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Foram encontradas 120 questões.

1966867 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

Uma loja de doces decidiu fazer uma grande liquidação e, para isso, estabeleceu que seria possível comprar duas jujubas pelo preço de uma e 3 pirulitos pelo preço de 1, mas o chiclete não entraria na promoção. O preço original de cada doce era de R$ 1,00 e Léo foi para a loja comR$ 5,00. Sabe-se que a chance de ele escolher cada um dos doces é igual, que doces iguais são indistinguíveis e que ele saiu com pelo menos 1 doce.

Com base nesse caso hipotético, julgue o item.

Há 21 modos de Léo comprar 5 doces.

 

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1966866 Ano: 2022
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Reiteramos, por meio deste, pedido já realizado diversas vezes, de material indispensável ao serviço de reprografia do setor de atendimento ao público, como resma de papel A4 e o tonner da impressora que acabaram fazem dois meses.

 

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1966865 Ano: 2022
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Encaminhamos a consideração desta Comissão Especial, proposta de aditamento ao contrato que vai ser firmado com o Instituto ABC de Apoio Técnico conforme decisão tomada pelo grupo de trabalho em reunião com a Presidência do Conselho.

 

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1966864 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para o trecho destacado do texto, julgue o item.

“apesar de haver um nível alto de descrença na ciência”: a despeito do alto nível de descrença na ciência

 

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1966863 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência textual, julgue o item, quanto às substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto.

“refutar” por negar

 

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1966862 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência textual, julgue o item, quanto às substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto.

“Portanto” por Consequentemente

 

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1966861 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência textual, julgue o item, quanto às substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto.

“cujos benefícios” por que seus benefícios

 

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1966860 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência textual, julgue o item, quanto às substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto.

“e tampouco” por nem

 

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1966859 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência textual, julgue o item, quanto às substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto.

“incipiente” por imprudente

 

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1966858 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-AP

A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.

Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.

Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.

“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.

Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.

Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estaria mantida a correção gramatical do texto caso se destacasse, entre vírgulas, o segmento “pode e deve”

 

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