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479995 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto I para a questão

O novo inimigo do clima

Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.

Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona(a). A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.

Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.

Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos(b) que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.

Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.

– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.

Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.

– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.

Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica(c) observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.

No Ártico, ozônio teve redução recorde.

Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.

Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.

A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.

A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região(d) – com uma contribuição menor dos gases-estufa.

A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.

A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:

“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.

A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.

(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)

erro de regência verbal no seguinte trecho do texto.

 

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479989 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Para corrigir o fator de potência de uma fábrica que consome da rede uma potência de 400 kW com fator de potência 0,8 atrasado, foi utilizado um motor síncrono em paralelo. Então, a opção mais correta para o preenchimento das lacunas abaixo é

I. Em relação a sua corrente de campo, este motor síncrono deve operar .

II. Para que o fator de potência resultante seja unitário, o motor síncrono deve gerar uma igual à consumida pela carga.

III. O motor síncrono funcionando com fator de potência unitário iria o fator de potência resultante do sistema.

 

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479981 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Os produtos laminados podem apresentar defeitos que geralmente são originados na fabricação do próprio lingote. Entre as alternativas abaixo, marque a resposta correta que representa os defeitos.

I. Vazios

II. Exclusões

III. Gotas frias

IV. Segregações

I, II e III
 

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479971 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Um repetidor atua em redes com mídia compartilhada, possui arquitetura idêntica, repete o pacote para outro segmento de rede, atua sobre o pacote, atuando na camada . Identifique a opção que completa corretamente a afirmativa anterior

 

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479954 Ano: 2011
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A arquitetura computacional que possui barramentos de endereço multiplexado em parte ou todo com o barramento de dados é denominada de

 

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479952 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Complexometria é o método analítico volumétrico que compreende a titulação de íons metálicos com agentes chamados complexantes. Há quatro tipos de titulação complexométricas. Qual dessas descrições refere-se a titulação por retorno?

 

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479947 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Quais informações estão contidas em tabelas de roteamento?

I. Tipos de protocolos.

II. Encapsulamentos.

III. Métricas.

IV. Endereços MAC.

V. Interfaces de saída

Marque dentre as opções a seguir, a que possui apenas informações corretas.

II, III e V
 

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479886 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Com relação à estrutura tarifária horossazonal, segundo definido pela ANEEL, assinale a alternativa correta.

 

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477419 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Os ensaios em xaropes consistem em verificar os seus caracteres organolépticos, físicos e químicos. Qual desses caracteres é testado tanto quanto organoléptico quanto físico?

 

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474107 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Marque como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.

( ) A Classe Botões é uma classe herdeira da Classe JButton da API Swing do JAVA.

( ) JAVA é uma linguagem orientada a objetos ou estruturada.

( ) A Classe GUI é a classe principal de um projeto, onde está a Interface Gráfica, a thread principal e a thread secundária do software. Esta é responsável pela interação com o usuário.

( ) GUI significa Graphic Unit Interface.

 

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