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Durante 15 manhãs, Adolfo registrou a quantidade de pombos que pousaram no pátio de um prédio. Os registros, em ordem de anotação, foram os seguintes: 11; 10; 12; 8; 10; 13; 14; 10; 9; 11; 12; 10; 13; 12; e 10.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A mediana da quantidade de pombos registrados por manhã foi igual a 12.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A mediana da quantidade de pombos registrados por manhã foi igual a 12.
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Durante 15 manhãs, Adolfo registrou a quantidade de
pombos que pousaram no pátio de um prédio. Os registros,
em ordem de anotação, foram os seguintes: 11; 10; 12; 8;
10; 13; 14; 10; 9; 11; 12; 10; 13; 12; e 10.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A média da quantidade de pombos registrados por manhã foi igual a 11.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A média da quantidade de pombos registrados por manhã foi igual a 11.
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Bruno e Vinícius eram os principais batedores de pênalti de um time. Em cada cobrança, Bruno tinha 80% de probabilidade de marcar gol, enquanto Vinícius tinha 75% de probabilidade de marcar gol. Considere-se que os resultados das cobranças sejam independentes.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Vinícius cobre dois pênaltis, a probabilidade de ele errar, pelo menos, uma das cobranças será igual a 25%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Vinícius cobre dois pênaltis, a probabilidade de ele errar, pelo menos, uma das cobranças será igual a 25%.
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Bruno e Vinícius eram os principais batedores de pênalti de um time. Em cada cobrança, Bruno tinha 80% de probabilidade de marcar gol, enquanto Vinícius tinha 75% de probabilidade de marcar gol. Considere-se que os resultados das cobranças sejam independentes.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno e Vinícius cobrem um pênalti cada um, a probabilidade de ambos terem o mesmo resultado, isto é, ambos marcarem gol ou ambos errarem, será igual a 65%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno e Vinícius cobrem um pênalti cada um, a probabilidade de ambos terem o mesmo resultado, isto é, ambos marcarem gol ou ambos errarem, será igual a 65%.
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Bruno e Vinícius eram os principais batedores de pênalti de um time. Em cada cobrança, Bruno tinha 80% de probabilidade de marcar gol, enquanto Vinícius tinha 75% de probabilidade de marcar gol. Considere-se que os resultados das cobranças sejam independentes.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno cobre dois pênaltis, a probabilidade de ele marcar gol em exatamente uma das cobranças será igual a 32%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno cobre dois pênaltis, a probabilidade de ele marcar gol em exatamente uma das cobranças será igual a 32%.
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Bruno e Vinícius eram os principais batedores de pênalti
de um time. Em cada cobrança, Bruno tinha 80% de
probabilidade de marcar gol, enquanto Vinícius tinha
75% de probabilidade de marcar gol. Considere-se que os
resultados das cobranças sejam independentes.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno e Vinícius cobrem um pênalti cada um, a probabilidade de ambos errarem as suas cobranças será igual a 10%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Caso Bruno e Vinícius cobrem um pênalti cada um, a probabilidade de ambos errarem as suas cobranças será igual a 10%.
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Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “Desde então, foram ampliadas as exigências relacionadas ao licenciamento de instalações, rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento, transporte, monitoramento individual de trabalhadores, qualificação profissional e preparação para emergências.”, as ocorrências da vírgula são justificadas para separar termos que exercem a mesma função sintática.
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- SintaxeRegência
- SintaxeCrase
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
O trecho “o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua.” poderia ser reescrito, preservando-se a correção gramatical e o sentido original do texto, da seguinte forma: Segundo consenso técnico e jurídico, para atenuar os riscos da radiação, exige-se à atenção contínua.
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Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, o termo “Justiça do Trabalho” expressa uma metonímia, que representa as instituições e os seus agentes.
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Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram a importância da cultura de segurança, da transparência institucional, da preparação para emergências e da revisão contínua dos sistemas de proteção”, a repetição da preposição “de” é justificada pelo paralelismo sintático dos complementos nominais.
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