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2990879 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Considerando-se o uso, de acordo com a norma-padrão da língua, do acento indicativo de crase, é(são) incorreta(s) a(s) ocorrência(s):

I. O agente estava dedicado à tarefa daquela manhã.

II. A entrevistada disse à rede de notícias.

III. O cruzamento fica à 200 metros.

IV. O veículo deveria virar à direita.

 

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2990878 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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O tema central do texto é:

 

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2990877 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Empresa de Musk busca voluntários para testes com implante cerebral contra paralisia

A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. O objetivo da empresa é conectar cérebros humanos a computadores e testar a tecnologia em pessoas com paralisia.

Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos. Empresas rivais já implantaram dispositivos BCI em humanos. A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

Naquele mês, a Neuralink afirmou que a chancela do FDA foi “um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”. A empresa buscava aprovação para implantar seus dispositivos em 10 voluntários, disseram ex-funcionários e funcionários da FDA à agência de notícias Reuters. Não se sabe qual número de participantes foi aprovado.

No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink. Isso permitirá que o implante experimental N1 da Neuralink, alimentado por uma bateria que pode ser carregada sem fio, registre e transmita sinais cerebrais para um aplicativo que decodificará como a pessoa pretende se mover.

A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas.

A Blackrock Neurotech, com sede no Estado americano de Utah, implantou seu primeiro de muitos BCIs em 2004. A Precision Neuroscience, criada por um cofundador da Neuralink, também visa ajudar pessoas com paralisia. Seu implante se assemelha a um pedaço muito fino de fita que fica na superfície do cérebro e pode ser implantado através de uma “microfenda craniana” — segundo a empresa, um procedimento muito mais simples.

Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados. Em dois estudos científicos recentes nos EUA, implantes foram usados para monitorar a atividade cerebral quando uma pessoa tentava falar, o que pode eventualmente ser decodificado para ajudá-la a se comunicar.

Adrien Rapeaux, pesquisador associado do Laboratório de Interfaces Neurais da universidade Imperial College London, disse à BBC que “a Neuralink sem dúvidas tem uma vantagem em termos de implantação”, já que seu procedimento é assistido roboticamente. Mas Rapeaux, que também é cofundador da Mintneuro (uma start-up de implantes neurais), apontou que não está claro se o método da Neuralink para converter sinais cerebrais em ações conseguiria se manter confiável por bastante tempo, o que é um “problema conhecido na área”.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88yzyg9xlvo. Acesso em: 21/06/2023. Texto adaptado.

Observe o seguinte trecho: “Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados”.

Considerando-se a norma-padrão da língua, os termos grifados possuem o valor semântico de:

 

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2990876 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Empresa de Musk busca voluntários para testes com implante cerebral contra paralisia

A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. O objetivo da empresa é conectar cérebros humanos a computadores e testar a tecnologia em pessoas com paralisia.

Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos. Empresas rivais já implantaram dispositivos BCI em humanos. A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

Naquele mês, a Neuralink afirmou que a chancela do FDA foi “um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”. A empresa buscava aprovação para implantar seus dispositivos em 10 voluntários, disseram ex-funcionários e funcionários da FDA à agência de notícias Reuters. Não se sabe qual número de participantes foi aprovado.

No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink. Isso permitirá que o implante experimental N1 da Neuralink, alimentado por uma bateria que pode ser carregada sem fio, registre e transmita sinais cerebrais para um aplicativo que decodificará como a pessoa pretende se mover.

A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas.

A Blackrock Neurotech, com sede no Estado americano de Utah, implantou seu primeiro de muitos BCIs em 2004. A Precision Neuroscience, criada por um cofundador da Neuralink, também visa ajudar pessoas com paralisia. Seu implante se assemelha a um pedaço muito fino de fita que fica na superfície do cérebro e pode ser implantado através de uma “microfenda craniana” — segundo a empresa, um procedimento muito mais simples.

Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados. Em dois estudos científicos recentes nos EUA, implantes foram usados para monitorar a atividade cerebral quando uma pessoa tentava falar, o que pode eventualmente ser decodificado para ajudá-la a se comunicar.

Adrien Rapeaux, pesquisador associado do Laboratório de Interfaces Neurais da universidade Imperial College London, disse à BBC que “a Neuralink sem dúvidas tem uma vantagem em termos de implantação”, já que seu procedimento é assistido roboticamente. Mas Rapeaux, que também é cofundador da Mintneuro (uma start-up de implantes neurais), apontou que não está claro se o método da Neuralink para converter sinais cerebrais em ações conseguiria se manter confiável por bastante tempo, o que é um “problema conhecido na área”.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88yzyg9xlvo. Acesso em: 21/06/2023. Texto adaptado.

Observe o trecho: “A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos”.

Considerando-se a normapadrão da língua, o uso de aspas, no trecho grifado, justifica-se por tratar-se:

 

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2990875 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Empresa de Musk busca voluntários para testes com implante cerebral contra paralisia

A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. O objetivo da empresa é conectar cérebros humanos a computadores e testar a tecnologia em pessoas com paralisia.

Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos. Empresas rivais já implantaram dispositivos BCI em humanos. A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

Naquele mês, a Neuralink afirmou que a chancela do FDA foi “um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”. A empresa buscava aprovação para implantar seus dispositivos em 10 voluntários, disseram ex-funcionários e funcionários da FDA à agência de notícias Reuters. Não se sabe qual número de participantes foi aprovado.

No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink. Isso permitirá que o implante experimental N1 da Neuralink, alimentado por uma bateria que pode ser carregada sem fio, registre e transmita sinais cerebrais para um aplicativo que decodificará como a pessoa pretende se mover.

A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas.

A Blackrock Neurotech, com sede no Estado americano de Utah, implantou seu primeiro de muitos BCIs em 2004. A Precision Neuroscience, criada por um cofundador da Neuralink, também visa ajudar pessoas com paralisia. Seu implante se assemelha a um pedaço muito fino de fita que fica na superfície do cérebro e pode ser implantado através de uma “microfenda craniana” — segundo a empresa, um procedimento muito mais simples.

Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados. Em dois estudos científicos recentes nos EUA, implantes foram usados para monitorar a atividade cerebral quando uma pessoa tentava falar, o que pode eventualmente ser decodificado para ajudá-la a se comunicar.

Adrien Rapeaux, pesquisador associado do Laboratório de Interfaces Neurais da universidade Imperial College London, disse à BBC que “a Neuralink sem dúvidas tem uma vantagem em termos de implantação”, já que seu procedimento é assistido roboticamente. Mas Rapeaux, que também é cofundador da Mintneuro (uma start-up de implantes neurais), apontou que não está claro se o método da Neuralink para converter sinais cerebrais em ações conseguiria se manter confiável por bastante tempo, o que é um “problema conhecido na área”.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88yzyg9xlvo. Acesso em: 21/06/2023. Texto adaptado.

Considere o seguinte trecho: “A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebrocomputador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos”.

Os verbos “começou”, “ajudará” e “usando” encontram-se conjugados, respectivamente, no:

 

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2990874 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Empresa de Musk busca voluntários para testes com implante cerebral contra paralisia

A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. O objetivo da empresa é conectar cérebros humanos a computadores e testar a tecnologia em pessoas com paralisia.

Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos. Empresas rivais já implantaram dispositivos BCI em humanos. A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

Naquele mês, a Neuralink afirmou que a chancela do FDA foi “um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”. A empresa buscava aprovação para implantar seus dispositivos em 10 voluntários, disseram ex-funcionários e funcionários da FDA à agência de notícias Reuters. Não se sabe qual número de participantes foi aprovado.

No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink. Isso permitirá que o implante experimental N1 da Neuralink, alimentado por uma bateria que pode ser carregada sem fio, registre e transmita sinais cerebrais para um aplicativo que decodificará como a pessoa pretende se mover.

A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas.

A Blackrock Neurotech, com sede no Estado americano de Utah, implantou seu primeiro de muitos BCIs em 2004. A Precision Neuroscience, criada por um cofundador da Neuralink, também visa ajudar pessoas com paralisia. Seu implante se assemelha a um pedaço muito fino de fita que fica na superfície do cérebro e pode ser implantado através de uma “microfenda craniana” — segundo a empresa, um procedimento muito mais simples.

Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados. Em dois estudos científicos recentes nos EUA, implantes foram usados para monitorar a atividade cerebral quando uma pessoa tentava falar, o que pode eventualmente ser decodificado para ajudá-la a se comunicar.

Adrien Rapeaux, pesquisador associado do Laboratório de Interfaces Neurais da universidade Imperial College London, disse à BBC que “a Neuralink sem dúvidas tem uma vantagem em termos de implantação”, já que seu procedimento é assistido roboticamente. Mas Rapeaux, que também é cofundador da Mintneuro (uma start-up de implantes neurais), apontou que não está claro se o método da Neuralink para converter sinais cerebrais em ações conseguiria se manter confiável por bastante tempo, o que é um “problema conhecido na área”.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88yzyg9xlvo. Acesso em: 21/06/2023. Texto adaptado.

Considere o seguinte trecho: “A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas”.

Considerando que um dos elementos necessários para compreensão e interpretação de texto é o vocabulário, os termos “buscando”, “participantes” e “visibilidade” podem ser melhor substituídos, sem perda significativa de sentido, no contexto em que se apresentam, respectivamente, por:

 

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2990873 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Empresa de Musk busca voluntários para testes com implante cerebral contra paralisia

A Neuralink, “start-up” pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), começou a recrutar pessoas para seu primeiro teste em humanos. O objetivo da empresa é conectar cérebros humanos a computadores e testar a tecnologia em pessoas com paralisia.

Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos. Empresas rivais já implantaram dispositivos BCI em humanos. A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

Naquele mês, a Neuralink afirmou que a chancela do FDA foi “um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”. A empresa buscava aprovação para implantar seus dispositivos em 10 voluntários, disseram ex-funcionários e funcionários da FDA à agência de notícias Reuters. Não se sabe qual número de participantes foi aprovado.

No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink. Isso permitirá que o implante experimental N1 da Neuralink, alimentado por uma bateria que pode ser carregada sem fio, registre e transmita sinais cerebrais para um aplicativo que decodificará como a pessoa pretende se mover.

A empresa está buscando participantes que tenham tetraplegia devido a uma lesão ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) — uma doença na qual as células nervosas da medula espinhal e do cérebro se degeneram. Embora o envolvimento de Musk aumente a visibilidade da Neuralink, a empresa enfrenta rivais que já têm experiência há quase duas décadas.

A Blackrock Neurotech, com sede no Estado americano de Utah, implantou seu primeiro de muitos BCIs em 2004. A Precision Neuroscience, criada por um cofundador da Neuralink, também visa ajudar pessoas com paralisia. Seu implante se assemelha a um pedaço muito fino de fita que fica na superfície do cérebro e pode ser implantado através de uma “microfenda craniana” — segundo a empresa, um procedimento muito mais simples.

Enquanto isso, os dispositivos existentes estão gerando resultados. Em dois estudos científicos recentes nos EUA, implantes foram usados para monitorar a atividade cerebral quando uma pessoa tentava falar, o que pode eventualmente ser decodificado para ajudá-la a se comunicar.

Adrien Rapeaux, pesquisador associado do Laboratório de Interfaces Neurais da universidade Imperial College London, disse à BBC que “a Neuralink sem dúvidas tem uma vantagem em termos de implantação”, já que seu procedimento é assistido roboticamente. Mas Rapeaux, que também é cofundador da Mintneuro (uma start-up de implantes neurais), apontou que não está claro se o método da Neuralink para converter sinais cerebrais em ações conseguiria se manter confiável por bastante tempo, o que é um “problema conhecido na área”.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88yzyg9xlvo. Acesso em: 21/06/2023. Texto adaptado.

A respeito do texto, julgue V, para verdadeiro; F, para falso e assinale a alternativa correta:

( ) Um robô ajudará a implantar um sistema BCI que permitirá aos usuários controlar um cursor de computador ou digitar, usando apenas pensamentos.

( ) A Neuralink obteve em maio a aprovação da agência sanitária americana Food and Drug Administration (FDA) para seu primeiro ensaio clínico (com humanos), uma conquista depois de tentativas anteriores para conseguir o sinal verde.

( ) No início do estudo, com duração prevista de seis anos, um robô será usado para colocar cirurgicamente 64 fios flexíveis — mais finos que um fio de cabelo humano — em uma parte do cérebro que controla a “intenção de movimento”, explicou a Neuralink.

( ) A Neuralink, start-up pertencente a Elon Musk dedicada à interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), é a primeira empresa a recrutar pessoas para o implante de dispositivos para recuperação de movimentos no cérebro.

 

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2990872 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Agentes da Polícia Federal foram cumprir um mandado de prisão contra um ex-deputado em outubro de 2022 e foram surpreendidos pois o ex-deputado atirou contra os policiais.

Falamos de:

 

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2990871 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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O maior comprador de produtos brasileiros no mundo, apenas em 2022, injetou mais de US$ 80 bilhões na economia nacional sendo boa parte desse montante comprando commodities produzidas por aqui.

Esse país é:

 

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2990870 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: CET-SP
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Um país da Ásia foi duramente criticado depois de expor um plano para descartar gradativamente a água residual de uma usina nuclear no Oceano Pacífico. Alegando que os índices de radioatividade são extremamente baixos e não são nocivos à saúde, este país já começou o descarte da água no oceano.

Esse fato ocorreu no(a):

 

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