Foram encontradas 30 questões.
1683062
Ano: 2016
Disciplina: Administração Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Administração Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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No modelo de gestão contemporânea a administração pública gerencial se caracteriza por: possuir poucos níveis hierárquicos, flexibilidade operacional, excelência e controle dos resultados, em conformidade com o tipo de estrutura da administração gerencial, que enfatiza a qualidade e efetividade dos serviços públicos, conseguimos perceber as seguintes estratégias:
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Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
Na lexia: “Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens.”, o uso do acento grave se deu porque:
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1636215
Ano: 2016
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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A folha de pagamento é o documento que contabiliza os rendimentos que o empregado tem direito a receber, bem como os descontos que ele pode sofrer em conformidade com seu contrato de trabalho, divide - se em duas partes, que são os proventos e os descontos. Dentre os procedimentos mensais abaixo, quais necessitam de consulta da convenção coletiva para verificações e lançamentos?
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1628481
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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O processo de admissão de um funcionário requer o atendimento a todas as normas documentais realizadas no processo de admissão. Desta forma podemos destacar como documentos fundamentais à serem registrados no ato da contratação:
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1620652
Ano: 2016
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Todo funcionário tem direito a férias, concedidas em conformidade com as leis trabalhistas. É correto afirmar:
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Considerando a instalação e configurações padrões no Sistema Operacional Windows 7, encontraremos alguns aplicativos nativos. Qual desses aplicativos não é nativo do Windows?
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Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
Depois da leitura desse texto, podemos afirmar que:
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DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
No trecho: “O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal”, a oração sublinhada é, em relação à palavra Chimpanzé, uma:
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Analise a imagem abaixo. No Microsoft Excel, Na célula F2, quais são as fórmulas que podem ser inseridas?

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DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
No fragmento: “Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.”, as duas ocorrências do artigo definido a diante do substantivo chimpanzé se deram porque:
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