Foram encontradas 120 questões.
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Em “o quanto podem servir como um cuidado público eficaz", a flexão verbal na terceira pessoa do plural indica que é indeterminado o sujeito da oração.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “consideram” estivesse flexionada na terceira pessoa do singular.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O emprego da preposição “com”, em “com quem as produz", justifica-se pela regência do verbo produzir, flexionado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo – “produz”.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Dadas as relações de coesão do texto, conclui-se que, no segmento “quem as produz” , o vocábulo “as” está empregado em referência a “pesquisas científicas”
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
As palavras “saúde”, “países” e “País” são acentuadas graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A substituição da forma verbal “comprovariam” por comprovam não prejudicaria a correção gramatical, mas alteraria o sentido original do texto.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e à tipologia do texto, julgue o item.
A professora citada no texto menciona uma causa possível da desconfiança das pessoas em relação à ciência.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e à tipologia do texto, julgue o item.
Entende-se da leitura do texto que as notícias falsas em saúde põem em risco a segurança das vacinas no Brasil, por isso o Ministério da Saúde criou um mecanismo de checagem da veracidade de boatos que circulam nas redes sociais.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e à tipologia do texto, julgue o item.
De acordo com o resultado da pesquisa citada no texto, o Brasil se destaca como um dos países cuja população mais confia na ciência.
Provas
A quantidade de fake News em saúde é tão grande que o Ministério da Saúde criou um serviço que pode ser acessado por telefone celular para verificar a veracidade de rumores acerca de temas que vão desde a segurança das vacinas até a existência de estudos que comprovariam propriedades curativas de frutas.
A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, representa o maior estudo mundial a respeito da forma como as pessoas consideram a ciência e os principais desafios da área da saúde. Os pesquisadores entrevistaram 140 mil pessoas, entre as quais mil brasileiros com mais de 15 anos de idade. No ranking dos 144 países participantes, o Brasil ocupa apenas a 111.a posição entre os que mais confiam na ciência. Na opinião de 35% dos brasileiros entrevistados, a ciência não merece confiança, e 1 em cada 4 pessoas afirma que a produção científica não contribui para o País.
Segundo a matemática, filósofa e professora Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as pessoas não veem o resultado da contribuição científica em sua vida cotidiana, já que muitos cientistas costumam se isolar e têm dificuldade de comunicação. “Ultimamente, há um nítido aumento da preocupação dos cientistas em se comunicar melhor com a sociedade, mas ainda é um movimento incipiente”, afirma Roque. Sem conhecer os resultados das pesquisas científicas e com pouco ou quase nenhum contato com quem as produz, a população não vislumbra seus benefícios e tampouco desenvolve uma relação de confiança com a ciência.
Por outro lado, políticas públicas de saúde mais amplas, cujos benefícios chegam a um maior número de pessoas, costumam contar com o apoio e a adesão da maioria da população. Um exemplo de uma política bem feita e que traz resultados visíveis para os brasileiros é a Política Nacional de Vacinação, uma das melhores do mundo. Não à toa, apesar de haver um nível alto de descrença na ciência, 80% das pessoas entrevistadas pela Wellcome Global Monitor consideram as vacinas seguras e eficazes.
“Não sei ao certo, é um palpite, mas acho que a confiança nas vacinas está descolada da confiança mais ampla na ciência, justamente porque, no caso das vacinas, tivemos sucesso em mostrar o quanto podem servir como um cuidado público eficaz”, conclui a cientista.
Portanto, é necessário que as pessoas percebam a importância da ciência, que sintam seus benefícios no dia a dia, aprendam a desenvolver o pensamento científico e a confiar nele.
Isso não implica, obviamente, refutar outros saberes e formas de conhecimento, ao contrário, o excesso de autoconfiança por parte daqueles que estudam e fazem ciência pode afastar ainda mais as pessoas que não dominam o conhecimento científico. Em um momento em que os boatos ganham as redes sociais e a Internet em velocidade galopante, a ciência pode e deve ser vista como aliada na luta contra a desinformação.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e à tipologia do texto, julgue o item.
No texto, estruturado em forma dissertativa, é mencionado o sucesso da Política Nacional de Vacinação no Brasil.
Provas
Caderno Container