Foram encontradas 30 questões.
- Organização do EstadoOrganização do Estado: União
- Organização dos PoderesFunções Essenciais à JustiçaMinistério Público
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Constituição da República Federativa do Brasil de
1988 determina que são bens da União os recursos
minerais, exceto os do subsolo.
II. À luz da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, é correto afirmar ser função institucional do Ministério Público desamparar judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.
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II. À luz da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, é correto afirmar ser função institucional do Ministério Público desamparar judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.
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Leia as afirmativas a seguir:
I. Ronaldo leu um artigo em 62 dias, lendo 16 páginas
por dia. Se tivesse lido 32 páginas por dia, teria concluído
a leitura desse artigo em 31 dias.
II. A prefeitura de Lagoa Azul arrecadou no mês 1 a quantia de R$ 45.600,00 em impostos. No mês 2, a arrecadação foi de R$ 36.100,00. A partir dos dados apresentados, é correto afirmar que a redução na arrecadação foi de 16,7% entre os meses considerados.
Marque a alternativa CORRETA:
II. A prefeitura de Lagoa Azul arrecadou no mês 1 a quantia de R$ 45.600,00 em impostos. No mês 2, a arrecadação foi de R$ 36.100,00. A partir dos dados apresentados, é correto afirmar que a redução na arrecadação foi de 16,7% entre os meses considerados.
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Leia as afirmativas a seguir:
I. A prefeitura de Lagoa Azul possui um tanque para
reserva de combustível com as seguintes dimensões:
3,75m de altura, 6,4m de largura e 13,6m de
comprimento. Atualmente, 32% desse tanque encontrase preenchido com combustível. Se as normas internas
determinam que deve haver pelo menos 90m³ de
combustível no tanque, então o volume atual de
combustível no tanque está abaixo da determinação
normativa.
II. Reginaldo é autor de peças de teatro e escreveu uma obra dramática em 58 dias, escrevendo 36 páginas por dia, em média. Se ele tivesse escrito 18 páginas por dia, teria concluído essa obra em menos de 120 dias.
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II. Reginaldo é autor de peças de teatro e escreveu uma obra dramática em 58 dias, escrevendo 36 páginas por dia, em média. Se ele tivesse escrito 18 páginas por dia, teria concluído essa obra em menos de 120 dias.
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Leia as afirmativas a seguir: I. Amanda está viajando de carro da cidade X para a cidade Y. No primeiro dia de viagem, ela percorreu 123,7 km. No segundo, percorreu 334,8 km. No terceiro dia, ela percorreu 45,7 km. A partir das informações apresentadas, é correto afirmar que Amanda percorreu, em média, cerca de 148 km por dia de viagem.
II. A raiz quadrada de 729 corresponde a 27.
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II. A raiz quadrada de 729 corresponde a 27.
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Leia as afirmativas a seguir:
I. Vinicius trabalha em uma empresa de software e
precisa escrever um manual para os servidores de uma
prefeitura que utilizam seu sistema. Ao longo de 65 dias,
Vinicius escreveu o manual, a uma taxa média de 12
páginas por dia. Se tivesse escrito 30 páginas por dia,
Vinicius teria concluído esse manual em menos de 20
dias.
II. Juliana acompanhou o preço do Dólar ao longo de 3 meses e observou que, no mês 1, o preço da moeda era de R$ 3,42, no mês 2, o preço era de R$ 3,89 e no mês 3, o seu preço era de R$ 3,13. Diante dos dados apresentados, é correto afirmar que o preço médio do Dólar, no período considerado, foi superior a R$ 3,46.
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II. Juliana acompanhou o preço do Dólar ao longo de 3 meses e observou que, no mês 1, o preço da moeda era de R$ 3,42, no mês 2, o preço era de R$ 3,89 e no mês 3, o seu preço era de R$ 3,13. Diante dos dados apresentados, é correto afirmar que o preço médio do Dólar, no período considerado, foi superior a R$ 3,46.
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Álcool na juventude: como prevenir o consumo
indevido?
Você já deve ter ouvido que, em doses moderadas, o
álcool pode até ser vantajoso. Ora, vários estudos
comprovam que uma taça de vinho por dia faz bem ao
coração. E uma boa parcela da população toma seu
drinque no fim de semana sem riscos. O consumo
inadequado, porém, é um grave problema de saúde
pública - e motivo de grande preocupação entre os
pais de adolescentes.
No Brasil, meninos e meninas começam a beber, em
média, entre os 10 e 13 anos. E o padrão de consumo
mais frequente na adolescência é o binge, ou “beber
para embriagar-se”, prática associada a
comportamentos de risco, como dirigir alcoolizado e
fazer sexo desprotegido, entre outros. Aos 17 anos,
quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter
ficado bêbado alguma vez. Diante de dados tão
preocupantes, como podemos mudar esse cenário?
Medidas restritivas não bastam. Até porque a lei existe
e, mesmo que fosse bem fiscalizada, vivemos em um
país onde falsificar o RG é algo recorrente. Os gestores
públicos precisam, então, investir em políticas de
prevenção, e os pais têm que estar mais atentos.
Nos últimos dez anos tenho ajudado a desenvolver
estratégias nesse sentido, buscando evidências do que
funciona para adaptar à realidade local, sempre com
uma pitada de inovação. No programa “Na Responsa”,
aplicado em parceria com ONGs e escolas, são
realizadas atividades com jovens em diversos locais
do país. Práticas que funcionam são multiplicadas.
Um exemplo é a “Balada sem álcool”, evento idealizado
em Heliópolis, na capital paulista, em que o jovem tem
uma experiência de diversão intensa sem bebida
alcoólica. O programa - que já inspirou o Movimento Pé
no Chão, implantado nas 5 300 escolas públicas de
São Paulo - aborda também temas como consciência
e empoderamento, com conteúdo todo produzido de
jovem para jovem.
(Adaptado. Bettina Grajcer. Disponível em:
http://www.diariodepernambuco.com.br/)
II. Assim como no trecho “Medidas restritivas não bastam.”, a concordância verbal foi realizada devidamente no exemplo: “Bastam de sacrifícios inúteis para acabar com a fome no mundo!”.
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Álcool na juventude: como prevenir o consumo
indevido?
Você já deve ter ouvido que, em doses moderadas, o
álcool pode até ser vantajoso. Ora, vários estudos
comprovam que uma taça de vinho por dia faz bem ao
coração. E uma boa parcela da população toma seu
drinque no fim de semana sem riscos. O consumo
inadequado, porém, é um grave problema de saúde
pública - e motivo de grande preocupação entre os
pais de adolescentes.
No Brasil, meninos e meninas começam a beber, em
média, entre os 10 e 13 anos. E o padrão de consumo
mais frequente na adolescência é o binge, ou “beber
para embriagar-se”, prática associada a
comportamentos de risco, como dirigir alcoolizado e
fazer sexo desprotegido, entre outros. Aos 17 anos,
quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter
ficado bêbado alguma vez. Diante de dados tão
preocupantes, como podemos mudar esse cenário?
Medidas restritivas não bastam. Até porque a lei existe
e, mesmo que fosse bem fiscalizada, vivemos em um
país onde falsificar o RG é algo recorrente. Os gestores
públicos precisam, então, investir em políticas de
prevenção, e os pais têm que estar mais atentos.
Nos últimos dez anos tenho ajudado a desenvolver
estratégias nesse sentido, buscando evidências do que
funciona para adaptar à realidade local, sempre com
uma pitada de inovação. No programa “Na Responsa”,
aplicado em parceria com ONGs e escolas, são
realizadas atividades com jovens em diversos locais
do país. Práticas que funcionam são multiplicadas.
Um exemplo é a “Balada sem álcool”, evento idealizado
em Heliópolis, na capital paulista, em que o jovem tem
uma experiência de diversão intensa sem bebida
alcoólica. O programa - que já inspirou o Movimento Pé
no Chão, implantado nas 5 300 escolas públicas de
São Paulo - aborda também temas como consciência
e empoderamento, com conteúdo todo produzido de
jovem para jovem.
(Adaptado. Bettina Grajcer. Disponível em:
http://www.diariodepernambuco.com.br/)
II. Assim como no excerto “Diante de dados tão preocupantes, como podemos mudar esse cenário?”, o sinal de interrogação foi devidamente usado no exemplo: “Gostaríamos de saber quando a população será capaz de, em ato único, conseguir lutar por seus direitos?”.
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Álcool na juventude: como prevenir o consumo
indevido?
Você já deve ter ouvido que, em doses moderadas, o
álcool pode até ser vantajoso. Ora, vários estudos
comprovam que uma taça de vinho por dia faz bem ao
coração. E uma boa parcela da população toma seu
drinque no fim de semana sem riscos. O consumo
inadequado, porém, é um grave problema de saúde
pública - e motivo de grande preocupação entre os
pais de adolescentes.
No Brasil, meninos e meninas começam a beber, em
média, entre os 10 e 13 anos. E o padrão de consumo
mais frequente na adolescência é o binge, ou “beber
para embriagar-se”, prática associada a
comportamentos de risco, como dirigir alcoolizado e
fazer sexo desprotegido, entre outros. Aos 17 anos,
quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter
ficado bêbado alguma vez. Diante de dados tão
preocupantes, como podemos mudar esse cenário?
Medidas restritivas não bastam. Até porque a lei existe
e, mesmo que fosse bem fiscalizada, vivemos em um
país onde falsificar o RG é algo recorrente. Os gestores
públicos precisam, então, investir em políticas de
prevenção, e os pais têm que estar mais atentos.
Nos últimos dez anos tenho ajudado a desenvolver
estratégias nesse sentido, buscando evidências do que
funciona para adaptar à realidade local, sempre com
uma pitada de inovação. No programa “Na Responsa”,
aplicado em parceria com ONGs e escolas, são
realizadas atividades com jovens em diversos locais
do país. Práticas que funcionam são multiplicadas.
Um exemplo é a “Balada sem álcool”, evento idealizado
em Heliópolis, na capital paulista, em que o jovem tem
uma experiência de diversão intensa sem bebida
alcoólica. O programa - que já inspirou o Movimento Pé
no Chão, implantado nas 5 300 escolas públicas de
São Paulo - aborda também temas como consciência
e empoderamento, com conteúdo todo produzido de
jovem para jovem.
(Adaptado. Bettina Grajcer. Disponível em:
http://www.diariodepernambuco.com.br/)
II. No trecho “... para adaptar à realidade local...”, o fenômeno da crase ocorreu devidamente, assim como no exemplo: “Bebida alcoólica pode causar dependência química e, em excesso, provoca graves males à saúde”.
Marque a alternativa CORRETA:
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Álcool na juventude: como prevenir o consumo
indevido?
Você já deve ter ouvido que, em doses moderadas, o
álcool pode até ser vantajoso. Ora, vários estudos
comprovam que uma taça de vinho por dia faz bem ao
coração. E uma boa parcela da população toma seu
drinque no fim de semana sem riscos. O consumo
inadequado, porém, é um grave problema de saúde
pública - e motivo de grande preocupação entre os
pais de adolescentes.
No Brasil, meninos e meninas começam a beber, em
média, entre os 10 e 13 anos. E o padrão de consumo
mais frequente na adolescência é o binge, ou “beber
para embriagar-se”, prática associada a
comportamentos de risco, como dirigir alcoolizado e
fazer sexo desprotegido, entre outros. Aos 17 anos,
quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter
ficado bêbado alguma vez. Diante de dados tão
preocupantes, como podemos mudar esse cenário?
Medidas restritivas não bastam. Até porque a lei existe
e, mesmo que fosse bem fiscalizada, vivemos em um
país onde falsificar o RG é algo recorrente. Os gestores
públicos precisam, então, investir em políticas de
prevenção, e os pais têm que estar mais atentos.
Nos últimos dez anos tenho ajudado a desenvolver
estratégias nesse sentido, buscando evidências do que
funciona para adaptar à realidade local, sempre com
uma pitada de inovação. No programa “Na Responsa”,
aplicado em parceria com ONGs e escolas, são
realizadas atividades com jovens em diversos locais
do país. Práticas que funcionam são multiplicadas.
Um exemplo é a “Balada sem álcool”, evento idealizado
em Heliópolis, na capital paulista, em que o jovem tem
uma experiência de diversão intensa sem bebida
alcoólica. O programa - que já inspirou o Movimento Pé
no Chão, implantado nas 5 300 escolas públicas de
São Paulo - aborda também temas como consciência
e empoderamento, com conteúdo todo produzido de
jovem para jovem.
(Adaptado. Bettina Grajcer. Disponível em:
http://www.diariodepernambuco.com.br/)
II. Por ser um texto opinativo, o autor optou pelo uso da terceira pessoa e pelas marcas de impessoalidade ocasionadas pela estrutura “verbo+pronome apassivador”. Por isso, evitou o uso da primeira pessoa.
Marque a alternativa CORRETA:
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Álcool na juventude: como prevenir o consumo
indevido?
Você já deve ter ouvido que, em doses moderadas, o
álcool pode até ser vantajoso. Ora, vários estudos
comprovam que uma taça de vinho por dia faz bem ao
coração. E uma boa parcela da população toma seu
drinque no fim de semana sem riscos. O consumo
inadequado, porém, é um grave problema de saúde
pública - e motivo de grande preocupação entre os
pais de adolescentes.
No Brasil, meninos e meninas começam a beber, em
média, entre os 10 e 13 anos. E o padrão de consumo
mais frequente na adolescência é o binge, ou “beber
para embriagar-se”, prática associada a
comportamentos de risco, como dirigir alcoolizado e
fazer sexo desprotegido, entre outros. Aos 17 anos,
quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter
ficado bêbado alguma vez. Diante de dados tão
preocupantes, como podemos mudar esse cenário?
Medidas restritivas não bastam. Até porque a lei existe
e, mesmo que fosse bem fiscalizada, vivemos em um
país onde falsificar o RG é algo recorrente. Os gestores
públicos precisam, então, investir em políticas de
prevenção, e os pais têm que estar mais atentos.
Nos últimos dez anos tenho ajudado a desenvolver
estratégias nesse sentido, buscando evidências do que
funciona para adaptar à realidade local, sempre com
uma pitada de inovação. No programa “Na Responsa”,
aplicado em parceria com ONGs e escolas, são
realizadas atividades com jovens em diversos locais
do país. Práticas que funcionam são multiplicadas.
Um exemplo é a “Balada sem álcool”, evento idealizado
em Heliópolis, na capital paulista, em que o jovem tem
uma experiência de diversão intensa sem bebida
alcoólica. O programa - que já inspirou o Movimento Pé
no Chão, implantado nas 5 300 escolas públicas de
São Paulo - aborda também temas como consciência
e empoderamento, com conteúdo todo produzido de
jovem para jovem.
(Adaptado. Bettina Grajcer. Disponível em:
http://www.diariodepernambuco.com.br/)
II. No trecho “... para adaptar à realidade local...”, o fenômeno da crase ocorreu devidamente, assim como no exemplo: “É fato já comprovado que quanto mais cedo se dá o contato com a bebida alcoólica, mais rápido se dão as respostas adaptativas de tolerância à droga”.
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