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1229688 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Nos termos do Regimento Interno da Câmara do Município de Quatro Pontes, assinale a alternativa incorreta:
 

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1226622 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Os moradores do casarão
“(...)
1º Consultando o relógio de parece, que bate as horas num gemer de ferros, ela chama uma das pretas, para que lhe traga a chaleira com água quente. Toma banho dentro da bacia no quarto, cujos tacos já estão podres. Demora-se sentada no banco de madeira com medo da corrente de ar, os cabelos soltos e os ombros protegidos pela toalha.
2º A única amiga que a visita diz que a vida dela dá um romance. O casarão. A posição social de outrora. A educação dela: o piano, a aula particular de francês, o curso de pintura com irmã Honorine. Tudo se foi acabando. Os mortos são retratos no alto das paredes. Galeria de retratos, o do pai, imponente, o cabelo partido ao meio, certa ironia nos olhos, ao tempo em que foi secretário de estado e diretor do grande hospital. Foi por esse tempo que ela se casou com o bacharel recente. As tias fizeram oposição forte. Aquelas tias magras, de nervuras nos pescoços, as blusas de colarinho de renda, os bandos. A mais renitente delas era a tia Matilda. A sobrinha merecia coisa melhor, homem já projetado na vida, .......... carreira feita, que a família era nobre, quisessem ou não: vinha de boa cepa portuguesa, com barão na origem. O moço era filho de comerciante, com pequena loja de tecidos:
3º – e um menino! Em começo ...... vida.
4º Mas casaram. Foi decidido que ficassem no casarão, que dava para todos, e ninguém queria separar-se de Violeta, que tinha muitas mães, todas mandando nela. Violeta, governada, sem vontade própria, como se ainda fosse menina, ouvindo uma e outra:
5º – Estou bem com este vestido?
6º A nervura das tias:
7º – Horrível! Ponha o de organdi.
8º Ela voltava ao grande quarto, de forro alto, e mudava de roupa ..... frente do marido, marginalizado e em silêncio. Concessão maior só do pai, que era meio boêmio, apreciava uma roda de cerveja e de política. O pai soltava gargalhada na cadeira de balanço e garantia ao genro que aquelas velhas, e a própria mulher dele eram doidas.
9º A pressão. O reparo para qualquer deslize tolo ou gafe:
10 – Filho de comerciante.
11 E Violeta, que nunca teve filhos, engordava, lambia os dedos e os beiços untados de manteiga. Muitas banha, preguiça de sair de casa, uma ou outra nota no piano de cauda, com o jarro de flores, onde as moscas dormiam e cagavam.
12 Veio o desquite. O marido mudou-se para São Paulo. Fez carreira brilhante, é advogado de prestígio e, faz muito tempo, vive com a outra. Mas fixou pensão para a mulher e escrevia-lhe, talvez por pena dela: a gordura disforme. Foram cartas que raramente recebeu, e uma ou outra que ela própria tivesse escrito, tia Matilda, a renitente, tomava do jardineiro, lia e rasgava.
13 Quando essa tia morreu, porque afinal todos morreram, Violeta encontrou no quarto dela dentro da gaveta da cômoda, lá no fundo, algumas dessas cartas do marido, amarradas com o fitilho. Trancou-se, leuas à luz do abajur e chorou.
14 O casarão, com a torre, é ninho de morcegos, que voejam na tarde. Tudo é silêncio. O gradil do muro, enferrujado. Secou a fonte, onde o vento rodopia folhas mortas. De resistente apenas a hera, que sobe pelas velhas paredes, uma, ou outra vez aguada por Seu Vicente, jardineiro, ou pela preta mais nova, também cria da família.
MOREIRA CAMPOS, José Maria. Dizem que os cães veem coisas. Fortaleza: Edições UFC, 1987.
Em relação ao texto analise as afirmativas e em seguida assinale a correta:
 

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1220768 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Os moradores do casarão
“(...)
1º Consultando o relógio de parece, que bate as horas num gemer de ferros, ela chama uma das pretas, para que lhe traga a chaleira com água quente. Toma banho dentro da bacia no quarto, cujos tacos já estão podres. Demora-se sentada no banco de madeira com medo da corrente de ar, os cabelos soltos e os ombros protegidos pela toalha.
2º A única amiga que a visita diz que a vida dela dá um romance. O casarão. A posição social de outrora. A educação dela: o piano, a aula particular de francês, o curso de pintura com irmã Honorine. Tudo se foi acabando. Os mortos são retratos no alto das paredes. Galeria de retratos, o do pai, imponente, o cabelo partido ao meio, certa ironia nos olhos, ao tempo em que foi secretário de estado e diretor do grande hospital. Foi por esse tempo que ela se casou com o bacharel recente. As tias fizeram oposição forte. Aquelas tias magras, de nervuras nos pescoços, as blusas de colarinho de renda, os bandos. A mais renitente delas era a tia Matilda. A sobrinha merecia coisa melhor, homem já projetado na vida, .......... carreira feita, que a família era nobre, quisessem ou não: vinha de boa cepa portuguesa, com barão na origem. O moço era filho de comerciante, com pequena loja de tecidos:
3º – e um menino! Em começo ...... vida.
4º Mas casaram. Foi decidido que ficassem no casarão, que dava para todos, e ninguém queria separar-se de Violeta, que tinha muitas mães, todas mandando nela. Violeta, governada, sem vontade própria, como se ainda fosse menina, ouvindo uma e outra:
5º – Estou bem com este vestido?
6º A nervura das tias:
7º – Horrível! Ponha o de organdi.
8º Ela voltava ao grande quarto, de forro alto, e mudava de roupa ..... frente do marido, marginalizado e em silêncio. Concessão maior só do pai, que era meio boêmio, apreciava uma roda de cerveja e de política. O pai soltava gargalhada na cadeira de balanço e garantia ao genro que aquelas velhas, e a própria mulher dele eram doidas.
9º A pressão. O reparo para qualquer deslize tolo ou gafe:
10 – Filho de comerciante.
11 E Violeta, que nunca teve filhos, engordava, lambia os dedos e os beiços untados de manteiga. Muitas banha, preguiça de sair de casa, uma ou outra nota no piano de cauda, com o jarro de flores, onde as moscas dormiam e cagavam.
12 Veio o desquite. O marido mudou-se para São Paulo. Fez carreira brilhante, é advogado de prestígio e, faz muito tempo, vive com a outra. Mas fixou pensão para a mulher e escrevia-lhe, talvez por pena dela: a gordura disforme. Foram cartas que raramente recebeu, e uma ou outra que ela própria tivesse escrito, tia Matilda, a renitente, tomava do jardineiro, lia e rasgava.
13 Quando essa tia morreu, porque afinal todos morreram, Violeta encontrou no quarto dela dentro da gaveta da cômoda, lá no fundo, algumas dessas cartas do marido, amarradas com o fitilho. Trancou-se, leuas à luz do abajur e chorou.
14 O casarão, com a torre, é ninho de morcegos, que voejam na tarde. Tudo é silêncio. O gradil do muro, enferrujado. Secou a fonte, onde o vento rodopia folhas mortas. De resistente apenas a hera, que sobe pelas velhas paredes, uma, ou outra vez aguada por Seu Vicente, jardineiro, ou pela preta mais nova, também cria da família.
MOREIRA CAMPOS, José Maria. Dizem que os cães veem coisas. Fortaleza: Edições UFC, 1987
Assinale a alternativa que classifica incorretamente as palavras sublinhadas no parágrafo 14 quanto a função que exerce dentro do texto:
 

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1218162 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Nos termos do Regimento Interno da Câmara do Município de Quatro Pontes, assinale a alternativa incorreta:
 

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1218132 Ano: 2013
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Com base na Lei 101/2000, assinale a alternativa incorreta:
 

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1215508 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Assinale a alternativa incorreta com base no Regimento Interno da Câmara Municipal:
 

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1211078 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Anderson, Brunoro e Clóvis são vendedores em uma loja de eletroeletrônicos. Sabe-se que ou Anderson trabalha na secção de celulares ou Brunoro trabalha na secção de televisores. Sabe-se, também, que ou Brunoro trabalha na secção de celulares ou Clóvis trabalha na secção de celulares. Então, é correto afirmar que:
 

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1201669 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Os moradores do casarão
“(...)
1º Consultando o relógio de parece, que bate as horas num gemer de ferros, ela chama uma das pretas, para que lhe traga a chaleira com água quente. Toma banho dentro da bacia no quarto, cujos tacos já estão podres. Demora-se sentada no banco de madeira com medo da corrente de ar, os cabelos soltos e os ombros protegidos pela toalha.
2º A única amiga que a visita diz que a vida dela dá um romance. O casarão. A posição social de outrora. A educação dela: o piano, a aula particular de francês, o curso de pintura com irmã Honorine. Tudo se foi acabando. Os mortos são retratos no alto das paredes. Galeria de retratos, o do pai, imponente, o cabelo partido ao meio, certa ironia nos olhos, ao tempo em que foi secretário de estado e diretor do grande hospital. Foi por esse tempo que ela se casou com o bacharel recente. As tias fizeram oposição forte. Aquelas tias magras, de nervuras nos pescoços, as blusas de colarinho de renda, os bandos. A mais renitente delas era a tia Matilda. A sobrinha merecia coisa melhor, homem já projetado na vida, .......... carreira feita, que a família era nobre, quisessem ou não: vinha de boa cepa portuguesa, com barão na origem. O moço era filho de comerciante, com pequena loja de tecidos:
3º – e um menino! Em começo ...... vida.
4º Mas casaram. Foi decidido que ficassem no casarão, que dava para todos, e ninguém queria separar-se de Violeta, que tinha muitas mães, todas mandando nela. Violeta, governada, sem vontade própria, como se ainda fosse menina, ouvindo uma e outra:
5º – Estou bem com este vestido?
6º A nervura das tias:
7º – Horrível! Ponha o de organdi.
8º Ela voltava ao grande quarto, de forro alto, e mudava de roupa ..... frente do marido, marginalizado e em silêncio. Concessão maior só do pai, que era meio boêmio, apreciava uma roda de cerveja e de política. O pai soltava gargalhada na cadeira de balanço e garantia ao genro que aquelas velhas, e a própria mulher dele eram doidas.
9º A pressão. O reparo para qualquer deslize tolo ou gafe:
10 – Filho de comerciante.
11 E Violeta, que nunca teve filhos, engordava, lambia os dedos e os beiços untados de manteiga. Muitas banha, preguiça de sair de casa, uma ou outra nota no piano de cauda, com o jarro de flores, onde as moscas dormiam e cagavam.
12 Veio o desquite. O marido mudou-se para São Paulo. Fez carreira brilhante, é advogado de prestígio e, faz muito tempo, vive com a outra. Mas fixou pensão para a mulher e escrevia-lhe, talvez por pena dela: a gordura disforme. Foram cartas que raramente recebeu, e uma ou outra que ela própria tivesse escrito, tia Matilda, a renitente, tomava do jardineiro, lia e rasgava.
13 Quando essa tia morreu, porque afinal todos morreram, Violeta encontrou no quarto dela dentro da gaveta da cômoda, lá no fundo, algumas dessas cartas do marido, amarradas com o fitilho. Trancou-se, leuas à luz do abajur e chorou.
14 O casarão, com a torre, é ninho de morcegos, que voejam na tarde. Tudo é silêncio. O gradil do muro, enferrujado. Secou a fonte, onde o vento rodopia folhas mortas. De resistente apenas a hera, que sobe pelas velhas paredes, uma, ou outra vez aguada por Seu Vicente, jardineiro, ou pela preta mais nova, também cria da família.
MOREIRA CAMPOS, José Maria. Dizem que os cães veem coisas. Fortaleza: Edições UFC, 1987.
Em “Mas fixou pensão para a mulher...” (parágrafo 13) o elemento coesivo “mas” poderia ser substituído, sem prejuízo algum para a frase por qualquer um dos listados abaixo, exceto:
 

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1201631 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Assinale a alternativa incorreta, tomando por base a Lei 4320/1964:
 

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1201605 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Quatro Pontes-PR
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Assinale a alternativa errada, tomando por base o Regimento Interno da Câmara Municipal:
 

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