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1001521 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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De São Paulo a Roma, cidades estão cada vez mais vulneráveis a secas
As crises hídricas têm se multiplicado em diversas partes do planeta. Além das regiões afetadas quase constantemente pela falta de chuvas, como é o caso da África Subsaariana e do Nordeste do Brasil, o quadro tem se tornado cada vez mais recorrente em regiões onde se localizam grandes metrópoles, como é o caso de São Paulo, Brasília, Roma e cidades nos Estados Unidos, notadamente na Califórnia, e na Austrália. Os problemas de abastecimento de água refletem a redução dos níveis dos reservatórios, em virtude da recorrência de períodos cada vez mais quentes e secos, e a cada ano que passa se verificam novos recordes de temperatura. Segundo a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, em inglês), estamos vivenciando o terceiro ano consecutivo em que os recordes são quebrados. Os mais recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) fazem referência aos cenários imprevisíveis e com distribuição não uniforme dos extremos climáticos.
Segundo o Relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Água 2015, a retirada excessiva de água e os modelos arcaicos de uso de recursos naturais e de governança têm regulação deficiente e acontecem sem controle adequado. Os lençóis freáticos estão minguando; a estimativa é que cerca de 20% dos aquíferos do mundo inteiro são superexplorados. A perturbação dos ecossistemas por causa da intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas, o desmatamento e a poluição estão entre os fatores que ameaçam a capacidade do meio ambiente de fornecer serviços ecossistêmicos, incluindo o provisionamento de água limpa.
O maior problema, porém, é de governança. Nas últimas décadas, o consumo de água aumentou 200% mais que o crescimento da população, e a estimativa é que a demanda cresça ainda mais 55% até 2050. Se forem mantidos os mesmos padrões atuais de consumo, o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%, em 2030. A falta de atenção à capacidade de reposição e restauração dos ecossistemas, em especial as áreas de mananciais, é apontada, pelo relatório da ONU, como um fator crítico, uma vez que dificulta o provimento de serviços ecossistêmicos à sociedade, inclusive o suprimento de água. É importante destacar que, além das dificuldades relacionadas a ciclos hidrológicos, diminuições dos índices pluviométricos e disponibilidade hídrica, existem ainda fatores causados pelo homem que interferem na qualidade e quantidade do recurso: despejo de esgoto in natura, os efeitos das mudanças climáticas na produção da água e a falta de investimentos em infraestrutura de armazenamento e distribuição da água.
Apesar de o foco das notícias sobre a crise hídrica ser a falta de chuvas, pode-se observar que a negação da possível crise, a situação crítica e a morosidade na proposição de medidas efetivas para minimizá-la revelam problemas de governança. E a postura de pouca transparência, assim como a maneira como a sociedade foi informada a respeito da crise, não permitiu que se construísse uma narrativa que envolvesse os diferentes atores sociais e toda a sociedade no enfrentamento da situação. Um dos maiores desafios na governança da água é garantir uma abordagem aberta e transparente, inclusiva e comunicativa, equitativa e ética. Assim, a criação de condições para uma nova proposta de diálogo e corresponsabilização deve ser crescentemente apoiada em processos educativos orientados para a “deliberação pública”. Esta se concretizará principalmente pela maior presença de uma pluralidade de atores e implica também mudanças no sistema de prestação de contas à sociedade pelos gestores públicos e privados, mudanças culturais e de comportamento.
Devemos trabalhar, também, na recuperação dos mananciais em uso. Não podemos abandoná-los e partir para a captação de água em novos locais. Ao preservá-los, garantiremos o suprimento futuro de água. Os governantes, por sua vez, podem perceber a situação como uma excelente oportunidade de tratar o abastecimento a partir de novas perspectivas, em que prevaleçam atitudes preventivas e de estímulo à corresponsabilização da população.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Pedro R. Jacobi –
Disponível em: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/09
Analise as seguintes sugestões de alterações no texto:
I. A substituição de por causa da por devido à.
II. A substituição de a ciclos hidrológicos, diminuições dos índices pluviométricos e disponibilidade hídrica por aos ciclos hidrológicos, às diminuições dos índices pluviométricos e à disponibilidade hídrica.
III. O acréscimo de à própria sorte após abandoná-los .
IV. A substituição de e de estímulo por que estimulem.
Quais delas mantêm a correção do texto?
 

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999796 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida
adulta, segundo uma pesquisa norte-americana.
A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores. Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy – and Completely Unprepared for Adulthood (“iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes – e completamente despreparadas para a vida adulta”, em tradução livre), com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens norte-americanos.
Em entrevista, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Por outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isso tem relação com a superconectividade típica dessa geração, que passa, em média, seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e jogando online. Por conta disso, esses jovens acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais.
O estudo mostrou, ainda, que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores são seus níveis de infelicidade. "O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares", comentou a pesquisadora. "E um estudo realizado com 200 universitários mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua. Essa consciência, todavia, não se traduz em prática.
A Geração Smartphone, segundo a pesquisa (com base no universo norte-americano), sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos. No entanto, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como boa notícia para empresas. "Eles não têm grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros; bebem menos e não gostam de riscos." Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento. Para Jean Twenge, esses jovens "não gostam de fazer coisas com as quais não se sintam seguros, o que fazem é adiar os prazeres e as responsabilidades".
Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da população em geral. "E, mais ainda que as gerações anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/a-geracao-smartphone-que-bebe-menos-alcool-faz-menos-sexo-e-nao-esta-preparada-para-a-vida-adulta.ghtml)
Considere os seguintes fragmentos do texto:
I. Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes.
II. chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes.
III. geração, que passa, em média, seis horas por dia conectada à internet.
IV. a geração smartphone é tolerante.
Em quais deles o termo em destaque exerce a mesma função sintática?
 

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999768 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Com base na Lei nº 8.429/1992, a posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente. Em relação à declaração dos bens e valores, analise as seguintes assertivas:
I. A declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, somente localizado no País, não abrangendo os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico.
II. A declaração de bens será atualizada a cada 2 anos e na data em que o agente público deixar o exercício do mandato, cargo, emprego ou função.
III. Será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.
Quais estão corretas?
 

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999725 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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A Constituição Federal, no verso em que trata da competência dos Municípios, determina que, aos Municípios competem, dentre outras, criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação:
 

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999724 Ano: 2017
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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enunciado 2050924-1
O que deve ser mostrado com a execução da linha escreval(acc)// Questão x?
 

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999688 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida
adulta, segundo uma pesquisa norte-americana.
A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores. Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy – and Completely Unprepared for Adulthood (“iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes – e completamente despreparadas para a vida adulta”, em tradução livre) com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens norte-americanos.
Em entrevista, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Por outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isso tem relação com a superconectividade típica dessa geração, que passa, em média, seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e jogando online. Por conta disso, esses jovens acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais.
O estudo mostrou, ainda, que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores são seus níveis de infelicidade. "O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares", comentou a pesquisadora. "E um estudo realizado com 200 universitários mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua. Essa consciência, todavia, não se traduz em prática.
A Geração Smartphone, segundo a pesquisa (com base no universo norte-americano), sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos. No entanto, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como boa notícia para empresas. "Eles não têm grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros; bebem menos e não gostam de riscos." Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento. Para Jean Twenge, esses jovens "não gostam de fazer coisas com as quais não se sintam seguros, o que fazem é adiar os prazeres e as responsabilidades".
Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da população em geral. "E, mais ainda que as gerações anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/a-geracao-smartphone-que-bebe-menos-alcool-faz-menos-sexo-e-nao-esta-preparada-para-a-vida-adulta.ghtml)
Considere as seguintes palavras e o que se afirma sobre elas:
1. norte-americanos
2. superconectividade
3. despreparados
4. tolerantes
I. Há composição em 1 e 2.
II. Há prefixo somente em 2 e 3.
III. Há derivação parassintética em 4.
Quais estão corretas?
 

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998455 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Considerando a Lei Orgânica do Município de Quaraí, analise as assertivas abaixo em relação ao que compete ao Município, suplementarmente:

I. Celebrar convênios com outros municípios, com o Estado e a União para realização de obras, atividades e serviços voltados a promoção do bem comum.

II. Criar e organizar órgão da administração indireta, tais como empresas públicas e fundações.

III. Manter estrutura de saúde pública paralela ao SUS (Sistema Único de Saúde) e/ou órgãos equivalentes com recursos não oriundos do Fundo Municipal de Saúde.

Quais estão corretas?

 

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998384 Ano: 2017
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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O barramento USB se tornou um padrão para o uso de diversos equipamentos. O tipo de conector USB mais comum, que é o utilizado em pendrives, é o:
 

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998002 Ano: 2017
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Está previsto no Regime Interno da Câmara de Quaraí que qualquer cidadão poderá assistir às Sessões da Câmara, na parte do recinto que lhe é reservado, desde que:
I. Esteja decentemente trajado.
II. Conserve-se em silêncio durante os trabalhos.
III. Não manifeste apoio ou desaprovação ao que se passa em plenário.
IV. Não interpele os Vereadores.
Quais estão corretas?
 

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997970 Ano: 2017
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
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Considerando o regramento previsto no Código Tributário Nacional, analise as seguintes assertivas sobre o sujeito passivo da obrigação tributária:
I. O sujeito passivo da obrigação tributária principal é a pessoa obrigada ao pagamento do tributo ou penalidade pecuniária, independentemente de sua capacidade civil.
II. O sujeito passivo da obrigação tributária acessória é o contribuinte que tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador.
III. O sujeito passivo da obrigação acessória é o mesmo da obrigação principal.
Quais estão corretas?
 

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