Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

1344746 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para limpar o piso deve-se retirar o excesso de água com o esguicho da mangueira.
( ) É necessário trabalhar com equipamentos elétricos com as mãos secas.
( ) Na limpeza de pias e bancadas deve-se utilizar sanitizantes.
A sequência está correta em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1344725 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
A cerâmica é um exemplo de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O sistema unificado muda a forma de ingresso nas universidades públicas do país. O SISU (Sistema de Seleção Unificado) é um sistema informatizado administrado pelo MEC, através do qual, as instituições públicas que tenham aderido ao método, selecionam estudantes do Brasil todo, tendo como base de seu processo seletivo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Segundo a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, “todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação.”
(2006 Ministério da Saúde. Série E. Legislação de Saúde Tiragem: 1ª edição – 1ª reimpressão – 2006 – 1.000.000 de exemplares)
O SUS institui uma política pública de saúde que visa a integralidade, a universalidade, a busca da equidade e a incorporação de novas tecnologias, saberes e práticas. Criado em 1988, apesar dos avanços acumulados no que se refere aos seus princípios norteadores, o SUS, atualmente, ainda enfrenta uma série de problemas. Para tentar minimizar tais problemas, foi criada a ideia de humanização como política transversal na Rede SUS. A humanização é vista não como programa, mas como política que atravessa as diferentes ações e instâncias do SUS e implica em atitudes, tais como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1344603 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

Isso é muita sabedoria

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.

Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou favor concebido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta nos um só caminho... o de mais nada fazer.

(Clarice Lispector)

Em “Os sentimentos são sempre uma surpresa.” o ponto final ( . ) foi utilizado para

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1344431 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

De acordo com o texto é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1344256 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Define-se corretamente como silêncio elétrico cerebral
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A Grécia foi um dos países mais afetados pela crise econômica mundial, deflagrada em 2008 e é, atualmente, o epicentro da nova fase da crise. O problema da crise grega é que ela afeta outros países, cuja economia também anda frágil, tais como Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. Tais países pertencem à (ao)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1343985 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
Em uma feira, Amélia comprou 2 dúzias de limões e 3 dúzias de laranjas. Quantas frutas Amélia comprou?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1343868 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

De acordo com o texto, o amor é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas