Foram encontradas 40 questões.
2948110
Ano: 2023
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
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Considerando as disposições sobre recursos administrativos advindos do Código de Ética dos Representantes Comerciais, analise
as afirmativas a seguir.
I. Ocorrendo interposição do recurso fora do prazo estabelecido, ele será declarado intempestivo, julgando-o extinto com julgamento de mérito.
II. Ocorrendo interposição de recurso perante órgão incompetente, será indicada ao recorrente a autoridade competente, sendo-lhe devolvido o prazo para recurso.
III. Os titulares de direitos e interesses que forem prejudicados por decisão final possuem legitimidade para interpor recurso administrativo, perante os Conselhos Regionais dos Representantes Comerciais e o Conselho Federal.
Está correto o que se afirma em
I. Ocorrendo interposição do recurso fora do prazo estabelecido, ele será declarado intempestivo, julgando-o extinto com julgamento de mérito.
II. Ocorrendo interposição de recurso perante órgão incompetente, será indicada ao recorrente a autoridade competente, sendo-lhe devolvido o prazo para recurso.
III. Os titulares de direitos e interesses que forem prejudicados por decisão final possuem legitimidade para interpor recurso administrativo, perante os Conselhos Regionais dos Representantes Comerciais e o Conselho Federal.
Está correto o que se afirma em
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2948109
Ano: 2023
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
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À luz do Código de Ética dos Representantes Comerciais, são consideradas faltas graves, EXCETO:
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2948108
Ano: 2023
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-MG
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De acordo com a Lei Federal nº 4.886/1965, que regula as atividades dos representantes comerciais autônomos, assinale a
afirmativa correta.
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Uma panela de pressão possui 8 litros de capacidade e, conforme instruções do fabricante, deve ser usada com no mínimo 2
litros de água e no máximo 3/4 de seu volume total, incluindo os ingredientes. Sabendo-se que 1 litro equivale a 1 decímetro
cúbico (dm³) e que cada dm³ de carne bovina tem o equivalente a 300 g, conclui-se que a quantidade máxima de carne bovina
que seria possível cozinhar utilizando esta panela e respeitando as orientações do fabricante é:
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José deseja fazer uma compra de algumas latas de refrigerante por um aplicativo de delivery e, para isso, ele tem como opções duas plataformas que praticam preços diferentes, tanto para os produtos que José deseja comprar quanto para a taxa de entregas. Observe a seguir uma tabela criada por José para ajudá-lo a escolher qual plataforma utilizar em cada compra:

Para que José fique sempre na vantagem financeira, ou seja, gaste o menor valor possível comprando a mesma quantidade, a partir de quantos itens ele deverá escolher o aplicativo B?
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Um curso de aperfeiçoamento em vendas promete aumentar a cartela de clientes das empresas que se inscreverem no curso
em até 25%. Se determinada empresa espera que, com o curso, sua cartela de clientes tenha o aumento máximo prometido,
passando para um total de 100 clientes, quantos clientes há inicialmente na cartela desta instituição?
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A foto
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia
de toda a família reunida, talvez pela última vez. A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos
na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a
câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia?
– Tira você mesmo, ué.
– Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia.
– Tiro eu – disse o marido da Bitinha.
– Você fica aqui – comandou a Bitinha.
Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não
deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher. A própria
Bitinha fez a sugestão maldosa:
– Acho que quem deve tirar é o Dudu…
O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente
anunciada, de que não fosse o filho do Luiz Olavo.
O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas Andradina segurou o filho.
– Só faltava essa, o Dudu não sair.
E agora?
– Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free
da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento – sugeriu alguém – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e…
A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se
ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão.
– Dá aqui.
– Mas seu Domício…
– Vai pra lá e fica quieto.
– Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido!
– Eu fico implícito – disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a
foto e foi dormir.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. P. 19-20.)
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A foto
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia
de toda a família reunida, talvez pela última vez. A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos
na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a
câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia?
– Tira você mesmo, ué.
– Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia.
– Tiro eu – disse o marido da Bitinha.
– Você fica aqui – comandou a Bitinha.
Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não
deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher. A própria
Bitinha fez a sugestão maldosa:
– Acho que quem deve tirar é o Dudu…
O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente
anunciada, de que não fosse o filho do Luiz Olavo.
O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas Andradina segurou o filho.
– Só faltava essa, o Dudu não sair.
E agora?
– Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free
da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento – sugeriu alguém – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e…
A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se
ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão.
– Dá aqui.
– Mas seu Domício…
– Vai pra lá e fica quieto.
– Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido!
– Eu fico implícito – disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a
foto e foi dormir.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. P. 19-20.)
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A foto
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia
de toda a família reunida, talvez pela última vez. A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos
na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a
câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia?
– Tira você mesmo, ué.
– Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia.
– Tiro eu – disse o marido da Bitinha.
– Você fica aqui – comandou a Bitinha.
Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não
deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher. A própria
Bitinha fez a sugestão maldosa:
– Acho que quem deve tirar é o Dudu…
O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente
anunciada, de que não fosse o filho do Luiz Olavo.
O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas Andradina segurou o filho.
– Só faltava essa, o Dudu não sair.
E agora?
– Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free
da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento – sugeriu alguém – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e…
A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se
ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão.
– Dá aqui.
– Mas seu Domício…
– Vai pra lá e fica quieto.
– Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido!
– Eu fico implícito – disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a
foto e foi dormir.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. P. 19-20.)
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Questão presente nas seguintes provas
A foto
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia
de toda a família reunida, talvez pela última vez. A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos
na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a
câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia?
– Tira você mesmo, ué.
– Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia.
– Tiro eu – disse o marido da Bitinha.
– Você fica aqui – comandou a Bitinha.
Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não
deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher. A própria
Bitinha fez a sugestão maldosa:
– Acho que quem deve tirar é o Dudu…
O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente
anunciada, de que não fosse o filho do Luiz Olavo.
O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas Andradina segurou o filho.
– Só faltava essa, o Dudu não sair.
E agora?
– Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free
da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento – sugeriu alguém – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e…
A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se
ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão.
– Dá aqui.
– Mas seu Domício…
– Vai pra lá e fica quieto.
– Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido!
– Eu fico implícito – disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a
foto e foi dormir.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. P. 19-20.)
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