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Foram encontradas 205 questões.

1444199 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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O jornal Folha de S.Paulo publicou, em 19 de abril de 2013, a seguinte informação:

“4 em cada 5 semáforos de

São Paulo têm defeito”

Sabendo-se que o número de semáforos com defeito é 4 800, então o número de semáforos que não precisam de reparos é

 

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1444198 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Uma pessoa precisa quadricular uma placa retangular de papelão de 1,80 m de comprimento por 92 cm de largura. A figura mostra uma parte do quadriculado.

Enunciado 3385039-1

Sabendo-se que todos os quadradinhos são iguais e de maior lado possível, e que a placa toda foi quadriculada, sem que ocorresse nenhuma sobra, então, o número total de quadradinhos desenhados nessa placa foi

 

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1444197 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Um jovem comprou, em uma mesma loja, uma blusa e uma calça, obtendo descontos de 20% e 10%, respectivamente, sobre os valores das peças. Sabendo-se que o preço final da compra, com todos os descontos, foi R$ 171,00 e que o preço final da calça foi R$ 27,00 mais caro que o preço final da blusa, é correto concluir que a porcentagem de desconto do valor final da compra, em relação ao preço inicial que seria pago (sem os descontos), foi de

 

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1420969 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Mídia influencia satisfação corporal

Um estudo com 159 estudantes universitários aponta que o padrão de beleza veiculado pela mídia pode causar insatisfação com o próprio corpo entre os jovens brasileiros. A pesquisa foi realizada no Departamento de Psicologia da USP de Ribeirão Preto, pela nutricionista Maria Fernanda Laus.

A nutricionista explica que estudos do mesmo tipo realiza dos em outros países já haviam relacionado “distúrbios da ima gem corporal, mais precisamente a insatisfação, com exposição de imagens idealizadas pela mídia”. Assim, ela verificou essa relação em uma pequena amostra da população brasileira. De acordo com a pesquisadora, a literatura especializada sugere que a “insatisfação com o próprio corpo é resultado de uma discre pância entre a aparência autopercebida e a silhueta considerada ideal pela pessoa”.

Com essas informações, e usando fotografias, a pesquisadora dividiu os jovens em dois grupos: um experimental, ao qual foram apresentadas fotos de modelos que representam ideais de beleza, e outro de controle, cujos participantes foram expostos a fotos de objetos neutros.

Os resultados mostraram que “a exposição às imagens idealizadas pela mídia contribui para um aumento na insatisfação com o próprio corpo”. Antes de observar as imagens dos modelos de beleza, o índice de satisfação corporal dos grupos, tanto o experimental quanto o de controle, era praticamente o mesmo. Após a exposição aos estímulos, 37,50% das mulheres e 58,97% dos homens do grupo experimental selecionaram uma silhuet a diferente da escolhida como desejada antes da visualização.
Dentre estes, 80% das mulheres e 60,87% dos homens optaram por uma figura mais magra. As escolhas do grupo de controle permaneceram inalteradas.

(Marília Caliari, Agência USP de Notícias, www.usp.br, 10.06.2013. Adaptado)

De acordo com o texto, a pesquisa da nutricionista Maria Fernanda Laus consistiu em
 

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1420968 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Mídia influencia satisfação corporal

Um estudo com 159 estudantes universitários aponta que o padrão de beleza veiculado pela mídia pode causar insatisfação com o próprio corpo entre os jovens brasileiros. A pesquisa foi realizada no Departamento de Psicologia da USP de Ribeirão Preto, pela nutricionista Maria Fernanda Laus.

A nutricionista explica que estudos do mesmo tipo realiza dos em outros países já haviam relacionado “distúrbios da ima gem corporal, mais precisamente a insatisfação, com exposição de imagens idealizadas pela mídia”. Assim, ela verificou essa relação em uma pequena amostra da população brasileira. De acordo com a pesquisadora, a literatura especializada sugere que a “insatisfação com o próprio corpo é resultado de uma discre pância entre a aparência autopercebida e a silhueta considerada ideal pela pessoa”.

Com essas informações, e usando fotografias, a pesquisadora dividiu os jovens em dois grupos: um experimental, ao qual foram apresentadas fotos de modelos que representam ideais de beleza, e outro de controle, cujos participantes foram expostos a fotos de objetos neutros.

Os resultados mostraram que “a exposição às imagens idealizadas pela mídia contribui para um aumento na insatisfação com o próprio corpo”. Antes de observar as imagens dos modelos de beleza, o índice de satisfação corporal dos grupos, tanto o experimental quanto o de controle, era praticamente o mesmo. Após a exposição aos estímulos, 37,50% das mulheres e 58,97% dos homens do grupo experimental selecionaram uma silhuet a diferente da escolhida como desejada antes da visualização.
Dentre estes, 80% das mulheres e 60,87% dos homens optaram por uma figura mais magra. As escolhas do grupo de controle permaneceram inalteradas.

(Marília Caliari, Agência USP de Notícias, www.usp.br, 10.06.2013. Adaptado)

Considere o trecho do último parágrafo para responder à questão .

Após a exposição aos estímulos, 37,50% das mulheres e 58,97% dos homens do grupo experimental selecionaram uma silhueta diferente da escolhida como desejada antes da visualização. Dentre estes, 80% das mulheres e 60,87% dos homens optaram por uma figura mais magra.

Ao interpretar os dados da pesquisa, é correto concluir que
 

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1419981 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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O músico e escritor Jorge Mautner concede entrevista exclusiva à Revista E

Jorge Mautner é um homem das artes. Músico, cantor e escritor, o carioca iniciou a vida profissional como jornalista, em 1958. Só mais tarde, em 1965, deu início à carreira musical, com o lançamento de um compacto simples pela RCA Victor. Como as músicas eram de protesto, naquele mesmo ano foi enquadrado na lei de segurança nacional pela ditadura militar e exilado. Inicialmente, foi para Nova York, onde trabalhou na Organização das Nações Unidas (ONU), foi massagista, garçom e secretário literário, por sete anos, do poeta norte-americano Robert Lowell. Depois se mudou para Londres, onde encontrou Caetano Veloso e Gilberto Gil e dirigiu seu único filme, Demiurgo. Regressou ao Brasil em 1972 e retomou a carreira de músico.

O que você acha da música brasileira hoje?

Eu a acompanho desde a geração de Dircinha e Linda Batista, Aracy de Almeida, Blecaute, Dolores Duran. Hoje em dia, a riqueza cultural e musical do Brasil é imensa. É como o [Rio] Amazonas e suas confluências. Por exemplo, a música erudita alemã, dodecafônica, atonal, foi combinada com a percussão popular. E há uma infinidade de misturas, como o funk, o hip-hop, o rap.

Mas as pessoas reclamam que não há espaço no mercado para a música de qualidade
Pela multiplicidade e globalização que experimentamos agora, há oportunidades e chances para todo mundo, até para as coisas mais exóticas, estranhas e originais. Acontece que, antes, os autores eram muito interligados ao mundo literário, ao universo filosófico. Dolores Duran, por exemplo, lia Sartre, Albert Camus. Depois da queda do muro de Berlim, estamos numa plenitude do capitalismo liberal e da democracia. A música é mais de entretenimento.

Como você, uma pessoa que gosta de informação, reage ao universo cibernético? O volume de informações cansa ou não?

É ótimo, é o máximo, porque lugares são visitados e revisitados com mais rapidez. As notícias são sempre novíssimas, por causa das novas lentes, das novas máquinas de pesquisa digital. Na parte da literatura, o acesso a autores maravilhosos ficou mais fácil. E há autores que são eternos, que, mesmo tendo escrito tempos atrás, sempre têm alguma ideia que se aplica ao século 21.

(Revista E, n. 100, www.sescsp.org.br, 10.06.2013. Adaptado)

A apresentação de Jorge Mautner, no parágrafo que inicia o texto, dá ênfase à
 

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1419980 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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O músico e escritor Jorge Mautner concede entrevista exclusiva à Revista E

Jorge Mautner é um homem das artes. Músico, cantor e escritor, o carioca iniciou a vida profissional como jornalista, em 1958. Só mais tarde, em 1965, deu início à carreira musical, com o lançamento de um compacto simples pela RCA Victor. Como as músicas eram de protesto, naquele mesmo ano foi enquadrado na lei de segurança nacional pela ditadura militar e exilado. Inicialmente, foi para Nova York, onde trabalhou na Organização das Nações Unidas (ONU), foi massagista, garçom e secretário literário, por sete anos, do poeta norte-americano Robert Lowell. Depois se mudou para Londres, onde encontrou Caetano Veloso e Gilberto Gil e dirigiu seu único filme, Demiurgo. Regressou ao Brasil em 1972 e retomou a carreira de músico.

O que você acha da música brasileira hoje?

Eu a acompanho desde a geração de Dircinha e Linda Batista, Aracy de Almeida, Blecaute, Dolores Duran. Hoje em dia, a riqueza cultural e musical do Brasil é imensa. É como o [Rio] Amazonas e suas confluências. Por exemplo, a música erudita alemã, dodecafônica, atonal, foi combinada com a percussão popular. E há uma infinidade de misturas, como o funk, o hip-hop, o rap.

Mas as pessoas reclamam que não há espaço no mercado para a música de qualidade
Pela multiplicidade e globalização que experimentamos agora, há oportunidades e chances para todo mundo, até para as coisas mais exóticas, estranhas e originais. Acontece que, antes, os autores eram muito interligados ao mundo literário, ao universo filosófico. Dolores Duran, por exemplo, lia Sartre, Albert Camus. Depois da queda do muro de Berlim, estamos numa plenitude do capitalismo liberal e da democracia. A música é mais de entretenimento.

Como você, uma pessoa que gosta de informação, reage ao universo cibernético? O volume de informações cansa ou não?

É ótimo, é o máximo, porque lugares são visitados e revisitados com mais rapidez. As notícias são sempre novíssimas, por causa das novas lentes, das novas máquinas de pesquisa digital. Na parte da literatura, o acesso a autores maravilhosos ficou mais fácil. E há autores que são eternos, que, mesmo tendo escrito tempos atrás, sempre têm alguma ideia que se aplica ao século 21.

(Revista E, n. 100, www.sescsp.org.br, 10.06.2013. Adaptado)

É correto concluir que, na opinião de Jorge Mautner,
 

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1192252 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Assinale a alternativa que contém apenas aplicativos acessórios do MS-Windows 7, em sua configuração padrão.
 

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1192251 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Um recepcionista pretende enviar um e-mail, simultaneamente, para dois destinatários diferentes, por meio do MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão. Assinale a alternativa que contém o campo do e-mail que deve ser utilizado para inserir os endereços de e-mail dos destinatários.
 

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1192250 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. São Carlos-SP
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Assinale a alternativa que indica corretamente o nome do grupo do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, onde estão localizados os ícones com as funções Negrito, Itálico e Sublinhado.
 

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