Foram encontradas 50 questões.
- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações Oficiais
Asssinale a alternativa cuja palavra destacada
apresenta ambiguidade (dupla possibilidade de
leitura), não estando, portanto, de acordo com as
normas da redação oficial.
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- Aspectos Gerais da Comunicação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
"À Senhora
Fulana de Tal
."
Assinale a alternativa que apresenta a indicação correta de cargo referente ao início de endereçamento de ofício acima, conforme a concordância dos elementos.
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CAZO. Segurança alimentar. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-segurancaalimentar/>.
Em relação à charge acima, é correto afirmar que:
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Estabeleça a relação entre os elementos abaixo,
associando a forma verbal à lacuna de cada
enunciado, de acordo com a norma-padrão. A
seguir, assinale a sequência obtida.
(1) havia (2) haviam
- Naquela reunião, (____) muitas informações confidenciais.
- Já (_____) muitos anos que nós não nos encontrávamos.
- Os dirigentes, naquele encontro, já (_____) marcado uma outra reunião secreta.
- Se existiam rancores ou só (____) pequenas desavenças, ninguém sabe ao certo.
(1) havia (2) haviam
- Naquela reunião, (____) muitas informações confidenciais.
- Já (_____) muitos anos que nós não nos encontrávamos.
- Os dirigentes, naquele encontro, já (_____) marcado uma outra reunião secreta.
- Se existiam rancores ou só (____) pequenas desavenças, ninguém sabe ao certo.
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"Eu não acredito em circunstâncias ideais.
Quem quer ou quem precisa escrever, senta e
escreve, seja onde for." (Micheliny Verunschk)
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma análise correta da palavra destacada no pensamento acima.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma análise correta da palavra destacada no pensamento acima.
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Assinale a alternativa cujo pronome destacado
apresenta colocação correta, pela norma-padrão.
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4255999
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Três Corações-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Três Corações-MG
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Assinale a alternativa em que a expressão
destacada se apresenta na forma de uma
hipérbole.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Uma insatisfação crônica
O dinheiro é um bom servo, mas um
péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e
para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado
de forma egoísta, só para o nosso deleite e de
forma avarenta, só para explorar o próximo, é
uma maldição. Certamente, o problema não é ter
dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar
dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.
O dinheiro é necessário, pois sem ele não
suprimos nossas necessidades nem podemos
socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por
mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade
nem segurança. É ledo engano pensar que o
dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o
dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О
dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar
na instabilidade da riqueza. O dinheiro,
outrossim, não pode comprar as coisas mais
importantes. O dinheiro pode nos dar momentos
felizes, mas não pode adquirir para nós
felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um
lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode
nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar
bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um
rico funeral, mas não a vida eterna.
O dinheiro pode ser conquistado por nós
com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado
para nós como herança dos nossos pais. Pode vir
do trabalho das nossas mãos ou das mãos
daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro,
porém, não pode ser levado por nós. O homem
mais rico não pode levar sequer um mísero
centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em
caixão nem caminhão de mudança em enterro.
Mesmo possuindo um império econômico, ao
morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode
ir conosco até à sepultura. Tudo o que
granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo.
As riquezas da terra não realizam nenhuma
marcha conosco além da sepultura.
O amor do dinheiro é raiz de todos os
males. Muitos caem nos laços da cobiça e
atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há
aqueles que até mesmo se desviam da fé e
mergulham sua alma em doída angústia e pesada
tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e
morrem, casam-se e descasam, matam e mandam
matar, corrompem e são corrompidos. Por amor
ao dinheiro, o homem se bestializa e declara
guerra ao seu próximo. (...)
LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica.
Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Uma insatisfação crônica
O dinheiro é um bom servo, mas um
péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e
para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado
de forma egoísta, só para o nosso deleite e de
forma avarenta, só para explorar o próximo, é
uma maldição. Certamente, o problema não é ter
dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar
dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.
O dinheiro é necessário, pois sem ele não
suprimos nossas necessidades nem podemos
socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por
mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade
nem segurança. É ledo engano pensar que o
dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o
dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О
dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar
na instabilidade da riqueza. O dinheiro,
outrossim, não pode comprar as coisas mais
importantes. O dinheiro pode nos dar momentos
felizes, mas não pode adquirir para nós
felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um
lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode
nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar
bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um
rico funeral, mas não a vida eterna.
O dinheiro pode ser conquistado por nós
com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado
para nós como herança dos nossos pais. Pode vir
do trabalho das nossas mãos ou das mãos
daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro,
porém, não pode ser levado por nós. O homem
mais rico não pode levar sequer um mísero
centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em
caixão nem caminhão de mudança em enterro.
Mesmo possuindo um império econômico, ao
morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode
ir conosco até à sepultura. Tudo o que
granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo.
As riquezas da terra não realizam nenhuma
marcha conosco além da sepultura.
O amor do dinheiro é raiz de todos os
males. Muitos caem nos laços da cobiça e
atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há
aqueles que até mesmo se desviam da fé e
mergulham sua alma em doída angústia e pesada
tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e
morrem, casam-se e descasam, matam e mandam
matar, corrompem e são corrompidos. Por amor
ao dinheiro, o homem se bestializa e declara
guerra ao seu próximo. (...)
LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica.
Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
As formas verbais destacadas no trecho acima indicam ações:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Uma insatisfação crônica
O dinheiro é um bom servo, mas um
péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e
para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado
de forma egoísta, só para o nosso deleite e de
forma avarenta, só para explorar o próximo, é
uma maldição. Certamente, o problema não é ter
dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar
dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.
O dinheiro é necessário, pois sem ele não
suprimos nossas necessidades nem podemos
socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por
mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade
nem segurança. É ledo engano pensar que o
dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o
dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О
dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar
na instabilidade da riqueza. O dinheiro,
outrossim, não pode comprar as coisas mais
importantes. O dinheiro pode nos dar momentos
felizes, mas não pode adquirir para nós
felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um
lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode
nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar
bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um
rico funeral, mas não a vida eterna.
O dinheiro pode ser conquistado por nós
com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado
para nós como herança dos nossos pais. Pode vir
do trabalho das nossas mãos ou das mãos
daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro,
porém, não pode ser levado por nós. O homem
mais rico não pode levar sequer um mísero
centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em
caixão nem caminhão de mudança em enterro.
Mesmo possuindo um império econômico, ao
morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode
ir conosco até à sepultura. Tudo o que
granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo.
As riquezas da terra não realizam nenhuma
marcha conosco além da sepultura.
O amor do dinheiro é raiz de todos os
males. Muitos caem nos laços da cobiça e
atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há
aqueles que até mesmo se desviam da fé e
mergulham sua alma em doída angústia e pesada
tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e
morrem, casam-se e descasam, matam e mandam
matar, corrompem e são corrompidos. Por amor
ao dinheiro, o homem se bestializa e declara
guerra ao seu próximo. (...)
LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica.
Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
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