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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
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práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
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(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
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não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
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Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
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não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
I. a expressão destacada foi corretamente substituída por termo ou expressão de sentido equivalente; e
II. todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial vigente.
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Em tempos de intensa digitalização dos serviços
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tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
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não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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Após fortes enchentes, um município declarou
situação de emergência e celebrou contratação
direta com uma OSC para prestação de serviços de
acolhimento, mediante convênio. Paralelamente,
instituiu servidão administrativa sobre imóvel
particular para implantação de galeria pluvial,
delegou parte do serviço público de saneamento
por meio de consórcio público, criou programa de
compliance e governança, instaurou processo
administrativo para apurar suposta irregularidade
praticada pelo agente de contratação e iniciou
Processo Administrativo de Responsabilização
(PAR) contra a empresa contratada, em razão de
indícios de fraude e pagamento de vantagem
indevida a servidor público. Ao final, o Tribunal de
Contas apontou vícios formais no procedimento,
enquanto o Ministério Público ajuizou ação de
improbidade administrativa e ação de
responsabilização da pessoa jurídica. À luz da
Constituição, das Leis nº 8.429/1992, 9.784/1999,
12.846/2013, 14.133/2021, da Lei dos Consórcios
Públicos e da jurisprudência consolidada do STJ,
marque a opção CORRETA.
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4224399
Ano: 2026
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IAN
Orgão: Câm. Jardim-MS
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IAN
Orgão: Câm. Jardim-MS
Provas:
O Procurador Jurídico de determinado
município elaborou parecer jurídico favorável à
aprovação de projeto de lei redigido com manifesta
violação às regras da Lei Complementar nº 95/1998
e do Manual de Redação da Presidência da
República, deixando de apontar os vícios técnicos
identificados. Posteriormente, ao ser intimado em
procedimento disciplinar na OAB, alegou que o
parecer possuía natureza meramente opinativa,
inexistindo qualquer dever ético de advertir a
autoridade competente sobre as irregularidades
constatadas. À luz da Lei nº 8.906/1994, do Código
de Ética e Disciplina da OAB e da legislação
aplicável, assinale a alternativa CORRETA
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