Foram encontradas 30 questões.
A figura a seguir mostra as dimensões de um terreno residencial na forma de trapézio, com a indicação
das medidas de três de seus lados, em metros.
A área total do terreno, em m², é igual a:
A área total do terreno, em m², é igual a:
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Leia atentamente o texto a seguir, para responder a próxima questão.
O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
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propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
O termo “aliás” funciona como um elemento de coesão entre as orações. Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o sentido estabelecido por ele no excerto acima.
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Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto a seguir, para responder a próxima questão.
O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
I. Errar é um sinal claro de inteligência.
II. Fingir ter conhecimento é sinal de sabedoria.
III. Admitir incerteza é sinal de humildade.
IV. Ter dúvidas é sinal de evolução.
Estão em conformidade com as ideias do autor:
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2852354
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Provas:
Leia a seguinte explicação sobre uma relevante
ferramenta tecnológica da atualidade e marque a alternativa que indica o nome do que se trata.
“Criado em 2003 por Janus Friis e Niklas Zennstrom, é um software que permite aos seus usuários fazer chamadas de voz e vídeo para qualquer lugar do mundo utilizando a Internet. A ferramenta foi vendida em 2005 para a empresa eBay e pertence, desde 2011, à Microsoft. Atualmente, é o aplicativo para computadores mais famoso do mercado e possui mais de trezentos milhões de usuários espalhados pelo mundo”. (Revista Exame, 13/09/16, com adaptações).
“Criado em 2003 por Janus Friis e Niklas Zennstrom, é um software que permite aos seus usuários fazer chamadas de voz e vídeo para qualquer lugar do mundo utilizando a Internet. A ferramenta foi vendida em 2005 para a empresa eBay e pertence, desde 2011, à Microsoft. Atualmente, é o aplicativo para computadores mais famoso do mercado e possui mais de trezentos milhões de usuários espalhados pelo mundo”. (Revista Exame, 13/09/16, com adaptações).
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2852353
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Provas:
Analise a explicação a seguir, exposta pelo intelectual norte-americano Louis Henkin, e assinale a alternativa que melhor indica do que se trata.
“Após a Segunda Guerra Mundial, diversos acordos internacionais têm criado obrigações e responsabilidades para os Estados com respeito às pessoas sujeitas à sua jurisdição, e um direito costumeiro internacional tem se desenvolvido. Com isto, instituem-se obrigações aos Estados para com todas as pessoas humanas, e não apenas para com estrangeiros. Este Direito reflete a aceitação geral de que todo indivíduo deve ter direitos, os quais todos os Estados devem respeitar e proteger. Logo, a observância deles é não apenas um assunto de interesse particular do Estado, relacionado à jurisdição doméstica, mas é matéria de interesse internacional”. (HENKIN, Louis. International Law. Minnesota: West Publishing, 1993, com adaptações).
“Após a Segunda Guerra Mundial, diversos acordos internacionais têm criado obrigações e responsabilidades para os Estados com respeito às pessoas sujeitas à sua jurisdição, e um direito costumeiro internacional tem se desenvolvido. Com isto, instituem-se obrigações aos Estados para com todas as pessoas humanas, e não apenas para com estrangeiros. Este Direito reflete a aceitação geral de que todo indivíduo deve ter direitos, os quais todos os Estados devem respeitar e proteger. Logo, a observância deles é não apenas um assunto de interesse particular do Estado, relacionado à jurisdição doméstica, mas é matéria de interesse internacional”. (HENKIN, Louis. International Law. Minnesota: West Publishing, 1993, com adaptações).
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2852352
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sertanópolis-PR
Provas:
Em relação à evolução histórico-constitucional do
Brasil, marque a alternativa que indica o ano em que
foi outorgada a nossa primeira Constituição
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