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Foram encontradas 30 questões.

1195886 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Cons. Trairi-CE
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Roberto é vendedor de uma loja de produtos eletrônicos. Seu salário mensal é composto de um valor fixo de R$ 1.700,00 e de uma comissão de 4% sobre o total de suas vendas mensais, em reais. A expressão que relaciona o salário mensal de Roberto ao total de suas vendas é S = 1700 + 0,04.V. Se em um determinado mês o salário de Roberto foi de R$ 2.520,00, o valor das vendas efetuadas por ele durante este mês foi de:
 

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1195885 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Cons. Trairi-CE
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No processo de fabricação, alguns objetos precisam ser submetidos a um procedimento de resfriamento. Para fazer esse resfriamento, uma fábrica utiliza um tanque com água, conforme ilustrado na figura abaixo.
Colocando-se para resfriar no tanque um objeto cujo volume é de 3 600 cm³, o nível da água:
Enunciado 1195885-1
 

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1195884 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Cons. Trairi-CE
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Na etiqueta de um forro retangular de tecido consta a informação que após a primeira lavagem, o tecido encolherá, mas o formato será mantido. A figura abaixo ilustra as medidas originais do forro e o tamanho do encolhimento (x) no comprimento e (y) na largura. A expressão algébrica que representa a área do forro após ser lavado é (7 – x)(4 – y).
Enunciado 1195884-1
Nestas condições, a área do forro que encolheu, após a primeira lavagem será expressa por:
 

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1195883 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: Cons. Trairi-CE
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Paulo decidiu pintar sua casa internamente. A cor da pintura foi definida da seguinte forma: para cada 3 latas de tinta branca, misturam-se 4 latas de tinta na cor marfim. O pintor calculou que vai ser preciso comprar 21 latas de tinta. Nestas condições, a quantidade de latas de tinta branca e de tinta marfim são respectivamente:
 

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Considere o texto a seguir.
Enunciado 1194636-1
Disponível em: https://www.google.com.br/search. Acesso em
04 de setembro de 2018.
Marque a opção na qual todas as palavras estão grafadas em consonância com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com vigência obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2016, e que a ortografia se justifica pela mesma regra das palavras apresentadas no segundo quadrinho da tirinha.
 

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Considere a frase:
“[Eu] Falei que a realização profissional não é uma coisa tão relativa assim, pois seriam as mesmas, para você e para mim, as expectativas sobre o sucesso decorrente da escolha da profissão certa.”
Com a substituição da palavra “expectativas” por “expectativa”, qual das opções a seguir teve a concordância (verbal e nominal) ajustada coerentemente?
 

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Considerando que o texto abaixo foi extraído de uma conversa do whatsapp, assinale a opção correta, acerca da variação linguística empregada nele.
Vc ñ falou cmg hj, BB... Estou com sdds. Bjs!
 

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Marque a opção que apresenta problema de desrespeito à norma padrão da Língua Portuguesa, quanto à colocação pronominal.
 

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Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que preencham, RESPECTIVAMENTE, as lacunas da seguinte frase:
“Quando se trata de eleição ___ duas coisas devem ser observadas ____ uma é o projeto político proposto pelo candidato ___ a outra é o posicionamento dele ante as demandas populares.”
 

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Noção de erro de português é afetada pela ideia de que, vista
do passado, toda evolução é corrupção
Aldo Bizzocchi
Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.
(...)
É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico. Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.
(...)
A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.
(...)
Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.
Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.
Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25,
novembro de 2007
Após a leitura do texto de Aldo Bizzocchi podemos inferir que o autor trata a questão do erro de português a partir de um enfoque
 

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