Foram encontradas 559 questões.
Em relação aos coletivos, julgue o item.
O conjunto de laranjas ou de chaves é denominado réstia.
Provas
Em relação aos coletivos, julgue o item.
Baixela é o nome atribuído ao conjunto de pratos, travessas, vasilhas, jarros, copos etc. destinado ao serviço e à apresentação dos alimentos e das bebidas às refeições.
Provas
No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.
Todos os colaboradores da organização sentiram muito dó do auxiliar hospitalizado por intoxicação decorrente da inalação de composto tóxico produzido pela mistura de produtos de limpeza.
Provas
No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.
A má utilização de produtos de limpeza nos degrais do prédio da autarquia causou danos irreparável ao patrimônio público.
Provas
No que se refere ao gênero e ao número dos substantivos e à concordância, julgue o item, considerando a correção dos períodos apresentados.
Antes de elaborar o memorando para a compra de materiais de consumo do setor onde trabalha, o auxiliar de serviços gerais deu uma telefonema ao gerente de compras.
Provas
A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.
O emprego das aspas em “Não há [...] de saúde” justifica-se por ser o trecho uma advertência importante que o autor do texto quis destacar.
Provas
A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.
Estaria mantida a correção do texto caso o sinal de dois -pontos empregado após a palavra “ilusória" fosse substituído por ponto final.
Provas
A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.
Em “a mistura forma um composto tóxico”, tanto o vocábulo “mistura” quanto o vocábulo “composto” são empregados como verbos.
Provas
A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.
a palavra “desinfetante” é empregada como adjetivo e concorda com o termo a que se refere, o vocábulo “efeito”, que se classifica como substantivo.
Provas
A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Em relação à ortografia e ao significado das palavras no texto, julgue o item.
a palavra “evidência” poderia ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por dúvida.
Provas
Caderno Container