Foram encontradas 40 questões.
Uma pesquisa em um trecho de uma rodovia federal verificou que, apesar da lei que determina o uso de faróis acesos durante o dia, 10% dos automóveis ainda trafegam com os faróis apagados e, desses, 2% são multados. Sabendo-se que nesse trecho da rodovia trafegam 20.000 automóveis por dia, o número de veículos multados por dia é de
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Observe a tirinha a seguir.

QUINO. Mafalda. Disponível em: <http://outraspalavras.net/posts/mafalda-e-a-poderosa-critica-de-valores/>. Acesso em: 23 ago. 2016.
O conteúdo humorístico e crítico presente na tirinha questiona o fato de o público consumidor
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O duplo*
Sentado num dos primeiros bancos do ônibus número 15, Praça São Salvador - Rio Comprido, vejo surpreso, e logo com crescente espanto, minha imagem refletida no retrovisor, com traje e movimentos que não são meus. Para afastar a possibilidade de uma alucinação, faço, como prova, exaustivos gestos propositadamente exagerados, que a imagem refletida não repete.
- Um sósia? Mas esse é semelhante, jamais idêntico.
Meu desassossego, meu espanto crescem.
O outro, com roupa e movimentos diferentes, permanece tranquilo, impassível, alheio à minha presença e parece nem se importar em ser réplica.
- Ele não me terá visto? Impossível, estamos próximos. Ele talvez ocupe um assento à minha frente. Não sei.
A ideia do indivíduo de ser dois apavora.
Já agora preso de um terror incontrolável, soo a campainha do coletivo e desço precipitado, sem olhar para trás, sem sequer ousar localizá-lo: falta-me coragem para ver o outro que vive fora de mim.
Porto Alegre, 4 de março de 1994
* Embora de 1994, o texto narra episódio vivido no Rio de Janeiro nos anos 40.
CAMARGO, Iberê. Gaveta dos guardados: Iberê
Camargo. Organização e apresentação Augusto Massi. São Paulo: Cosac Naify, 2009. p. 33.
No enunciado “Para afastar a possibilidade de uma alucinação, faço, como prova, exaustivos gestos propositadamente exagerados, que a imagem refletida não repete”, o pronome relativo “que” faz retomada do seguinte elemento textual:
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2530117
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEG
Orgão: Câm. Luziânia-GO
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEG
Orgão: Câm. Luziânia-GO
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Na classificação da despesa, a categoria definida de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo, é denominada
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Garantia, Contragarantia e Restos a Pagar na LRF (arts. 40 a 42)
No final do exercício de X1 o contador da prefeitura Mundo Feliz percebeu que existia um montante disponível em caixa de R$ 1.000.000,00, despesas liquidadas e pagas de R$ 2.000.000,00, despesas liquidadas e não pagas de R$ 600.000,00 e despesas empenhadas e não liquidadas de R$ 500.000,00. Considerando-se que é o último ano do mandato do prefeito e também a Lei Complementar nº 101/2000, o valor máximo a ser inscrito em restos a pagar, em reais, é de
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2522998
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEG
Orgão: Câm. Luziânia-GO
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEG
Orgão: Câm. Luziânia-GO
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Considere os dados relativos às receitas orçamentárias arrecadadas pela prefeitura de Mundo Feliz no exercício de X1.
| R$ | |
| Alienação de bens imóveis | 30 |
| Amortização de financiamentos | 10 |
| Dívida ativa | 80 |
| Impostos | 3.000 |
| Indenizações e restituições | 50 |
| Operações de crédito internas | 100 |
| Receita de serviços recreativos e culturais | 100 |
| Receita Imobiliária | 200 |
| Taxas | 500 |
| Transferência da União para cobrir despesas correntes | 5.000 |
| Transferência do Estado para cobrir despesas correntes | 3.000 |
A receita corrente foi de:
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A entidade deve apresentar a Demonstração da Mutação do Patrimônio Líquido, que objetiva
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Oração fúnebre aos guerreiros
Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis todos são iguais para a solução de suas divergências privadas, quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição. Conduzimo-nos liberalmente em nossa vida pública, e não observamos com uma curiosidade suspicaz a vida privada de nossos concidadãos, pois não nos ressentimos com nosso vizinho se ele age como lhe apraz, nem olhamos com ares de reprovação que, embora inócuos, lhe causariam desgosto. Ao mesmo tempo que evitamos ofender os outros em nosso convívio privado, em nossa vida pública nos afastamos da ilegalidade, principalmente por causa de um temor reverente, pois somos submissos às autoridades e às leis, especialmente àquelas promulgadas para socorrer os oprimidos e as que, embora não escritas, trazem aos transgressores uma desonra visível a todos.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. In: FIGUEIREDO, Carlos (Org.). 100 discursos históricos. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 21-22.
Em “...nem olhamos com ares de reprovação que, embora inócuos, lhe causariam desgosto” o termo “embora” estabelece entre as orações uma relação de
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Oração fúnebre aos guerreiros
Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis todos são iguais para a solução de suas divergências privadas, quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição. Conduzimo-nos liberalmente em nossa vida pública, e não observamos com uma curiosidade suspicaz a vida privada de nossos concidadãos, pois não nos ressentimos com nosso vizinho se ele age como lhe apraz, nem olhamos com ares de reprovação que, embora inócuos, lhe causariam desgosto. Ao mesmo tempo que evitamos ofender os outros em nosso convívio privado, em nossa vida pública nos afastamos da ilegalidade, principalmente por causa de um temor reverente, pois somos submissos às autoridades e às leis, especialmente àquelas promulgadas para socorrer os oprimidos e as que, embora não escritas, trazem aos transgressores uma desonra visível a todos.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. In: FIGUEIREDO, Carlos (Org.). 100 discursos históricos. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 21-22.
Nota-se, no discurso de Tucídides,
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Oração fúnebre aos guerreiros
Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis todos são iguais para a solução de suas divergências privadas, quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição. Conduzimo-nos liberalmente em nossa vida pública, e não observamos com uma curiosidade suspicaz a vida privada de nossos concidadãos, pois não nos ressentimos com nosso vizinho se ele age como lhe apraz, nem olhamos com ares de reprovação que, embora inócuos, lhe causariam desgosto. Ao mesmo tempo que evitamos ofender os outros em nosso convívio privado, em nossa vida pública nos afastamos da ilegalidade, principalmente por causa de um temor reverente, pois somos submissos às autoridades e às leis, especialmente àquelas promulgadas para socorrer os oprimidos e as que, embora não escritas, trazem aos transgressores uma desonra visível a todos.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. In: FIGUEIREDO, Carlos (Org.). 100 discursos históricos. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 21-22.
Qual a função de linguagem predominante no texto?
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