Foram encontradas 30 questões.
Sobre licitações e contratos administrativos, assinale a
alternativa INCORRETA.
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Sobre as formas de provimento de cargo público
previstas no Estatuto dos Funcionários Públicos de
Itabirito, assinale a alternativa INCORRETA.
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De acordo com a Lei Orgânica de Itabirito e com o
Regimento Interno da Câmara Municipal de Itabirito,
é CORRETO afirmar:
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É publicado o ato de provimento de Marco Antônio em
cargo efetivo da Administração Direta de Itabirito.
Considerando o que prevê o Estatuto do Servidor
Público desse município, é INCORRETO afirmar que,
nessa hipótese:
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No âmbito da Administração Pública Direta do Poder
Executivo de Itabirito, Cláudio é designado para o
exercício de função pública e Adriano é contratado
temporariamente.
Nessas condições e considerando a disciplina estatutária
aplicável, é INCORRETO afirmar que:
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Servidor ocupante de cargo efetivo e estável, no
âmbito da Prefeitura do Município de Itabirito, Nero, de
43 anos, e contando um total de 24 anos de serviço,
é aposentado por invalidez. Um ano após a
aposentadoria, Nero restabelece sua saúde, o que
determina a declaração, pelo órgão competente, da
insubsistência dos motivos da aposentadoria.
Nessa hipótese, é CORRETO afirmar que Nero:
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Inacessibilidade como expressão de luxo
Uma crescente minoria adere a um contramovimento comportamental que prega o monotasking como a solução para uma vida mais linear
Capacidade de foco e contemplação é uma característica
pouco presente nesta geração, que cresceu em um
contexto multitasking e tem como comportamento
vigente a ausência de linearidade. Isso é um reflexo da
internet: navegar entre abas, abertas às dezenas, é tão
natural quanto monitorar o cotidiano através de fotos,
check-ins e updates.
É um constante esforço coletivo em marcar presença
e sentir-se presente. O abuso dessas ferramentas
de registro gera dependência e promove o desfoque,
mesmo que não intencionalmente.
Todos sabemos disso. Mas todos seguimos fazendo
isso.
Porém essas interrupções têm sido evitadas por uma
crescente minoria, convencida de que criatividade
e atenção são irmãs siamesas. Hoje observa-se
um contramovimento comportamental que prega o
monotasking como a solução para uma vida com mais
memórias, saúde e dedicação. O presente passa a ser
revalorizado pelo agora, e não pelo registro que deixou.
Nessa lógica, filmar sua música favorita durante um show
faz tão pouco sentido quanto fotografar sua comida.
O não registro, a contemplação, o detox digital e
o monotasking entram em cena para propor uma
revalorização do momento.
Mas como conseguir focar vivendo em um mundo onde
janelas têm abas? Singelas soluções têm surgido.
Tabless thursday é uma proposta da revista The Atlantic
que sugere a quinta-feira como o dia em que você só
poderá abrir uma aba do seu navegador
Na internet, serviços do tipo “leia depois” têm se
popularizado. Eles contribuem com o monotasking ao
permitir que se deixe para mais tarde aquilo que tira a
atenção do agora.
[...]
Quando só a urgência é capaz de captar a atenção,
é hora de rever se o FOMO (sigla para Fear Of Missing
Out, que é o medo de estar por fora, de não aproveitar
o que você poderia estar aproveitando, o que gera
ansiedade) ainda é capaz de assustar. Estamos em
todos os lugares parcialmente e em nenhum lugar
totalmente. Em um tempo de realidades infinitas e
possíveis, a onipresença cede espaço para o foco. As
melhores coisas acontecem apenas uma vez.
BIZ, Eduardo. Inacessibilidade como expressão de luxo. Ponto
Eletrônico. Disponível em: .
Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
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Todas as pessoas com olhos azuis descendem de
um único ser humano
Estudo afirma que a transição do pigmento castanho
para o azul ocorreu devido a uma mutação genética
em um indivíduo que viveu na região do mar Negro há
cerca de 7000 anos
As pessoas que compõem o seleto grupo de seres
humanos que possuem olhos azuis podem começar a se
identificar ainda mais entre si – uma pesquisa feita com
DNA mitocondrial revelou que todas elas possuem um
certo grau de parentesco, mesmo que muito distante.
A conclusão surgiu de um extenso levantamento realizado
pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg, que percorreu
países como Turquia, Jordânia e Dinamarca estudando
os genes de pessoas com olho azul. Ele descobriu que
uma única mutação genética deu origem à pigmentação,
e ainda foi capaz de localizar o evento no espaço e no
tempo.
De acordo com o estudo, o primeiro ser humano da
história a adquirir esta coloração específica na íris viveu
próximo ao mar Negro, por volta de sete milênios atrás,
e foi passando a característica adquirida de geração em
geração. Talvez isto explique a grande concentração de
olhos azuis na Europa e, em especial, no leste europeu.
“Uma mutação genética afetando o gene OCA2 em nossos
cromossomos resultou na criação de um ‘interruptor’,
que literalmente ‘desligou’ a habilidade de produzir olhos
castanhos”, explica o pesquisador.
O gene controla nossa produção de melanina, pigmento
que regula cores como as da pele, dos cabelos e dos olhos
de mamíferos. O “interruptor” não bloqueou por completo a
criação de melanina (o que levaria ao albinismo), limitando
sua presença a pequenas quantidades e dando origem
aos olhos azuis. Já as variações em indivíduos com olhos
verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória, o que
impossibilita rastrear uma ocorrência única.
Não existe nenhuma evidência que sugira qualquer
relação entre a coloração da íris e a saúde de alguém ou
sua capacidade de sobrevivência. Originalmente, antes
da mutação no gene OCA2, a humanidade toda tinha
olhos castanhos. Qual não deve ter sido a surpresa de
nossos ancestrais ao admirar, pela primeira vez, a beleza
de um olhar azul.
OLIVEIRA, André Jorge de. Todas as pessoas com olhos azuis
descendem de um único ser humano. Galileu. Disponível em:
. Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
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Inacessibilidade como expressão de luxo
Uma crescente minoria adere a um contramovimento comportamental que prega o monotasking como a solução para uma vida mais linear
Capacidade de foco e contemplação é uma característica
pouco presente nesta geração, que cresceu em um
contexto multitasking e tem como comportamento
vigente a ausência de linearidade. Isso é um reflexo da
internet: navegar entre abas, abertas às dezenas, é tão
natural quanto monitorar o cotidiano através de fotos,
check-ins e updates.
É um constante esforço coletivo em marcar presença
e sentir-se presente. O abuso dessas ferramentas
de registro gera dependência e promove o desfoque,
mesmo que não intencionalmente.
Todos sabemos disso. Mas todos seguimos fazendo
isso.
Porém essas interrupções têm sido evitadas por uma
crescente minoria, convencida de que criatividade
e atenção são irmãs siamesas. Hoje observa-se
um contramovimento comportamental que prega o
monotasking como a solução para uma vida com mais
memórias, saúde e dedicação. O presente passa a ser
revalorizado pelo agora, e não pelo registro que deixou.
Nessa lógica, filmar sua música favorita durante um show
faz tão pouco sentido quanto fotografar sua comida.
O não registro, a contemplação, o detox digital e
o monotasking entram em cena para propor uma
revalorização do momento.
Mas como conseguir focar vivendo em um mundo onde
janelas têm abas? Singelas soluções têm surgido.
Tabless thursday é uma proposta da revista The Atlantic
que sugere a quinta-feira como o dia em que você só
poderá abrir uma aba do seu navegador
Na internet, serviços do tipo “leia depois” têm se
popularizado. Eles contribuem com o monotasking ao
permitir que se deixe para mais tarde aquilo que tira a
atenção do agora.
[...]
Quando só a urgência é capaz de captar a atenção,
é hora de rever se o FOMO (sigla para Fear Of Missing
Out, que é o medo de estar por fora, de não aproveitar
o que você poderia estar aproveitando, o que gera
ansiedade) ainda é capaz de assustar. Estamos em
todos os lugares parcialmente e em nenhum lugar
totalmente. Em um tempo de realidades infinitas e
possíveis, a onipresença cede espaço para o foco. As
melhores coisas acontecem apenas uma vez.
BIZ, Eduardo. Inacessibilidade como expressão de luxo. Ponto
Eletrônico. Disponível em: .
Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
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Todas as pessoas com olhos azuis descendem de
um único ser humano
Estudo afirma que a transição do pigmento castanho
para o azul ocorreu devido a uma mutação genética
em um indivíduo que viveu na região do mar Negro há
cerca de 7000 anos
As pessoas que compõem o seleto grupo de seres
humanos que possuem olhos azuis podem começar a se
identificar ainda mais entre si – uma pesquisa feita com
DNA mitocondrial revelou que todas elas possuem um
certo grau de parentesco, mesmo que muito distante.
A conclusão surgiu de um extenso levantamento realizado
pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg, que percorreu
países como Turquia, Jordânia e Dinamarca estudando
os genes de pessoas com olho azul. Ele descobriu que
uma única mutação genética deu origem à pigmentação,
e ainda foi capaz de localizar o evento no espaço e no
tempo.
De acordo com o estudo, o primeiro ser humano da
história a adquirir esta coloração específica na íris viveu
próximo ao mar Negro, por volta de sete milênios atrás,
e foi passando a característica adquirida de geração em
geração. Talvez isto explique a grande concentração de
olhos azuis na Europa e, em especial, no leste europeu.
“Uma mutação genética afetando o gene OCA2 em nossos
cromossomos resultou na criação de um ‘interruptor’,
que literalmente ‘desligou’ a habilidade de produzir olhos
castanhos”, explica o pesquisador.
O gene controla nossa produção de melanina, pigmento
que regula cores como as da pele, dos cabelos e dos olhos
de mamíferos. O “interruptor” não bloqueou por completo a
criação de melanina (o que levaria ao albinismo), limitando
sua presença a pequenas quantidades e dando origem
aos olhos azuis. Já as variações em indivíduos com olhos
verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória, o que
impossibilita rastrear uma ocorrência única.
Não existe nenhuma evidência que sugira qualquer
relação entre a coloração da íris e a saúde de alguém ou
sua capacidade de sobrevivência. Originalmente, antes
da mutação no gene OCA2, a humanidade toda tinha
olhos castanhos. Qual não deve ter sido a surpresa de
nossos ancestrais ao admirar, pela primeira vez, a beleza
de um olhar azul.
OLIVEIRA, André Jorge de. Todas as pessoas com olhos azuis
descendem de um único ser humano. Galileu. Disponível em:
. Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
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