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Foram encontradas 40 questões.

1345741 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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Considerando as contas patrimoniais a seguir, extraídas do balanço patrimonial de uma empresa, responda à questão a seguir.
Móveis e Utensílios R$ 2.320,00
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa R$ 1.200,00
Impostos a Recuperar R$ 1.035,00
Cientes R$ 3.000,00
Depreciações Acumuladas R$ 510,00
Terrenos R$ 8.000,00
Obrigações Tributárias R$ 1.230,00
Fornecedores R$ 6.500,00
Financiamentos R$ 3.400,00
Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas R$ 2.500,00
De acordo com a equação básica da Contabilidade, o estado patrimonial apurado será
 

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1345490 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

Assinale a afirmativa grafada INCORRETAMENTE.

 

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1345373 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Sejam as funções f(x) = – 2x + 8 e g(x) = x + 3. Para qual intervalo de x as funções dadas apresentam simultaneamente apenas valores não negativos?
 

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O sistema unificado muda a forma de ingresso nas universidades públicas do país. O SISU (Sistema de Seleção Unificado) é um sistema informatizado administrado pelo MEC, através do qual, as instituições públicas que tenham aderido ao método, selecionam estudantes do Brasil todo, tendo como base de seu processo seletivo
 

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Segundo a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, “todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação.”
(2006 Ministério da Saúde. Série E. Legislação de Saúde Tiragem: 1ª edição – 1ª reimpressão – 2006 – 1.000.000 de exemplares)
O SUS institui uma política pública de saúde que visa a integralidade, a universalidade, a busca da equidade e a incorporação de novas tecnologias, saberes e práticas. Criado em 1988, apesar dos avanços acumulados no que se refere aos seus princípios norteadores, o SUS, atualmente, ainda enfrenta uma série de problemas. Para tentar minimizar tais problemas, foi criada a ideia de humanização como política transversal na Rede SUS. A humanização é vista não como programa, mas como política que atravessa as diferentes ações e instâncias do SUS e implica em atitudes, tais como
 

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1344431 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

De acordo com o texto é correto afirmar que

 

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A Grécia foi um dos países mais afetados pela crise econômica mundial, deflagrada em 2008 e é, atualmente, o epicentro da nova fase da crise. O problema da crise grega é que ela afeta outros países, cuja economia também anda frágil, tais como Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. Tais países pertencem à (ao)
 

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1343868 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

De acordo com o texto, o amor é

 

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1343588 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Sejam as inequações quocientes !$ \dfrac {x+4} {6-x} \le 0 \quad \mbox e \quad \dfrac {2x-6} {x+7} \le 0. !$Sobre seus conjuntos soluções é correto afirmar que
 

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1343389 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Provas:
De acordo com o que preceitua a Lei Federal nº. 4320/64 e suas alterações posteriores, compõem o Ciclo Orçamentário, EXCETO:
 

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