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A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
Internet: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Em relação à ortografia e ao significado das palavras no texto, julgue o item.
O vocábulo “protagonistas" é empregado no texto com sentido conotativo, para destacar a importância da água sanitária e do álcool gel “na higienização de superfícies no período de pandemia”
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A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Em relação à ortografia e ao significado das palavras no texto, julgue o item.
A palavra “doenças” é sinônima de enfermidades.
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A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Em relação à ortografia e ao significado das palavras no texto, julgue o item.
As palavras “químicas”, “álcool” e “tóxico” são acentuadas graficamente de acordo com a regra de acentuação gráfica dos vocábulos proparoxítonos.
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A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.
Entre os riscos decorrentes do manuseio de produtos de limpeza, a alergia é o mais grave, pois é difícil identificar a causa desse problema de saúde.
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A manutenção dos ambientes limpos e organizados evita doenças causadas por sujeiras, fungos e bactérias. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora da faxina para evitar riscos de intoxicações, alergias ou acidentes decorrentes do manuseio de produtos de limpeza.
Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.
A mistura de água sanitária e amoníaco só produz vapor tóxico se for acrescida de vinagre ou bicarbonato.
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Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.
A maioria das pessoas se ilude com a eficácia prometida no rótulo dos produtos de limpeza.
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Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.
A adição de produtos de limpeza a outras substâncias pode ser feita desde que haja indicação expressa para tanto no rótulo do produto.
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Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
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Algumas pessoas misturam produtos de limpeza porque esperam que o resultado da mistura facilite a faxina.
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Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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A utilização inadequada de produtos de limpeza pode causar sérios danos à saúde.
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Os produtos de limpeza mais convencionais possuem substâncias químicas que podem ser nocivas à saúde, por isso devem ser utilizados adequadamente.
Muitos acreditam que misturar diferentes produtos de limpeza torna-os mais “potentes”, mas essa crença é ilusória: unir produtos químicos pode criar compostos extremamente nocivos ou simplesmente torná-los ineficazes. “Não há nenhuma evidência de que o poder de limpeza dos produtos será aumentado ou tornará a faxina mais fácil. E, em casos de alergia, é ainda maior a dificuldade para identificar o produto responsável pelo problema de saúde”, adverte o diretor executivo de uma empresa especializada em consultorias e certificações de construções e produtos saudáveis.
Um exemplo do que não deve ser feito é misturar álcool em gel com água sanitária, produtos que se tornaram protagonistas na higienização de superfícies no período de pandemia. Se misturados, tanto o hipoclorito da água sanitária quanto o álcool do álcool gel são destruídos, o que anula o efeito desinfetante desses produtos. Além disso, a mistura forma um composto tóxico, o acetaldeído, que pode causar irritações e queimaduras na pele. A água sanitária também não deve ser misturada com substâncias como amoníaco, vinagre ou água oxigenada — juntos, esses elementos produzem vapores tóxicos.
Produtos de limpeza podem ser misturados com outras substâncias ou diluídos apenas se essa indicação constar no rótulo dos produtos.
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Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.
Manter a limpeza dos ambientes é uma forma de prevenir doenças.
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