Foram encontradas 70 questões.
O líder ajuda o grupo a alcançar objetivos e funciona como uma
retaguarda, na qual o grupo se apoia.
A respeito do líder orientado para metas ou resultados, assinale a afirmativa correta.
A respeito do líder orientado para metas ou resultados, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pessoas talentosas em suas profissões são intensamente
disputadas pelas organizações, porque conseguiram juntar
características pessoais, inteligência e interesses vocacionais
Em geral, o autogerenciamento da carreira se refere
Em geral, o autogerenciamento da carreira se refere
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Gestão Estratégica
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e Operacional
A estratégia organizacional requer um planejamento para que
seja colocada em ação
. Relacione os níveis de planejamento às suas características.
1. Planejamento estratégico
2. Planejamento tático
3. Planejamento operacional
( ) Indica a participação de cada unidade no planejamento global. Refere-se a cada área ou departamento da empresa.
( ) É holístico e sistêmico, envolvendo o todo organizacional em relação ao contexto ambiental.
( ) É definido para cada tarefa, operação ou atividade, exclusivamente.
Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo.
. Relacione os níveis de planejamento às suas características.
1. Planejamento estratégico
2. Planejamento tático
3. Planejamento operacional
( ) Indica a participação de cada unidade no planejamento global. Refere-se a cada área ou departamento da empresa.
( ) É holístico e sistêmico, envolvendo o todo organizacional em relação ao contexto ambiental.
( ) É definido para cada tarefa, operação ou atividade, exclusivamente.
Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com relação às técnicas motivacionais contemporâneas, que
aplicadas ao desenho do trabalhado individual para aumentar a
produtividade e a satisfação dos trabalhadores, analise as
afirmativas a seguir.
I. A rotatividade de cargo refere-se à movimentação sistemática dos funcionários de uma tarefa para outra, como forma de reduzir os efeitos alienantes da excessiva simplificação do trabalho.
II. A expansão de cargo consiste na expansão horizontal do trabalho pela adição de tarefas mais abrangentes ao cargo, de forma a aumentar o desafio do trabalhador.
III. O enriquecimento de cargo adiciona responsabilidades de planejamento e de avaliação à simples execução de um trabalho, de forma a alinhar motivadores materiais aos motivadores psicológicos e emocionais.
Assinale:
I. A rotatividade de cargo refere-se à movimentação sistemática dos funcionários de uma tarefa para outra, como forma de reduzir os efeitos alienantes da excessiva simplificação do trabalho.
II. A expansão de cargo consiste na expansão horizontal do trabalho pela adição de tarefas mais abrangentes ao cargo, de forma a aumentar o desafio do trabalhador.
III. O enriquecimento de cargo adiciona responsabilidades de planejamento e de avaliação à simples execução de um trabalho, de forma a alinhar motivadores materiais aos motivadores psicológicos e emocionais.
Assinale:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A liderança é, de certa forma, um tipo de poder pessoal.
Com relação aos diferentes tipos de poder que um líder pode
exercer, analise as afirmativas a seguir.
I. Poder coercitivo – O liderado percebe que o fracasso em atender às exigências do líder pode levá–lo a sofrer algum tipo de punição ou penalidade, que ele quer evitar.
II. Poder legitimado – é o poder que se apoia na esperança de alguma recompensa, incentivo, elogio ou reconhecimento, que o liderado pretende obter do líder.
III. Poder de referência – é o poder baseado na especialidade, nas aptidões ou no conhecimento técnico da pessoa.
Assinale:
I. Poder coercitivo – O liderado percebe que o fracasso em atender às exigências do líder pode levá–lo a sofrer algum tipo de punição ou penalidade, que ele quer evitar.
II. Poder legitimado – é o poder que se apoia na esperança de alguma recompensa, incentivo, elogio ou reconhecimento, que o liderado pretende obter do líder.
III. Poder de referência – é o poder baseado na especialidade, nas aptidões ou no conhecimento técnico da pessoa.
Assinale:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa ao
melhor aproveitamento do capital humano, por meio da
delegação de poder.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Dar importâncias às pessoas faz parte da base poder.
II. Participar dos resultados faz parte da base motivação.
III. Abrir novos horizontes faz parte da base de liderança.
Assinale:
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Dar importâncias às pessoas faz parte da base poder.
II. Participar dos resultados faz parte da base motivação.
III. Abrir novos horizontes faz parte da base de liderança.
Assinale:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o fragmento a seguir.
“_____ não é algo comprável ou passível de _____; ela é fruto de suas _____ com aqueles que o cercam."
Determine a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.
“_____ não é algo comprável ou passível de _____; ela é fruto de suas _____ com aqueles que o cercam."
Determine a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma modalidade especial de aprendizado revela as práticas da
organização reconhecida como a mais eficiente na sua área de
atuação. Ela tem como resultado final, um quadro do que pode
ser melhorado na organização, graças à comparação com a
empresa de referência.
Assinale a opção que indica a denominação dessa modalidade especial de aprendizado.
Assinale a opção que indica a denominação dessa modalidade especial de aprendizado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Eu e ele
No vertiginoso mundo dos computadores o meu, que devo ter há uns quatro ou cinco anos, já pode ser definido como uma carroça. Nosso convívio não tem sido muito confortável. Ele produz um texto limpo, e é só o que lhe peço. Desde que literalmente metíamos a mão no barro e depois gravávamos nossos símbolos primitivos com cunhas em tabletes até as laudas arrancadas da máquina de escrever para serem revisadas com esferográfica, não havia processo de escrever que não deixasse vestígio nos dedos. Nem o abnegado monge copiando escrituras na sua cela asséptica estava livre do tinteiro virado. Agora, não. Damos ordens ao computador, que faz o trabalho sujo por nós. Deixamos de ser trabalhadores braçais e viramos gerentes de texto. Ficamos pós-industriais. Com os dedos limpos.
Mas com um custo. Nosso trabalho ficou menos respeitável. O que ganhamos em asseio perdemos em autoridade. A um computador não se olha de cima, como se olhava uma máquina de escrever. Ele nos olha na cara. Tela no olho. A máquina de escrever fazia o que você queria, mesmo que fosse a tapa. Já o computador impõe certas regras. Se erramos, ele nos avisa. Não diz “Burro!”, mas está implícito na sua correção. Ele é mais inteligente do que você. Sabe mais coisas, e está subentendido que você jamais aproveitará metade do que ele sabe. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando estiver sendo programado por um igual. Isto é, outro computador. A máquina de escrever podia ter recursos que você também nunca usaria (abandonei a minha sem saber para o que servia “tabulador”, por exemplo), mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguenta os humanos por falta de coisa melhor, no momento.
Eu e o computador jamais seríamos íntimos. Nosso relacionamento é puramente profissional. Mesmo porque, acho que ele não se rebaixaria ao ponto de ser meu amigo. E seu ar de reprovação cresce. Agora mesmo, pedi para ele enviar esta crônica para o jornal e ele perguntou: “Tem certeza?”
(Luís Fernando Veríssimo)
“Eu e o computador jamais seríamos íntimos.” No vertiginoso mundo dos computadores o meu, que devo ter há uns quatro ou cinco anos, já pode ser definido como uma carroça. Nosso convívio não tem sido muito confortável. Ele produz um texto limpo, e é só o que lhe peço. Desde que literalmente metíamos a mão no barro e depois gravávamos nossos símbolos primitivos com cunhas em tabletes até as laudas arrancadas da máquina de escrever para serem revisadas com esferográfica, não havia processo de escrever que não deixasse vestígio nos dedos. Nem o abnegado monge copiando escrituras na sua cela asséptica estava livre do tinteiro virado. Agora, não. Damos ordens ao computador, que faz o trabalho sujo por nós. Deixamos de ser trabalhadores braçais e viramos gerentes de texto. Ficamos pós-industriais. Com os dedos limpos.
Mas com um custo. Nosso trabalho ficou menos respeitável. O que ganhamos em asseio perdemos em autoridade. A um computador não se olha de cima, como se olhava uma máquina de escrever. Ele nos olha na cara. Tela no olho. A máquina de escrever fazia o que você queria, mesmo que fosse a tapa. Já o computador impõe certas regras. Se erramos, ele nos avisa. Não diz “Burro!”, mas está implícito na sua correção. Ele é mais inteligente do que você. Sabe mais coisas, e está subentendido que você jamais aproveitará metade do que ele sabe. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando estiver sendo programado por um igual. Isto é, outro computador. A máquina de escrever podia ter recursos que você também nunca usaria (abandonei a minha sem saber para o que servia “tabulador”, por exemplo), mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguenta os humanos por falta de coisa melhor, no momento.
Eu e o computador jamais seríamos íntimos. Nosso relacionamento é puramente profissional. Mesmo porque, acho que ele não se rebaixaria ao ponto de ser meu amigo. E seu ar de reprovação cresce. Agora mesmo, pedi para ele enviar esta crônica para o jornal e ele perguntou: “Tem certeza?”
(Luís Fernando Veríssimo)
Assinale a opção que indica a frase que não segue as regras de concordância verbal da norma culta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Eu e ele
No vertiginoso mundo dos computadores o meu, que devo ter há uns quatro ou cinco anos, já pode ser definido como uma carroça. Nosso convívio não tem sido muito confortável. Ele produz um texto limpo, e é só o que lhe peço. Desde que literalmente metíamos a mão no barro e depois gravávamos nossos símbolos primitivos com cunhas em tabletes até as laudas arrancadas da máquina de escrever para serem revisadas com esferográfica, não havia processo de escrever que não deixasse vestígio nos dedos. Nem o abnegado monge copiando escrituras na sua cela asséptica estava livre do tinteiro virado. Agora, não. Damos ordens ao computador, que faz o trabalho sujo por nós. Deixamos de ser trabalhadores braçais e viramos gerentes de texto. Ficamos pós-industriais. Com os dedos limpos.
Mas com um custo. Nosso trabalho ficou menos respeitável. O que ganhamos em asseio perdemos em autoridade. A um computador não se olha de cima, como se olhava uma máquina de escrever. Ele nos olha na cara. Tela no olho. A máquina de escrever fazia o que você queria, mesmo que fosse a tapa. Já o computador impõe certas regras. Se erramos, ele nos avisa. Não diz “Burro!”, mas está implícito na sua correção. Ele é mais inteligente do que você. Sabe mais coisas, e está subentendido que você jamais aproveitará metade do que ele sabe. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando estiver sendo programado por um igual. Isto é, outro computador. A máquina de escrever podia ter recursos que você também nunca usaria (abandonei a minha sem saber para o que servia “tabulador”, por exemplo), mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguenta os humanos por falta de coisa melhor, no momento.
Eu e o computador jamais seríamos íntimos. Nosso relacionamento é puramente profissional. Mesmo porque, acho que ele não se rebaixaria ao ponto de ser meu amigo. E seu ar de reprovação cresce. Agora mesmo, pedi para ele enviar esta crônica para o jornal e ele perguntou: “Tem certeza?”
(Luís Fernando Veríssimo)
“Mesmo porque, acho que ele não se rebaixaria ao ponto de ser meu amigo.” No vertiginoso mundo dos computadores o meu, que devo ter há uns quatro ou cinco anos, já pode ser definido como uma carroça. Nosso convívio não tem sido muito confortável. Ele produz um texto limpo, e é só o que lhe peço. Desde que literalmente metíamos a mão no barro e depois gravávamos nossos símbolos primitivos com cunhas em tabletes até as laudas arrancadas da máquina de escrever para serem revisadas com esferográfica, não havia processo de escrever que não deixasse vestígio nos dedos. Nem o abnegado monge copiando escrituras na sua cela asséptica estava livre do tinteiro virado. Agora, não. Damos ordens ao computador, que faz o trabalho sujo por nós. Deixamos de ser trabalhadores braçais e viramos gerentes de texto. Ficamos pós-industriais. Com os dedos limpos.
Mas com um custo. Nosso trabalho ficou menos respeitável. O que ganhamos em asseio perdemos em autoridade. A um computador não se olha de cima, como se olhava uma máquina de escrever. Ele nos olha na cara. Tela no olho. A máquina de escrever fazia o que você queria, mesmo que fosse a tapa. Já o computador impõe certas regras. Se erramos, ele nos avisa. Não diz “Burro!”, mas está implícito na sua correção. Ele é mais inteligente do que você. Sabe mais coisas, e está subentendido que você jamais aproveitará metade do que ele sabe. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando estiver sendo programado por um igual. Isto é, outro computador. A máquina de escrever podia ter recursos que você também nunca usaria (abandonei a minha sem saber para o que servia “tabulador”, por exemplo), mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguenta os humanos por falta de coisa melhor, no momento.
Eu e o computador jamais seríamos íntimos. Nosso relacionamento é puramente profissional. Mesmo porque, acho que ele não se rebaixaria ao ponto de ser meu amigo. E seu ar de reprovação cresce. Agora mesmo, pedi para ele enviar esta crônica para o jornal e ele perguntou: “Tem certeza?”
(Luís Fernando Veríssimo)
Os conectores no início desse segmento têm valor de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container