Foram encontradas 60 questões.
Sofia R., recém-nomeada Coordenadora de Gestão de
Pessoas do CAU/SP, foi designada para auxiliar na implementação da Política Institucional de Prevenção e
Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação. Durante
reunião com a Comissão de Políticas Afirmativas (CPAF
-CAU/SP), surgiu controvérsia conceitual a respeito das
premissas teóricas que fundamentam o compliance anti
-discriminatório adotado pelo Conselho, especialmente
quanto à distinção entre os princípios da igualdade e da
equidade.
Considerando a Política Institucional de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do CAU/SP, assinale a alternativa correta.
Considerando a Política Institucional de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do CAU/SP, assinale a alternativa correta.
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Sobre os lados de um retângulo ABCD estão os pontos F, M e N, conforme mostra a figura a seguir, de maneira
que AM = MN = ND:
Sabendo que a área do triângulo CDM é 21 cm2 , a área do triângulo CFM é
Sabendo que a área do triângulo CDM é 21 cm2 , a área do triângulo CFM é
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Em um parque, uma lagoa se esvazia e se enche de
água regularmente. Com a lagoa vazia, um fluxo de
água começa a enchê-la, o qual é interrompido quando
ela fica cheia, e, logo em seguida, a lagoa volta a se
esvaziar. Entre a lagoa começar a receber água, ficar
cheia e se esvaziar, passam-se 15 minutos. Após a lagoa ficar vazia, passam-se 20 horas até que o processo
recomece, ou seja, a lagoa voltar a receber o fluxo de
água.
Certo ano, no dia 16 de junho, essa lagoa começou a receber o fluxo de água às 6h. Nesse mês de junho, a última vez que essa lagoa começou a receber água foi no dia 30 às
Certo ano, no dia 16 de junho, essa lagoa começou a receber o fluxo de água às 6h. Nesse mês de junho, a última vez que essa lagoa começou a receber água foi no dia 30 às
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No início de maio de 2026, apenas uma parte dos 588
funcionários de uma empresa já havia feito o treinamento de prevenção e combate a incêndio, obrigatório para
todos os funcionários. Durante esse mês, fizeram o treinamento 40% dos funcionários que ainda não tinham
feito, de maneira que, ao fim desse mês, o número total
de funcionários que já haviam realizado o treino era o
triplo daqueles que ainda não haviam feito.
No fim de maio de 2026, o número de funcionários que ainda necessitavam realizar o treinamento era
No fim de maio de 2026, o número de funcionários que ainda necessitavam realizar o treinamento era
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Na faixa de pedestre de maior movimentação em uma
cidade, entre 8h e 16h é estimado que, a cada vez que
o semáforo indica permissão para o pedestre atravessar
(boneco verde), 37 pessoas atravessam a rua do lado
par para o lado ímpar, e 48 pessoas atravessam do lado
ímpar para o lado par.
De acordo com essa estimativa, se no período considerado 10.200 pessoas atravessaram essa faixa, quantas pessoas foram do lado par da rua para o lado ímpar?
De acordo com essa estimativa, se no período considerado 10.200 pessoas atravessaram essa faixa, quantas pessoas foram do lado par da rua para o lado ímpar?
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As cidades que decidiram banir o Airbnb
Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume
Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028.
A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como
“o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que
retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional,
devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver
ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados
atualmente a aluguel de curto prazo.
Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações
rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto
prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos
por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos
que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente
no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi
tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.
A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo
já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições.
Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados
Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes
restrições aos aluguéis de curto prazo.
Todo esse movimento faz parte de uma questão mais
ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores
locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações
flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de
“morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.
Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez
não seja apenas questão de números, mas a forma como
os moradores locais se sentem em relação ao turismo.
Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são
rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido
aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou
enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.
Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que
permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam
beneficiar os moradores locais.
(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de Textos
As cidades que decidiram banir o Airbnb
Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume
Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028.
A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como
“o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que
retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional,
devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver
ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados
atualmente a aluguel de curto prazo.
Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações
rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto
prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos
por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos
que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente
no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi
tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.
A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo
já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições.
Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados
Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes
restrições aos aluguéis de curto prazo.
Todo esse movimento faz parte de uma questão mais
ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores
locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações
flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de
“morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.
Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez
não seja apenas questão de números, mas a forma como
os moradores locais se sentem em relação ao turismo.
Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são
rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido
aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou
enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.
Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que
permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam
beneficiar os moradores locais.
(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
• “Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições…” (2° parágrafo) • “… os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços.” (5° parágrafo)
As expressões destacadas indicam, respectivamente, circunstâncias de
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- OrtografiaPontuaçãoAspas
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
As cidades que decidiram banir o Airbnb
Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume
Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028.
A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como
“o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que
retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional,
devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver
ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados
atualmente a aluguel de curto prazo.
Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações
rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto
prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos
por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos
que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente
no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi
tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.
A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo
já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições.
Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados
Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes
restrições aos aluguéis de curto prazo.
Todo esse movimento faz parte de uma questão mais
ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores
locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações
flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de
“morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.
Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez
não seja apenas questão de números, mas a forma como
os moradores locais se sentem em relação ao turismo.
Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são
rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido
aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou
enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.
Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que
permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam
beneficiar os moradores locais.
(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
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As cidades que decidiram banir o Airbnb
Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume
Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028.
A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como
“o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que
retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional,
devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver
ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados
atualmente a aluguel de curto prazo.
Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações
rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto
prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos
por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos
que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente
no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi
tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.
A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo
já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições.
Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados
Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes
restrições aos aluguéis de curto prazo.
Todo esse movimento faz parte de uma questão mais
ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores
locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações
flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de
“morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.
Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez
não seja apenas questão de números, mas a forma como
os moradores locais se sentem em relação ao turismo.
Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são
rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido
aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou
enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.
Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que
permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam
beneficiar os moradores locais.
(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
– “As cidades que decidiram banir o Airbnb” (título) – “… ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.” (5° parágrafo)
Preservando o sentido do contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
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As cidades que decidiram banir o Airbnb
Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume
Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028.
A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como
“o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que
retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional,
devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver
ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados
atualmente a aluguel de curto prazo.
Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações
rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto
prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos
por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos
que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente
no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi
tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.
A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo
já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições.
Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados
Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes
restrições aos aluguéis de curto prazo.
Todo esse movimento faz parte de uma questão mais
ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores
locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações
flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de
“morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.
Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez
não seja apenas questão de números, mas a forma como
os moradores locais se sentem em relação ao turismo.
Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são
rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido
aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou
enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.
Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que
permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam
beneficiar os moradores locais.
(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
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