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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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TEXTO I
A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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A RAPOSA E O CORVO
Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma
árvore.
Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e
disse:
— Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas!
E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas?
Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as
suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros...
mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa
se calou.
O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com
ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas
não podia abrir o bico.
A raposa suspirou e acabou dizendo:
— Só lhe falta a voz , meu caro!
Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
— Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz?
Crás! Crás! Crás!
Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o
corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem,
meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais
precisa de outra coisa: de cérebro!
(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
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De acordo com o disposto na Lei Orgânica do
Município de Mossâmedes, assinale a única alternativa
CORRETA, considerando as seguintes afirmações sobre
as funções dos Subprefeitos:
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Qual era a população de Mossâmedes em 2022, de
acordo com o último censo, segundo os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –
IBGE?
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3781427
Ano: 2024
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
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Banca: Aroeira
Orgão: Câm. Mossâmedes-GO
Provas:
Considerando o disposto no Regimento Interno
da Câmara Municipal de Mossâmedes, qual é o prazo
para o relator apresentar seu relatório em uma Comissão
Permanente?
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de
Mossâmedes, qual das seguintes atribuições incumbe ao
Município em relação aos servidores administrativos:
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Com base nas normas estabelecidas pelo Estatuto
dos Servidores do Município de Mossâmedes, o servidor municipal que trabalha em contato permanente com
substâncias tóxicas ou radioativas em grau médio, faz jus
a um adicional de:
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