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A respeito da hidrografia de Ji-Paraná, pode-se afirmar
que:
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É um rio que tem nascente nos contrafortes dos Andes
bolivianos e desce no sentido leste da Bolívia até a foz do
rio Guaporé. Nesse ponto, esse rio passa a fazer fronteira
entre o Brasil e a República da Bolívia, até encontrar o rio
Beni, que também nasce nos Andes bolivianos. O encontro
dele com o Beni forma o rio Madeira. Trata-se do rio:
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O município de Ji- Paraná tem hoje o maior parque de
exposição do norte e o segundo maior do Brasil,
oferecendo conforto aos expositores e uma arena muito
bem montada, além de um grande estacionamento dentro
do parque. Anualmente, é realizado um evento que já
reuniu um público próximo a 300 mil pessoas. Trata-se da:
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De acordo com a Constituição Federal, a prática do racismo
constitui:
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A Lei Orgânica do Município de Ji-Paraná dispõe que
compete ao Município, sem prejuízo de outras
competências que exerça isoladamente ou em comum
com a União e o Estado:
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O Poder Legislativo Municipal é exercido pelo(a):
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Assinale a alternativa em que a palavra POR QUE deve vir
separada.
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
AÇÃO DO CORAÇÃO
Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho,
decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte,
então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de
casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá,
minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais
dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus,
ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme
de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar
o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava,
a cada tesourada, uma nova cara.
Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de
coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como
um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só
mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais
agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas
também para minha postura no dia a dia, com receio do que
pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor,
então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de
normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha.
Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar
na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar
qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão
de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele.
Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta –
em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de
verdade.
Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal
definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer
“ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao
mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as
imperfeições, as forças e fraquezas.
Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada
a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com
uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como
sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem
possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo
rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que
para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia
um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.
A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é
engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo
como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja
algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso
é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale
para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática
nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros
quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar
nossa história.
Nunca será confortável. O resultado será sempre
imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem
é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por
vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o
autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.
(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
AÇÃO DO CORAÇÃO
Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho,
decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte,
então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de
casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá,
minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais
dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus,
ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme
de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar
o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava,
a cada tesourada, uma nova cara.
Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de
coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como
um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só
mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais
agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas
também para minha postura no dia a dia, com receio do que
pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor,
então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de
normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha.
Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar
na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar
qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão
de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele.
Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta –
em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de
verdade.
Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal
definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer
“ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao
mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as
imperfeições, as forças e fraquezas.
Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada
a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com
uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como
sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem
possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo
rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que
para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia
um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.
A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é
engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo
como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja
algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso
é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale
para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática
nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros
quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar
nossa história.
Nunca será confortável. O resultado será sempre
imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem
é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por
vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o
autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.
(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
AÇÃO DO CORAÇÃO
Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho,
decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte,
então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de
casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá,
minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais
dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus,
ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme
de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar
o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava,
a cada tesourada, uma nova cara.
Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de
coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como
um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só
mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais
agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas
também para minha postura no dia a dia, com receio do que
pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor,
então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de
normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha.
Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar
na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar
qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão
de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele.
Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta –
em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de
verdade.
Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal
definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer
“ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao
mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as
imperfeições, as forças e fraquezas.
Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada
a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com
uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como
sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem
possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo
rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que
para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia
um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.
A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é
engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo
como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja
algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso
é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale
para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática
nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros
quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar
nossa história.
Nunca será confortável. O resultado será sempre
imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem
é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por
vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o
autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.
(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
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