Foram encontradas 116 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Autores que pretenderam representar O romance regionalista de 30 propuseram:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Analise o poema “Procura da Poesia”, de Carlos Drummond de Andrade.
(...)
Penetra surdamente no reino das palavras
Lá estão os poemas que esperam ser escritos
(...)
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta
pobre ou terrível que lhe deres:
trouxeste a chave?
Este poema de Drummond ilustra:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Marina Colassanti publicou uma crônica em que diz: “[...] não existem meninos De rua. Existem meninos Na rua”, um tema que guarda familiaridade com “Capitães de Areia” de Jorge Amado. A troca de “DE” por “Na” surtiu um efeito de sentido, capaz de emprestar às expressões:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
A exigência da inserção de uma produção linguística responde pela exigência da inserção histórica, em um tempo e lugar. De tal forma que essa produção sofre influência de suas vertentes culturais proeminentes. Assim, se explica a opção dos Modernistas brasileiros na Semana de Artes Modernas, de 1922:
1) pela opção do verso livre, sem a exigência do rigor formal.
2) pela preferência de uma expressão linguística nacional.
3) pela temática com inspiração na vida do cotidiano.
4) pelo interesse em explorar a exuberante natureza do Brasil.
5) pela volta ao ideal da perfeição formal herdada do Parnasianismo.
Estão corretas, apenas, as alternativas:
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Por que nossa mente “dá branco”?
O problema não está na memória, mas na falta de atenção.
Por segundos, parece que a mente apagou tudo: do que íamos pegar na geladeira à resposta da prova. O problema não está na memória, mas na falta de atenção. “É um mecanismo essencial na ativação das memórias de curto prazo, e operacional, que armazena temporariamente dados necessários para o cérebro comandar ações rápidas, como digitar no celular um número que logo vai ser esquecido”, explica Tarso Adoni, médico do Núcleo de Neurociências do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Ocorre que o lobo frontal, responsável pela atenção e memórias transitórias, tem capacidade limitada de armazenamento. Só fica ali – com chance de seguir para a memória permanente conforme a relevância e utilidade – o que a atenção selecionou. O que passou batido será apagado em seguida, caso não cheguem novas pistas relacionadas. Isso explica a razão da ideia “esquecida” ser “lembrada”, ao voltarmos onde estávamos antes do branco. Esse tipo de apagão é diferente dos causados pelo álcool, ou pela ansiedade, que afetam memórias consolidadas. Neste caso, o cérebro entende o nervosismo como ameaça e se concentra em combatê-lo. Se os “brancos” afetarem a qualidade de vida, melhor procurar um médico.
(Cida de Oliveira. Por que nossa mente ‘dá Branco’? Galileu. São Paulo. Globo, n.272, mar. 2014).
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Por que nossa mente “dá branco”?
O problema não está na memória, mas na falta de atenção.
Por segundos, parece que a mente apagou tudo: do que íamos pegar na geladeira à resposta da prova. O problema não está na memória, mas na falta de atenção. “É um mecanismo essencial na ativação das memórias de curto prazo, e operacional, que armazena temporariamente dados necessários para o cérebro comandar ações rápidas, como digitar no celular um número que logo vai ser esquecido”, explica Tarso Adoni, médico do Núcleo de Neurociências do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Ocorre que o lobo frontal, responsável pela atenção e memórias transitórias, tem capacidade limitada de armazenamento. Só fica ali – com chance de seguir para a memória permanente conforme a relevância e utilidade – o que a atenção selecionou. O que passou batido será apagado em seguida, caso não cheguem novas pistas relacionadas. Isso explica a razão da ideia “esquecida” ser “lembrada”, ao voltarmos onde estávamos antes do branco. Esse tipo de apagão é diferente dos causados pelo álcool, ou pela ansiedade, que afetam memórias consolidadas. Neste caso, o cérebro entende o nervosismo como ameaça e se concentra em combatê-lo. Se os “brancos” afetarem a qualidade de vida, melhor procurar um médico.
(Cida de Oliveira. Por que nossa mente ‘dá Branco’? Galileu. São Paulo. Globo, n.272, mar. 2014).
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Por que nossa mente “dá branco”?
O problema não está na memória, mas na falta de atenção.
Por segundos, parece que a mente apagou tudo: do que íamos pegar na geladeira à resposta da prova. O problema não está na memória, mas na falta de atenção. “É um mecanismo essencial na ativação das memórias de curto prazo, e operacional, que armazena temporariamente dados necessários para o cérebro comandar ações rápidas, como digitar no celular um número que logo vai ser esquecido”, explica Tarso Adoni, médico do Núcleo de Neurociências do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Ocorre que o lobo frontal, responsável pela atenção e memórias transitórias, tem capacidade limitada de armazenamento. Só fica ali – com chance de seguir para a memória permanente conforme a relevância e utilidade – o que a atenção selecionou. O que passou batido será apagado em seguida, caso não cheguem novas pistas relacionadas. Isso explica a razão da ideia “esquecida” ser “lembrada”, ao voltarmos onde estávamos antes do branco. Esse tipo de apagão é diferente dos causados pelo álcool, ou pela ansiedade, que afetam memórias consolidadas. Neste caso, o cérebro entende o nervosismo como ameaça e se concentra em combatê-lo. Se os “brancos” afetarem a qualidade de vida, melhor procurar um médico.
(Cida de Oliveira. Por que nossa mente ‘dá Branco’? Galileu. São Paulo. Globo, n.272, mar. 2014).
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Analise o ciclo do parasita abaixo:

Considerando que o mesmo apresenta uma fase trofozoítica intestinal e outra cística fora do corpo, pode-se concluir que se trata de:
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