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Foram encontradas 39 questões.

2572371 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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Considere a planilha construída utilizando-se o Microsoft Excel 2019 (em português), que mostra a simulação de um inventário de uma residência:

Enunciado 2572371-1

I. “A configuração padrão das células de uma planilha é o ‘formato geral’, que não possui um formato específico para números. Nessas condições, ao digitar o valor 0001 na célula B3, esse valor é modificado automaticamente para 1; no entanto, isso não aconteceu com o valor digitado. Para manter os zeros à esquerda, foi digitado na Célula _________.”

II. “Note que as células C5 e B9 estão com as linhas quebradas; uma forma de quebrar linhas é usar o atalho _________.”

III. “Perceba que a célula A1 possui um título que ocupa 5 colunas e está de forma centralizada; uma forma de aplicar essa configuração é por meio da ferramenta __________.”

IV. “Na célula E6, existe uma fórmula que foi arrastada para as células E7, E8 e E9, permitindo o preenchimento e o cálculo de forma automática. A fórmula que permite o cálculo de forma correta é _________.”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.

 

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2572370 Ano: 2022
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A IBM desenvolveu a versão original do SQL, originalmente chamada de Sequel, como parte do projeto System R no início dos anos 1970. A linguagem Sequel evoluiu desde então, e seu nome mudou para SQL (Structured Query Language). Muitos produtos agora suportam a linguagem SQL. SQL se estabeleceu claramente como a linguagem de banco de dados relacional padrão.

(Silberschatz, Korth, Sudarshan, 2006.)

Considerando os conceitos de SQL Joins com duas Tabelas A e B contendo apenas “NomeLinguagens”, analise as afirmativas e assinale a imagem que representa correta e respectivamente o resultado esperado por cada tipo de Join retornado das consultas I, II, III e IV, em cor hachurado.

Enunciado 2572370-1

I. SELECT <a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens>
FROM TableA as A
FULL OUTER JOIN TableB as B
ON a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens
WHERE a.NomeLinguagens is null OR b.NomeLinguagens is null

II. SELECT <a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens>
FROM TableA as A
LEFT JOIN TableB as B
ON a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens

III. SELECT <a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens>
FROM TableA as A
LEFT JOIN TableB as B
ON a.NomeLinguagens = b.NomeLinguagens
WHERE b.NomeLinguagens is null

IV. SELECT <a.NomeLinguagens, b.NomeLinguagens>
FROM TableA as A
INNER JOIN TableB as B
ON a.NomeLinguagens = b.NomeLinguagens

 

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2572369 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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João recebeu um texto de 30 páginas, onde as 3 primeiras páginas precisavam ter numeração romana e as demais numeração arábica iniciando em 1. Além disso, as 27 páginas restantes deveriam apresentar o texto em duas colunas. João seguiu os seguintes passos usando o Microsoft Word 2019, em português, que estava com a configuração padrão de números de páginas para arábicos; analise as afirmativas a seguir.

I. João iniciou a formatação com os números romanos. Para colocar as páginas romanas ele acessou a aba layout -> aplicou quebra de seção para a próxima página, depois acessou a aba inserir -> número de página-> fim de página.

II. Para colocar os números arábicos, João selecionou o rodapé da página desejada que já estava com a quebra de seção aplicada-> desvinculou a seção 1 da seção 2 -> selecionou a aba Cabeçalho e Rodapé e o submenu Cabeçalho e Rodapé -> acessou Número de Página-> Formatar número de página-> iniciar em 1 e clicou em OK -> em seguida selecionou novamente o Número de página -> Fim da página e escolheu a formatação no canto inferior direito e clicou em OK.

III. Para colocar em duas colunas as 27 páginas restantes, como João já tinha feito quebra de seção, ele somente selecionou o texto presente nas 27 páginas, acessou a aba layout -> acessou o submenu Configurar Página -> item coluna -> duas colunas.

Considerando as ações descritas, está correto o que se afirma apenas em

 

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2572368 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A internet é uma rede mundial de computadores ou terminais ligados entre si, que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial através de linhas telefônicas comuns, linhas de comunicação privadas, satélites e outros serviços de telecomunicações.

(Morais, Lima, Franco, 2021, P. 42.)

Sobre a internet, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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2572367 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

A argumentação textual deve ser objetiva e clara para que possa ser devidamente sustentada. A seguir, identifique o trecho que apresenta o emprego de argumento no texto em análise com o objetivo de respaldar a ideia principal apresentada.

 

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2572366 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

Considerando as características textuais apresentadas tais como linguagem e conteúdo exposto, pode-se afirmar sobre o texto em análise que tem como principal objetivo:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2572365 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

De acordo com as ideias e informações do texto, pode-se afirmar que:

 

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2572364 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

“Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta.”

Acerca das estruturas linguísticas que constituem o período anterior, analise as proposições a seguir.

I. Trata-se de um período composto em que há diversidade quanto à classificação de orações que o constituem.

II. A informação introduzida pela conjunção adversativa “mas” funciona como argumento para os efeitos de sentido que o enunciador pretende produzir.

III. Na última oração que constitui o período em análise, é possível observar o emprego do pronome relativo desempenhando a função de sujeito da oração.

Está correto o que se afirma em

 

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Questão presente nas seguintes provas
2572363 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

Dentre os exemplos a seguir, identifique a alternativa em que o termo destacado expressa uma relação de sentido equivalente à produzida pelo termo destacado em: “Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, [...]”.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2572362 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Itabira-MG
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A consciência coletiva

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem sua vida própria; poderemos chamá-lo: a consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; é, por definição, difusa em toda extensão da sociedade; mas não deixa de ter caracteres específicos que fazem dela uma realidade distinta. Com efeito, é independente das condições particulares em que os indivíduos estão colocados; eles passam, ela permanece. É a mesma no norte e no sul, nas grandes e pequenas cidades, nas diferentes profissões. Da mesma forma, não muda a cada geração, mas, ao contrário, liga umas às outras as gerações sucessivas. Portanto, é completamente diversa das consciências particulares, se bem que se realize somente entre indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, tudo como os tipos individuais, embora de uma outra maneira. Com razão, pois, tem o direito de ser designada por uma palavra especial.

Aquela que empregamos mais acima não está, é verdade, isenta de ambiguidades. Como os termos coletivo e social são frequentemente tomados um pelo outro, é-se induzido a crer que a consciência coletiva é toda a consciência social, isto é, estende-se tão longe quanto a vida psíquica da sociedade, sendo que, sobretudo nas sociedades superiores, ela é só uma parte muito restrita. As funções judiciárias, governamentais, científicas, industriais, em uma palavra, todas as funções especiais são de ordem psíquica, visto consistirem em sistemas de representações e de ações: entretanto, estão evidentemente fora da consciência comum. Para evitar uma confusão que foi cometida, o melhor seria talvez criar uma expressão técnica que designasse especialmente o conjunto das similitudes sociais. Todavia, como o emprego de uma palavra nova, quando não é absolutamente necessária, não se apresenta livre de inconvenientes, manteremos a expressão mais habitual de consciência coletiva ou comum, mas lembrando-nos sempre do sentido estrito no qual a empregamos.

Podemos, pois, resumindo a análise que precede, dizer que um ato é criminoso quando ofende os estados fortes de definidos da consciência coletiva.

(DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF

Martins Fontes, São Paulo, 2010. Fragmento.)

Considerando o sentido contextual produzido pelo termo destacado, assinale a afirmativa correta.

 

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