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Caracteriza-se como atividade de um operador de mesa telefônica:
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Segundo dados divulgados pela UNESCO [www1.folha. uol.com.br/ciência, acesso em 15/11/2010] o investimento em pesquisa, no Brasil, passou de R$ 25,5 bilhões em 2002 para R$ 32,7 bilhões, em 2008. De acordo com esses dados, de 2002 para 2008, o valor investido em pesquisa, no País, cresceu, aproximadamente,
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
A autora do texto explicita a interlocução com o leitor em:
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Em geral, documentos são usados para anúncios e lançamentos de novos produtos e serviços, que a Assessoria de Imprensa tem interesse em divulgar para virar notícia sem custo para a empresa. Antes da divulgação dessa notícia, que tipo de documento ou mídia um telefonista deverá ler para manter-se informado?
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Em uma loja de eletrodomésticos, uma televisão e um sofá tinham o mesmo preço inicial. Depois de um mês, o preço da televisão caiu 10% e o do sofá subiu 30%. Considerando que o preço do sofá após um mês era R$ 1.040,00, o preço da televisão também após um mês é
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Serviço de Utilidade Pública é aquele em que a Administração Pública reconhece a sua conveniência para a coletividade, prestando-o diretamente ou delegando-o a terceiros sob seu controle. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) regulamenta o acesso a tais serviços. Por exemplo, o Serviço de Utilidade Pública denominado Defesa Civil tem acesso gratuito mediante o Código de Acesso
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
No trecho “A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador”, ao agenciar a voz dos especialistas, a autora busca um efeito de
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Segundo informações da Folha de S. Paulo [www.1.folha. uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u394992.shtml. Acesso em: 17/11/2010. (Adaptado) ], o Paraguai voltou a reclamar do preço da energia elétrica que é vendida para o Brasil pela hidrelétrica de Itaipu. Para o presidente eleito, em vez de receber US$ 300 milhões anuais como agora, o Paraguai deveria cobrar de US$ 1,5 bilhão a US$ 2 bilhões anuais pela cessão de sua energia, que abastece os estados brasileiros, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.
Se o Paraguai, em vez de receber US$ 300 milhões anuais como agora, passar a cobrar US$ 1,8 bilhões anuais pela cessão de sua energia ao Brasil, o valor cobrado pelo Paraguai pela energia terá um crescimento, em porcentagem, de
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O uso correto e a conservação de um Telefone de Uso Público (TUP) ganharam importância quando esses aparelhos passaram a receber ligações. A solicitação de reparo de um TUP pode ser feita diretamente à concessionária de telefonia. No caso de aparelhos localizados em regiões remotas ou de fronteira, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) exige que 98% das solicitações de reparo de um TUP sejam atendidas em até
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Um elemento gráfico SmartArt é uma representação visual de suas informações que o usuário pode criar com rapidez e facilidade, escolhendo entre vários layouts diferentes, para comunicar suas mensagens ou ideias com eficiência. Qual botão é responsável pela inserção deste elemento na guia Inserir (grupo Ilustrações) do aplicativo Microsoft® Office Word 2007?
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