Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2495544 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
Sabendo que uma sociedade empresária apresentou venda de mercadorias no valor de R$ 240.000,00 no período e que os impostos sobre as vendas representam 12% e os custos das mercadorias vendidas representam 40% do total das vendas, analise as informações referentes ao período de 2013:
Despesas Comerciais 14.000,00
Despesas Administrativas 30.000,00
Perdas Extraordinárias 1.200,00
Despesas Financeiras 1.560,00
Assinale a alternativa que demonstra o Lucro Líquido do exercício:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2495257 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:

Sobre a estrutura do Poder Legislativo Municipal, assinale V (Verdadeiro) e F (Falso):

( ) Os vereadores são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município de acordo com o artigo 29, VIII, da Constituição Federal.

( ) O número de vereadores será proporcional à população do Município, até os limites estabelecidos no artigo 29, IV, da Constituição Federal, sendo 09 (nove) o limite máximo de Vereadores para os municípios de até 15.000 (quinze mil) habitantes.

( ) O subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos. Sendo que em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais.

( ) O total da despesa com a remuneração dos Vereadores não poderá ultrapassar o montante de 10% (dez por cento) da receita do Município.

Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2494830 Ano: 2014
Disciplina: Direito Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
A respeito dos contratos em geral, conforme disposto no Código Civil brasileiro, é INCORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2493413 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
Segundo os Conceitos de Contabilidade de Custos, avalie os termos apresentados a seguir:
I – Custeio por Absorção ( ) É um método de custeio que procura reduzir sensivelmente as distorções provocadas pelo rateio arbitrário dos custos indiretos, utilizando o direcionador de custos que é o fator que determina o custo aos produtos.
II – Departamentalização ( ) É o agrupamento de acordo com a Contabilidade de Custos, representadas por homens e máquinas desenvolvendo atividades homogêneas em unidades organizacionais.
III – Custeio Baseado em Atividades ( ) É o método derivado da aplicação dos Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos. Consiste da apropriação de todos os custos de produção aos bens elaborados, e só os de produção; todos os gastos relativos ao esforço de produção são distribuídos para todos os produtos ou serviços feitos.
IV – Custo-padrão ( ) Sua finalidade é o controle e o planejamento dos custos. Seu grande objetivo é o de fixar uma base de comparação entre o que ocorreu de custo e o que deveria ter ocorrido.
Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2492967 Ano: 2014
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
De acordo com o Estatuto do Idoso, assinale a alternativa INCORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2492491 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
Vandalismo ortográfico
É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado. Dizem que, com a “simplificação”, se resolve o problema do analfabetismo. Iludem os desavisados com números cabalísticos. Afirmam que hoje se gastam 400 horas com o ensino de ortografia e que, com sua poção mágica, tudo se reduziria a 150 horas, com uma economia de R$ 2 bilhões/ano! De que cartola tiraram estes números, ninguém sabe. Não apresentam nem sequer um estudo objetivo. Ninguém em sã consciência pode levá-los a sério.
Não se conhecem os detalhes da proposta.
Aqui e ali se lê que pretendem eliminar o h inicial, abolir o hífen, substituir todo ch por x, reduzir a um simples s as sequências ss, ç, sc, sç, xc. Falam em tornar lógica a ortografia. É difícil, porém, captar o seu conceito de “lógica”. Algumas vezes, parece que “lógico” seria fazer corresponder a cada som uma só letra. Outras vezes, parece que não é som, mas fonema. Uma balbúrdia conceitual: só se pode concluir que o forte desses “simplificadores” não é a fonologia elementar.
Esses “simplificadores” parecem desconhecer também o saber técnico de como se constroem as ortografias. Referem-se a uma “ortografia fonética”.
Mas não se pode adotar um critério fônico para organizar uma ortografia em razão da grande diversidade de pronúncias que caracteriza a língua. Um critério fônico produziria o caos ortográfico, com a multiplicação desordenada de grafias para cada palavra, perdendo-se a utilidade e a funcionalidade da ortografia.
Fazem também uma mixórdia, criticando como antipedagógicas (“decoreba”, dizem eles) as normas de organização da ortografia. Não sabem que normas técnicas existem para balizar a construção do sistema ortográfico, e não para ensinar a ortografia?
Uma proposta, portanto, com achismo demais e conhecimento de menos. A prevalecer o bom senso, seu destino será a lata de lixo. Foi assim no século 19, com proposta quase idêntica em Portugal. Esses “simplificadores” se apresentam com ares de alta modernidade, mas apenas requentam o projeto de Barbóza Leão, de 1878!
Que consequências haveria se fosse em frente uma tal reforma, alterando a grafia de um enorme contingente de palavras? A primeira: em pouco tempo, nossas bibliotecas estariam obsoletas. O resultado do vandalismo ortográfico é, sem mais nem menos, um ato de lesa-cultura. Precisa dizer mais? Ou pior: para ler um livro qualquer anterior a essa tresloucada reforma, as nossas crianças teriam de aprender não uma, mas duas ortografias! Teriam de saber que “eseso” (ou seria “esesu”?) é o mesmo que “excesso”; que “ezato” (ou seria “izatu”, ou “ezatu”?) é o mesmo que “exato”; que “jeso” (ou seria “jesu”?) é o mesmo que “gesso”. E vá o leitor multiplicando a lista para sentir o drama.
E a consequência para nós, que já somos alfabetizados? Amanheceríamos semialfabetizados: perderíamos o saber acumulado e teríamos de voltar à leitura silabada.
Os “simplificadores” parecem ignorar como se dá o processo de leitura. Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente. Este mesmo léxico ortográfico mental é ativado quando grafamos as palavras. É para sua consolidação cognitiva que a pedagogia da alfabetização deve encaminhar os alfabetizandos, ajudando-os a superar a hipótese cognitiva ingênua de que a ortografia representa a fala.
Por fim, tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense-se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.
É uma proposta recoberta por um discurso populista que abertamente desqualifica o saber técnico. Vale lembrar, então, que uma das pessoas que mais batalhou contra o analfabetismo e pela inclusão social via educação, Paulo Freire, nunca apontou a ortografia como problema. Entendia do riscado.
FARACO, Carlos Alberto. Disponível em:
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/
No último parágrafo do texto, “entender do riscado” significa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2489965 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
A respeito da licitação, assinale a alternativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2488781 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
A respeito da Ação de improbidade administrativa, é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2486179 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:

Existem várias concepções ou acepções a serem tomadas para definir o termo “Constituição”. A respeito do conceito de Constituição, assinale a alternativa CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2485456 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
Provas:
Vandalismo ortográfico
É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado. Dizem que, com a “simplificação”, se resolve o problema do analfabetismo. Iludem os desavisados com números cabalísticos. Afirmam que hoje se gastam 400 horas com o ensino de ortografia e que, com sua poção mágica, tudo se reduziria a 150 horas, com uma economia de R$ 2 bilhões/ano! De que cartola tiraram estes números, ninguém sabe. Não apresentam nem sequer um estudo objetivo. Ninguém em sã consciência pode levá-los a sério.
Não se conhecem os detalhes da proposta.
Aqui e ali se lê que pretendem eliminar o h inicial, abolir o hífen, substituir todo ch por x, reduzir a um simples s as sequências ss, ç, sc, sç, xc. Falam em tornar lógica a ortografia. É difícil, porém, captar o seu conceito de “lógica”. Algumas vezes, parece que “lógico” seria fazer corresponder a cada som uma só letra. Outras vezes, parece que não é som, mas fonema. Uma balbúrdia conceitual: só se pode concluir que o forte desses “simplificadores” não é a fonologia elementar.
Esses “simplificadores” parecem desconhecer também o saber técnico de como se constroem as ortografias. Referem-se a uma “ortografia fonética”.
Mas não se pode adotar um critério fônico para organizar uma ortografia em razão da grande diversidade de pronúncias que caracteriza a língua. Um critério fônico produziria o caos ortográfico, com a multiplicação desordenada de grafias para cada palavra, perdendo-se a utilidade e a funcionalidade da ortografia.
Fazem também uma mixórdia, criticando como antipedagógicas (“decoreba”, dizem eles) as normas de organização da ortografia. Não sabem que normas técnicas existem para balizar a construção do sistema ortográfico, e não para ensinar a ortografia?
Uma proposta, portanto, com achismo demais e conhecimento de menos. A prevalecer o bom senso, seu destino será a lata de lixo. Foi assim no século 19, com proposta quase idêntica em Portugal. Esses “simplificadores” se apresentam com ares de alta modernidade, mas apenas requentam o projeto de Barbóza Leão, de 1878!
Que consequências haveria se fosse em frente uma tal reforma, alterando a grafia de um enorme contingente de palavras? A primeira: em pouco tempo, nossas bibliotecas estariam obsoletas. O resultado do vandalismo ortográfico é, sem mais nem menos, um ato de lesa-cultura. Precisa dizer mais? Ou pior: para ler um livro qualquer anterior a essa tresloucada reforma, as nossas crianças teriam de aprender não uma, mas duas ortografias! Teriam de saber que “eseso” (ou seria “esesu”?) é o mesmo que “excesso”; que “ezato” (ou seria “izatu”, ou “ezatu”?) é o mesmo que “exato”; que “jeso” (ou seria “jesu”?) é o mesmo que “gesso”. E vá o leitor multiplicando a lista para sentir o drama.
E a consequência para nós, que já somos alfabetizados? Amanheceríamos semialfabetizados: perderíamos o saber acumulado e teríamos de voltar à leitura silabada.
Os “simplificadores” parecem ignorar como se dá o processo de leitura. Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente. Este mesmo léxico ortográfico mental é ativado quando grafamos as palavras. É para sua consolidação cognitiva que a pedagogia da alfabetização deve encaminhar os alfabetizandos, ajudando-os a superar a hipótese cognitiva ingênua de que a ortografia representa a fala.
Por fim, tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense-se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.
É uma proposta recoberta por um discurso populista que abertamente desqualifica o saber técnico. Vale lembrar, então, que uma das pessoas que mais batalhou contra o analfabetismo e pela inclusão social via educação, Paulo Freire, nunca apontou a ortografia como problema. Entendia do riscado.
FARACO, Carlos Alberto. Disponível em:
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/
São opiniões do autor do texto, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas