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2004002 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Internet mais segura
Nos tempos de hoje, por um lado, você é dono da sua própria programação, comandando o tipo de conteúdo que quer assistir, por outro, a privacidade dos seus dados está, cada vez mais, ameaçada na Internet.
Os serviços de streaming (transmissão de vídeos e músicas pela Internet) mais conhecidos do mercado estão transformando o jeito de o consumidor assistir a filmes e séries, e até à famosa novela das nove, já que ele pode decidir o que quer, onde, como e quando preferir.
Contudo, deve haver preocupação com a segurança digital. Esse grande acesso às novas tecnologias tem aberto um importante nicho de informação muito vulnerável de ser roubado. Segundo dados do IBGE, em 2016, brasileiros conectados à Internet já somavam 64% de toda a população, ou seja, 116 milhões de usuários. E, de acordo com o Instituto AV-Test, um dos maiores do mundo em segurança digital, com sede na Alemanha, cerca de 122 de malwares (arquivos capazes de capturar senhas ou danificar computadores e celulares) foram criados em 2017. Para você ter uma ideia, o Brasil aparece no sétimo lugar entre os países que mais sofrem devido aos ciberataques.
Em função disso, é necessário que haja empenho em ajudar a construir uma Internet mais segura para todos. Destacamos o artigo sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que só deve entrar em vigor em agosto de 2020, mas já está trazendo impactos tanto para os consumidores quanto para as empresas.
Revista Proteste (julho 2019, texto adaptado)
Assinale a alternativa em que a regência verbal NÃO atende à norma culta da língua.
 

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2004001 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Do Espírito das Leis
Obra mais famosa do autor francês Charles de Montesquieu, considerado um dos livros fundamentais do Iluminismo, O Espírito das Leis é a base da divisão política moderna dos três poderes. Um dos grandes filósofos do século XVIII, pensador iluminista, deixou uma grande herança por meio de suas obras. "Para melhor compreensão, desta obra, é preciso que se observe que o que denomino virtude na República é o amor à pátria, isto é, o amor à igualdade. Não é, em absoluto, virtude moral, nem virtude cristã, e sim virtude política; é a mola que faz mover o governo republicano, assim como a honra é a mola que faz mover o governo na monarquia".
Em seus questionamentos, Montesquieu acaba por concluir que a única lei a governar todos os povos humanos era a criada pela Razão fornecida por Deus, o que os diferenciava dos demais animais e os estimulava a viver em sociedade, em respeito às leis naturais de busca de paz, alimentos... Entretanto, o desenvolvimento da sociedade civil acabaria por gerar confrontos. Passou a ser necessário, portanto, o estabelecimento de leis, que variavam de acordo com cada sociedade.
De acordo com Montesquieu, existem três formas de governo: Despotismo, Monarquia e República, sendo que apenas o Despotismo é essencialmente corrompido. Isso decorre devido ao fato que os déspotas tendem a empregar violência para se manterem no poder. A monarquia, por sua vez, é considerada por Montesquieu o mais efetivo governo, por meio do exercício da autoridade com firmeza e honra pelo soberano.
Apesar disso, é fato que a sua proposta de divisão em três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – influenciou em grande medida os governos republicanos, inclusive os atuais. De qualquer forma, o equilíbrio delineado por Montesquieu funcionaria aproximadamente da mesma maneira tanto em uma Monarquia quanto em uma República: o Executivo exerceria influência sobre as questões civis, o Legislativo criaria as leis mais apropriadas à sociedade, e o Judiciário fiscalizaria as normas que regeriam determinado grupo humano. Nenhum destes poderes, entretanto, é mais poderoso do que outro, devendo agir para limitar, caso outro membro da tríade vá além de suas prerrogativas.
Além de representar uma poderosa reflexão sobre a natureza da raça humana, sua obra representou uma nova abordagem a respeito da necessidade de equilíbrio político, que influenciou não apenas a realidade imediata da França pré-revolucionária do século XVIII, mas também a futura sociedade democrática. Embora apresente certas considerações datadas, a obra ainda é bastante relevante no que diz respeito ao entendimento das possíveis limitações de um governo republicano.
https://www.infoescola.com - texto adaptado
No 4º parágrafo, em “Apesar disso, é fato que a sua proposta de divisão em três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – influenciou em grande medida os governos republicanos...”, o operador argumentativo destacado tem o seguinte valor semântico:
 

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2004000 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Do Espírito das Leis
Obra mais famosa do autor francês Charles de Montesquieu, considerado um dos livros fundamentais do Iluminismo, O Espírito das Leis é a base da divisão política moderna dos três poderes. Um dos grandes filósofos do século XVIII, pensador iluminista, deixou uma grande herança por meio de suas obras. "Para melhor compreensão, desta obra, é preciso que se observe que o que denomino virtude na República é o amor à pátria, isto é, o amor à igualdade. Não é, em absoluto, virtude moral, nem virtude cristã, e sim virtude política; é a mola que faz mover o governo republicano, assim como a honra é a mola que faz mover o governo na monarquia".
Em seus questionamentos, Montesquieu acaba por concluir que a única lei a governar todos os povos humanos era a criada pela Razão fornecida por Deus, o que os diferenciava dos demais animais e os estimulava a viver em sociedade, em respeito às leis naturais de busca de paz, alimentos... Entretanto, o desenvolvimento da sociedade civil acabaria por gerar confrontos. Passou a ser necessário, portanto, o estabelecimento de leis, que variavam de acordo com cada sociedade.
De acordo com Montesquieu, existem três formas de governo: Despotismo, Monarquia e República, sendo que apenas o Despotismo é essencialmente corrompido. Isso decorre devido ao fato que os déspotas tendem a empregar violência para se manterem no poder. A monarquia, por sua vez, é considerada por Montesquieu o mais efetivo governo, por meio do exercício da autoridade com firmeza e honra pelo soberano.
Apesar disso, é fato que a sua proposta de divisão em três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – influenciou em grande medida os governos republicanos, inclusive os atuais. De qualquer forma, o equilíbrio delineado por Montesquieu funcionaria aproximadamente da mesma maneira tanto em uma Monarquia quanto em uma República: o Executivo exerceria influência sobre as questões civis, o Legislativo criaria as leis mais apropriadas à sociedade, e o Judiciário fiscalizaria as normas que regeriam determinado grupo humano. Nenhum destes poderes, entretanto, é mais poderoso do que outro, devendo agir para limitar, caso outro membro da tríade vá além de suas prerrogativas.
Além de representar uma poderosa reflexão sobre a natureza da raça humana, sua obra representou uma nova abordagem a respeito da necessidade de equilíbrio político, que influenciou não apenas a realidade imediata da França pré-revolucionária do século XVIII, mas também a futura sociedade democrática. Embora apresente certas considerações datadas, a obra ainda é bastante relevante no que diz respeito ao entendimento das possíveis limitações de um governo republicano.
https://www.infoescola.com - texto adaptado
Observe as afirmações sobre o texto:
I – a virtude para Montesquieu, na República, é a virtude moral, que promove a igualdade, assim como a honra é a virtude nas Monarquias; II – segundo Montesquieu, as três formas de governo, Despotismo, Monarquia e República, são incorruptíveis; III – o equilíbrio entre os poderes, para Montesquieu, funcionaria de igual forma tanto na Monarquia quanto na República; IV – a grande herança da obra de Montesquieu, da divisão em três poderes, inspirou os governos republicanos até a contemporaneidade; V – o mais apropriado governo para Montesquieu era a Monarquia.
Estão corretas apenas:
 

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2003999 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Em “Consertou-se o computador do laboratório.”, o verbo está na voz:
 

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2003998 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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AÇÃO DO CORAÇÃO
Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho, decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte, então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá, minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus, ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava, a cada tesourada, uma nova cara.
Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas também para minha postura no dia a dia, com receio do que pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor, então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha. Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele. Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta – em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de verdade.
Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer “ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as imperfeições, as forças e fraquezas.
Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.
A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar nossa história.
Nunca será confortável. O resultado será sempre imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.
(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO apresenta dígrafo em todas as palavras é:
 

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2003997 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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AÇÃO DO CORAÇÃO
Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho, decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte, então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá, minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus, ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava, a cada tesourada, uma nova cara.
Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas também para minha postura no dia a dia, com receio do que pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor, então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha. Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele. Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta – em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de verdade.
Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer “ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as imperfeições, as forças e fraquezas.
Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.
A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar nossa história.
Nunca será confortável. O resultado será sempre imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.
(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
Em “Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá...”, a palavra grifada se acentua pela mesma razão que em:
 

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2003996 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Internet mais segura
Nos tempos de hoje, por um lado, você é dono da sua própria programação, comandando o tipo de conteúdo que quer assistir, por outro, a privacidade dos seus dados está, cada vez mais, ameaçada na Internet.
Os serviços de streaming (transmissão de vídeos e músicas pela Internet) mais conhecidos do mercado estão transformando o jeito de o consumidor assistir a filmes e séries, e até à famosa novela das nove, já que ele pode decidir o que quer, onde, como e quando preferir.
Contudo, deve haver preocupação com a segurança digital. Esse grande acesso às novas tecnologias tem aberto um importante nicho de informação muito vulnerável de ser roubado. Segundo dados do IBGE, em 2016, brasileiros conectados à Internet já somavam 64% de toda a população, ou seja, 116 milhões de usuários. E, de acordo com o Instituto AV-Test, um dos maiores do mundo em segurança digital, com sede na Alemanha, cerca de 122 de malwares (arquivos capazes de capturar senhas ou danificar computadores e celulares) foram criados em 2017. Para você ter uma ideia, o Brasil aparece no sétimo lugar entre os países que mais sofrem devido aos ciberataques.
Em função disso, é necessário que haja empenho em ajudar a construir uma Internet mais segura para todos. Destacamos o artigo sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que só deve entrar em vigor em agosto de 2020, mas já está trazendo impactos tanto para os consumidores quanto para as empresas.
Revista Proteste (julho 2019, texto adaptado)
Em “Segundo dados do IBGE, em 2016, brasileiros conectados à Internet já somavam 64% de toda a população...”, a palavra grifada classifica-se como:
 

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1988170 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Toda vez que falamos de uma obtenção de prestação jurisdicional através de um direito público subjetivo, autônomo e abstrato, estamos falando de ação. Sobre ação, é correto afirmar que:
 

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1988159 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Mário propôs ação anulatória de casamento em face de Antônia, pelo procedimento comum, sob a alegação da ocorrência de erro essencial sob a pessoa do cônjuge, com base na legislação civil vigente. Na petição alegou que ignorava a existência de certos fatos, ligados à boa fama de Antônia, os quais tornavam insuportável o convívio sob o mesmo teto. Na parte relativa aos pedidos, requereu também, na hipótese de não ser acolhido o pedido principal, qual seja, o de anulação do casamento, que fosse decretada então a separação judicial do casal. Nesse sentido, quando ao segundo pedido formulado, podemos dizer que:
 

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1988158 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Ji-Paraná-RO
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Jorge ingressou com ação de reintegração de posse em face de Inácio, com o propósito de obter a posse do imóvel que adquirira por intermédio da escritura de compra e venda, a qual foi lavrada em cartório de ofício de notas, tendo quitado na ocasião da compra o valor integral do imóvel. Foi estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias para que Inácio desocupasse o imóvel e procedesse a entrega das chaves do imóvel. No entanto, passados os 30 (trinta) dias, Inácio não desocupou o imóvel apesar de ter sido procedida a sua notificação extrajudicial. Deste modo, considerando a inércia de Inácio, Jorge propôs ação de reintegração de posse, a qual foi recebida pelo juízo de direito competente, tendo sido determinada a citação do réu. Pergunta-se, como agirá Inácio diante do caso narrado, na hipótese de pretender apresentar defesa?
 

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