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Observe a tirinha:
Algumas possibilidades de exploração sonora que se deram na música de concerto nas primeiras décadas do século XX podem ser identificadas nos quadrinhos e relacionam-se
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O Quarteto de Cordas Op. 28, do músico Anton Webern (1883-1945), foi a última obra de música de câmara do compositor austríaco, que, nela, aplicou o princípio do serialismo. A série utilizada por Webern nessa peça, na forma original, e transcrita a seguir, emprega notas que, representadas em letras, conforme a nomenclatura alemã, formam o nome BACH.
Essa série é estruturada em três tetracordes,
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Apresenta-se, a seguir, a série original que foi utilizada na composição acima.
A ordem correta em que as formas das séries foram utilizadas na composição é: Provas
A partitura a seguir é trecho de uma canção que se tornou um clássico da música popular brasileira:

A música em questão é um
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Ian Guest (1996, p. 86), ao desenvolver seu método de arranjo, propõe que a melodia também seja pensada em relação à divisão rítmica, adaptando-a ao ritmo que a acompanha. Dessa forma, a melodia é submetida a uma modificação, não se tratando de variação ou improvisação melódica, “pois a ativação melódica respeita a composição original, conservando a altura e a quantidade de suas notas, apenas deslocando-a ritmicamente”.
Observe a melodia a seguir:

Ao escrever um arranjo para o coral da escola, um professor realiza a ativação rítmica proposta por Guest para a melodia citada, adaptando-a para uma pulsação swingada, com acompanhamento jazzístico. A melodia reescrita nessa perspectiva é
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Nessa marcha harmônica modulante,Provas
As pesquisas empreendidas pelos músicos ao longo do século XX provocaram, de fato, uma verdadeira revolução, tanto na maneira de ouvir música quanto na forma de compor, ao
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Uma cidade de cultura própria desenvolve-se dentro do Rio. Uma cidade que cresce e assume características muito específicas. Cidade que o Rio, de modo geral, desconhece ou ignora. Ou porque o Rio só sabe reconhecer os uniformes e os clichês, as gírias e os modismos da Zona Sul; ou porque prefere ignorar ou minimizar essa cidade absolutamente singular e destacada, classificando-a no arquivo descompromissado do modismo; ou porque considera mais prudente ignorá-la na sua inquietante realidade. A essa população que não tem samba e feijoada entre as suas manifestações cotidianas e folclóricas. Embora possa até gostar de samba e feijoada como qualquer estrangeiro gosta. Uma população cujos olhos e cujos interesses voltam-se para modelos nada brasileiros. População que forma uma cidade móvel, cujo centro se desloca permanentemente – ora está em Colégio, onde fica o clube Coleginho, considerado um dos primeiros templos do soul, ora em Irajá, ora em Marechal Hermes ou em Rocha Miranda, ora em Nilópolis ou na Pavuna. Cujos pontos de encontro e de decisão são as calçadas do Grande Rio, em Madureira ou no Calçadão, em Caxias; em Vilar dos Teles ou na Rua Sete de Setembro, no Centro do Rio. Uma cidade cujos habitantes se intitulam a si mesmos de blacks ou de browns; cujo hino é uma canção de James Brown ou uma música dos Blackbyrds; cuja bíblia é Wattstax, a contrapartida negra de Woodstock; cuja linguagem incorporou palavras como brother e white; cuja bandeira traz estampada a figura de James Brown ou de Ruff Thomas; cujo lema é I am somebody; cujo modelo é o negro americano, embora sobre a cópia já se criem originalidades.
FRIAS, L. Jornal do Brasil, 17 jul. 1976 (fragmento).
Esse texto é parte de uma reportagem publicada em 17 de julho de 1976 no Caderno B do Jornal do Brasil e que ocupou mais de três páginas inteiras daquele periódico. Ela foi um marco para a black music no Brasil, vinculando o nome Black Rio ao movimento carioca que, em 2018, foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Sobre o movimento Black Rio, é correto afirmar que
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Para que isso aconteça é preciso, segundo Damázio (2007, apud ALVES, 2010) que o AEE envolva momentos didáticos-pedagógicos bem definidos e atividades relacionadas a esses momentos.
Nessa perspectiva, relacione as colunas I e II:
Coluna I 1. AEE em Libras 2. AEE de Libras 3. AEE de língua portuguesa
Coluna II
( ) Exploração do conteúdo em Libras. ( ) Ensino das estruturas gramaticais próprias a um sistema linguístico de natureza visual-motora. ( ) Processo de letramento, textos que promovam a leitura e interpretação e a escrita. ( ) Retomada das ideias essenciais, avaliando durante o processo o plano de atendimento do estudante com surdez.
A sequência correta de associação entre as colunas é
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Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
No que se refere aos seus dispositivos, é correto afirmar que
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