro, teve há pouco um governo cujo vice-presidente favoreceu, antieticamente, uma empresa de suas relações na ocupação do Iraque.

A corrupção secreta e organizada não é privilégio de país pobre, "atrasado". Porém, se pensarmos que corrupção mata - porque desvia dinheiro de hospitais, de escolas, da segurança -, então a mais homicida é a corrupção estruturada. Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção. É mais difícil de descobrir. Mas é ela que mata mais gente.

Disponível em: http://www.cge.se.gov.br/index.php/noticias/1187-corrupcao-cultural-ou-organizada. Acesso em 15 de março de 2015.

Na oração: “Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas.” O sujeito dessa oração se classifica como:

 

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726833 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Calculando o valor da variável x, através da expressão numérica
!$ x=\large{20\over3}.\begin{bmatrix}\left (\large{7\over10}+{1\over5}\right )-\left (\large{1\over2}+{1\over4}\right )\over\large{3\over 5}.\left (\large{1}+{1\over4}\right )+\large{5\over7}.\left(\large {1\over2}+{1\over4} \right ).\left(\large {2\over3}-{1\over5} \right )\end{bmatrix}, !$
obtemos que
 

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1477807 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Como se denomina o Princípio de Contabilidade que determina a adoção do menor valor para os componentes do ativo e do maior para os do passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido?
Questão Desatualizada

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