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Igreja ressurge das Dunas após ficar 45 anos soterrada
00:00 / 22 de Fevereiro de 2014
Quando foi retirar as peças sacras da igreja, antes do soterramento completo, padre Antônio Tomaz recebeu uma tamancada na cara.
Itarema. Em Almofala, distrito de Itarema, a igreja Nossa Senhora da Conceição ficou soterrada por quase cinco décadas pelas dunas e depois ressurgiu.
No período de 1702 a 1706, os índios Tremembé que costumavam caminhar por Almofala resolveram ficar por ali, já que a caça e pesca eram fartas. Nesse período, encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Assunção que, segundo a lenda, era de ouro. Daí, improvisaram uma igreja para contemplar a santa. Quem conta a história é o guia turístico Geraldo Neves.
Segundo sua versão, os portugueses se dirigiram até o pajé e negociaram a troca da imagem pela construção de uma igreja de alvenaria, que começou a ser soerguida em 1706, mas só foi inaugurada seis anos depois. "Por volta de 1897, os ventos começaram a soprar areia sobre a igreja. No ano seguinte, as peças sacras foram levadas para a cidade de Acaraú, de onde Itarema era distrito. Em 1943, a areia já não existia na mesma quantidade e começou a ser retirada pela comunidade. A surpresa foi grande pois, mesmo com o teto destruído, o restante foi preservado", narra Geraldo Neves.
O pesquisador José de Fátima Silva, 60 anos, que desde 1970 estuda a realidade de Almofala, lembra um outro episódio curioso a respeito da igreja. "Em 1898, após receber instruções de dom Joaquim José Vieira, segundo bispo do Ceará, o padre Antônio Tomaz se dirigiu na companhia de mais dois cavaleiros para retirar os objetos sacros e encerrar as atividades no templo, pois o soterramento total era iminente".
Ainda conforme o pesquisador, "por volta das 4h30, o padre rezou a última missa após comunicar aos presentes o fechamento. Foi uma grande comoção. Muitos choraram. Ele já tinha preparado o andor para colocar as peças. Três comerciantes, inconformados com a medida, alegando que traria declínio às vendas, reuniram dois caboclos e uma prostituta chamada Joana Camelo para impedir o padre de consumar a ordem. O resultado foi uma briga violenta de faca, cacete e punhal. Pedro Duro, um dos caboclos, morreu no local. E Joana atirou um tamanco na cara do padre Antônio Tomaz", segundo relatos.
De acordo com o pesquisador, após todo o fuzuê, as peças, enfim, foram levadas. Somente no dia 23 de janeiro de 1943, o monsenhor Sabino de Lima Feijão celebrou a primeira missa após o templo ser desenterrado.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/regiao/igreja-ressurge-
das-dunas-apos-ficar-45-anos-soterrada- 1.818096. Acesso em 08/11/2018. Texto adaptado.
Assinale a opção que corresponde a uma palavra que contém prefixo e sufixo em sua estrutura.
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1084565
Ano: 2018
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UECE
Orgão: Câm. Itarema-CE
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UECE
Orgão: Câm. Itarema-CE
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Leia atentamente a seguinte definição de cidadania:
“Cidadania é o conjunto dos direitos e deveres civis e políticos de um indivíduo na sociedade. São justamente esses direitos que permitem aos cidadãos intervir nas ações do Estado e poder usufruir os serviços ofertados por órgãos estatais”.
MUNDO EDUCAÇÃO. Cidadania. Disponível em: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/cidadania.htm
Considerando a definição de cidadania acima apresentada, assinale a afirmação verdadeira.
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O máximo divisor comum (mdc) e o mínimo múltiplo comum (mmc) de dois números a e b são 6 e 36 respectivamente. Satisfazendo essas duas condições, os valores de a e b são respectivamente
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Igreja ressurge das Dunas após ficar 45 anos soterrada
00:00 / 22 de Fevereiro de 2014
Quando foi retirar as peças sacras da igreja, antes do soterramento completo, padre Antônio Tomaz recebeu uma tamancada na cara.
Itarema. Em Almofala, distrito de Itarema, a igreja Nossa Senhora da Conceição ficou soterrada por quase cinco décadas pelas dunas e depois ressurgiu.
No período de 1702 a 1706, os índios Tremembé que costumavam caminhar por Almofala resolveram ficar por ali, já que a caça e pesca eram fartas. Nesse período, encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Assunção que, segundo a lenda, era de ouro. A) Daí, improvisaram uma igreja para contemplar a santa. Quem conta a história é o guia turístico Geraldo Neves.
Segundo sua versão, os portugueses se dirigiram até o pajé B) e negociaram a troca da imagem pela construção de uma igreja de alvenaria, que começou a ser soerguida em 1706, mas só foi inaugurada seis anos depois. "Por volta de 1897, os ventos começaram a soprar areia sobre a igreja. No ano seguinte, as peças sacras foram levadas para a cidade de Acaraú, de onde Itarema era distrito. Em 1943, a areia já não existia na mesma quantidade e começou a ser retirada pela comunidade. A surpresa foi grande pois, mesmo com o teto destruído, o restante foi preservado", narra Geraldo Neves.
O pesquisador José de Fátima Silva, 60 anos, que desde 1970 estuda a realidade de Almofala, lembra um outro episódio curioso a respeito da igreja. "Em 1898, após receber instruções de dom Joaquim José Vieira, segundo bispo do Ceará C), o padre Antônio Tomaz se dirigiu na companhia de mais dois cavaleiros para retirar os objetos sacros e encerrar as atividades no templo, pois o soterramento total era iminente".
Ainda conforme o pesquisador, "por volta das 4h30, o padre rezou a última missa após comunicar aos presentes o fechamento. Foi uma grande comoção. Muitos choraram. Ele já tinha preparado o andor para colocar as peças. Três comerciantes, inconformados com a medida, alegando que traria declínio às vendas, reuniram dois caboclos e uma prostituta chamada Joana Camelo para impedir o padre de consumar a ordem. O resultado foi uma briga violenta de faca, cacete e punhal. Pedro Duro, um dos caboclos, morreu no local. E Joana atirou um tamanco na cara do padre Antônio Tomaz", segundo relatos. D)
De acordo com o pesquisador, após todo o fuzuê, as peças, enfim, foram levadas. Somente no dia 23 de janeiro de 1943, o monsenhor Sabino de Lima Feijão celebrou a primeira missa após o templo ser desenterrado.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/regiao/igreja-ressurge-
das-dunas-apos-ficar-45-anos-soterrada- 1.818096. Acesso em 08/11/2018. Texto adaptado.
Assinale a opção em que o termo sublinhado classifica-se como numeral.
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Um oásis em Patos
01:44 / 27 de Junho de 2008
No litoral de Itarema, paisagens de tirar o fôlego. Sol, muito vento e 35 quilômetros de praias. Em cada ponto, surpresas e encantamento. Ainda desconhecida dos turistas brasileiros, a primitiva praia de Patos é um exuberante oásis tropical, longe de tudo e de todos. Esta é a sensação que o visitante tem quando chega a Patos.
O nome Patos surgiu em 1889 com a fundação da fazenda A), numa referência aos gigantescos marrecos que povoavam a região. Os animais que mais pareciam com patos – aves típicas do semiárido nordestino – eram presas fáceis dos coronéis José Gomes e Frederico de Andrade, de origem sobralense, considerados os primeiros moradores da região.
Historiadores contam que os dois foram responsáveis pela fundação da vila, um lugar rico em fauna e flora, bom também para a atividade pesqueira.
Refúgio selvagem cercado de mares, coqueiros, manguezais, rios e até mesmo de mistérios, Patos fica a 28 quilômetros do perímetro urbano de Itarema – o nome tem origem indígena e significa ‘pedra cheirosa’. Além do Morro dos Patos, como é conhecida a praia, o município tem outros atrativos para serem visitados, como a histórica igrejinha de Almofala, patrimônio nacional protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Projeto Tamar, as praias de Torrões, e os distritos do Porto, Guajiru da Ilha e Farol.
Em Patos, o cenário é cinematográfico B): uma combinação de areias claras, mar de águas rasas – com ótimos pontos de mergulho –, coqueiros e lagoas. Além dessa harmonia, que resulta em tranquilidade para os turistas, o local é dotado de recursos naturais e nativos D) sempre atentos a uma boa “prosa”. Há outros atrativos que devem ser conferidos C), como o belo pôr do sol, que pode ser apreciado de qualquer parte da praia, principalmente dos “cascudos” (relevo de cor escura) que existem em abundância.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/verso/um-oasis-em-patos-1.121139. Acesso em 09/11/2018. Adaptado)
Leia atentamente as frases extraídas do texto e assinale aquela em que o(s) termo(s) sublinhado(s) funciona(m) como sujeito.
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Igreja ressurge das Dunas após ficar 45 anos soterrada
00:00 / 22 de Fevereiro de 2014
Quando foi retirar as peças sacras da igreja, antes do soterramento completo, padre Antônio Tomaz recebeu uma tamancada na cara.
Itarema. Em Almofala, distrito de Itarema, a igreja Nossa Senhora da Conceição ficou soterrada por quase cinco décadas pelas dunas e depois ressurgiu.
No período de 1702 a 1706, os índios Tremembé que costumavam caminhar por Almofala resolveram ficar por ali, já que a caça e pesca eram fartas. Nesse período, encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Assunção que, segundo a lenda, era de ouro. Daí, improvisaram uma igreja para contemplar a santa. Quem conta a história é o guia turístico Geraldo Neves.
Segundo sua versão, os portugueses se dirigiram até o pajé e negociaram a troca da imagem pela construção de uma igreja de alvenaria, que começou a ser soerguida em 1706, mas só foi inaugurada seis anos depois. "Por volta de 1897, os ventos começaram a soprar areia sobre a igreja. No ano seguinte, as peças sacras foram levadas para a cidade de Acaraú, de onde Itarema era distrito. Em 1943, a areia já não existia na mesma quantidade e começou a ser retirada pela comunidade. A surpresa foi grande pois, mesmo com o teto destruído, o restante foi preservado", narra Geraldo Neves.
O pesquisador José de Fátima Silva, 60 anos, que desde 1970 estuda a realidade de Almofala, lembra um outro episódio curioso a respeito da igreja. "Em 1898, após receber instruções de dom Joaquim José Vieira, segundo bispo do Ceará, o padre Antônio Tomaz se dirigiu na companhia de mais dois cavaleiros para retirar os objetos sacros e encerrar as atividades no templo, pois o soterramento total era iminente".
Ainda conforme o pesquisador, "por volta das 4h30, o padre rezou (I) a última missa após comunicar aos presentes o fechamento. Foi uma grande comoção. Muitos choraram. Ele já tinha preparado o andor para colocar as peças. Três comerciantes, inconformados com a medida, alegando que traria declínio às vendas, reuniram dois caboclos e uma prostituta chamada Joana Camelo para impedir o padre de consumar a ordem. O resultado foi uma briga violenta de faca, cacete e punhal. Pedro Duro, um dos caboclos, morreu no local. E Joana atirou um tamanco na cara do padre Antônio Tomaz", segundo relatos.
De acordo com o pesquisador, após todo o fuzuê (II), as peças, enfim, foram levadas. Somente no dia 23 de janeiro de 1943, o monsenhor Sabino de Lima Feijão celebrou a primeira missa após o templo ser desenterrado.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/regiao/igreja-ressurge-
das-dunas-apos-ficar-45-anos-soterrada- 1.818096. Acesso em 08/11/2018. Texto adaptado.
Leia atentamente as seguintes frases:
I. “Ainda conforme o pesquisador, ‘por volta das 4h30, o padre rezou...’”
II. “De acordo com o pesquisador, após todo o fuzuê...”
A ideia expressa pelos termos destacados nas duas frases é de
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Em uma indústria, 60% dos empregados são homens e 40% são mulheres. Se a quantidade de empregados homens for aumentada em 50% e a de mulheres diminuída em 75%, a porcentagem de mulheres trabalhando na indústria passará a ser de
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU – Organização das nações Unidas – afirma, em seu artigo 1º, que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.
ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos: Adotada e proclamada pela Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral
das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001394/139423por.pdf
Sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 70 anos este ano, é correto afirmar que
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Um oásis em Patos
01:44 / 27 de Junho de 2008
No litoral de Itarema, paisagens de tirar o fôlego. Sol, muito vento e 35 quilômetros de praias. Em cada ponto, surpresas e encantamento. Ainda desconhecida dos turistas brasileiros, a primitiva praia de Patos é um exuberante oásis tropical, longe de tudo e de todos. Esta é a sensação que o visitante tem quando chega a Patos.
O nome Patos surgiu em 1889 com a fundação da fazenda, numa referência aos gigantescos marrecos que povoavam a região. Os animais que mais pareciam com patos – aves típicas do semiárido nordestino – eram presas fáceis dos coronéis José Gomes e Frederico de Andrade, de origem sobralense, considerados os primeiros moradores da região.
Historiadores contam que os dois foram responsáveis pela fundação da vila, um lugar rico em fauna e flora, bom também para a atividade pesqueira.
Refúgio selvagem cercado de mares, coqueiros, manguezais, rios e até mesmo de mistérios, Patos fica a 28 quilômetros do perímetro urbano de Itarema – o nome tem origem indígena e significa ‘pedra cheirosa’. Além do Morro dos Patos, como é conhecida a praia, o município tem outros atrativos para serem visitados, como a histórica igrejinha de Almofala, patrimônio nacional protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Projeto Tamar, as praias de Torrões, e os distritos do Porto, Guajiru da Ilha e Farol.
Em Patos, o cenário é cinematográfico: uma combinação de areias claras, mar de águas rasas – com ótimos pontos de mergulho –, coqueiros e lagoas. Além dessa harmonia, que resulta em tranquilidade para os turistas, o local é dotado de recursos naturais e nativos sempre atentos a uma boa “prosa”. Há outros atrativos que devem ser conferidos, como o belo pôr do sol, que pode ser apreciado de qualquer parte da praia, principalmente dos “cascudos” (relevo de cor escura) que existem em abundância.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/verso/um-oasis-em-patos-1.121139. Acesso em 09/11/2018. Adaptado)
Três palavras acentuadas por serem proparoxítonas são as seguintes:
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Um oásis em Patos
01:44 / 27 de Junho de 2008
No litoral de Itarema, paisagens de tirar o fôlego. Sol, muito vento e 35 quilômetros de praias. Em cada ponto, surpresas e encantamento. Ainda desconhecida dos turistas brasileiros, a primitiva praia de Patos é um exuberante oásis tropical, longe de tudo e de todos. Esta é a sensação que o visitante tem quando chega a Patos.
O nome Patos surgiu em 1889 com a fundação da fazenda, numa referência aos gigantescos marrecos que povoavam a região. Os animais que mais pareciam com patos – aves típicas do semiárido nordestino – eram presas fáceis dos coronéis José Gomes e Frederico de Andrade, de origem sobralense, considerados os primeiros moradores da região.
Historiadores contam que os dois foram responsáveis pela fundação da vila, um lugar rico em fauna e flora, bom também para a atividade pesqueira.
Refúgio selvagem cercado de mares, coqueiros, manguezais, rios e até mesmo de mistérios, Patos fica a 28 quilômetros do perímetro urbano de Itarema – o nome tem origem indígena e significa ‘pedra cheirosa’. Além do Morro dos Patos, como é conhecida a praia, o município tem outros atrativos para serem visitados, como a histórica igrejinha de Almofala, patrimônio nacional protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Projeto Tamar, as praias de Torrões, e os distritos do Porto, Guajiru da Ilha e Farol.
Em Patos, o cenário é cinematográfico: uma combinação de areias claras, mar de águas rasas – com ótimos pontos de mergulho –, coqueiros e lagoas. Além dessa harmonia, que resulta em tranquilidade para os turistas, o local é dotado de recursos naturais e nativos sempre atentos a uma boa “prosa”. Há outros atrativos que devem ser conferidos, como o belo pôr do sol, que pode ser apreciado de qualquer parte da praia, principalmente dos “cascudos” (relevo de cor escura) que existem em abundância.
Disponível em: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/verso/um-oasis-em-patos-1.121139. Acesso em 09/11/2018. Adaptado)
Em “...um lugar rico em fauna e flora...”, há dois substantivos coletivos.
Assinale a opção que apresenta a correta relação entre o coletivo e os seres que agrupa.
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