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Foram encontradas 126 questões.

4198932 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Assinale a alternativa que apresenta o número de anagramas da palavra MEDULA que começam e terminam em vogal.
 

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4198931 Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Assinale a alternativa que contém um princípio ou prática essencial da governança da informação no contexto de Ciência de Dados.
 

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4198930 Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Assinale a alternativa que representa uma característica relevante dos mecanismos modernos de proteção contra malware.
 

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4198929 Ano: 2026
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Assinale a alternativa que descreve o funcionamento da memória virtual no Windows 10.
 

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4198928 Ano: 2026
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Em redes de computadores, a comunicação entre dispositivos ocorre por meio de camadas organizadas, cada uma com funções específicas, conforme definido no modelo OSI e no modelo TCP/IP. Nesse contexto, a correta identificação das responsabilidades de cada camada é fundamental para o diagnóstico de problemas e para o entendimento do fluxo de dados na rede.
Assinale a alternativa que contém uma função típica da camada de Transporte.
 

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4198927 Ano: 2026
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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O funcionamento de um computador moderno envolve a interação coordenada entre componentes físicos (hardware) e programas (software), permitindo a execução de instruções, o armazenamento de dados e a comunicação com dispositivos externos. Nesse contexto, a arquitetura básica segue o modelo de processamento sequencial de instruções, no qual há busca, decodificação e execução de comandos em um ciclo contínuo, conceito associado à arquitetura proposta por John von Neumann.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o papel de um dos principais componentes do computador nesse processo.
 

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4198926 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Texto para a questão.

Um caso constrangedor envolvendo o veterano jornalista belga Peter Vandermeersh ilustrou os perigos

associados ao uso indiscriminado de ferramentas de inteligência artificial (IA) na produção de conteúdo jornalístico.

Chefe das operações irlandesas do Mediahuis, um dos principais grupos de mídia na Europa, ele foi suspenso de suas

funções em março após uma investigação interna constatar que incorporou a seus textos falsas declarações entre

aspas atribuídas a especialistas, que foram geradas erroneamente por programas como ChatGPT, Perplexity e Google

NotebookLM.

Dezenas de declarações presentes em 15 textos publicados por Vandermeersh não correspondiam a fontes

verificáveis e sete fontes citadas nos artigos negaram veementemente ter proferido aquelas palavras. “Existem

citações que não podem ser encontradas nas publicações das quais Vandermeersch afirma tê-las obtido, como

estudos científicos e notícias”, informou o jornal NRC (do qual Vandermeersch já foi editor-chefe), responsável pela

investigação. O jornalista reconheceu os equívocos e afirmou ter caído na “armadilha das alucinações”, termo usado

para descrever erros gerados por IA, ao confiar excessivamente nas ferramentas sem verificar o conteúdo replicado.

“Perdi muitos minutos do meu tempo procurando onde eu poderia ter dito alguma besteira sobre

‘conhecimento imersivo’”, queixou-se Emily Bell, diretora do Centro Tow de Jornalismo Digital da Universidade

Columbia, nos Estados Unidos, uma das vítimas das alucinações disseminadas por Vandermeersh. Usando

ferramentas de IA do Google, Bell encontrou frases muito semelhantes em um discurso feito por outra pessoa. Seu

nome também foi mencionado nesse discurso, mas em outro contexto, o que pode ser a origem da alucinação. O

episódio evidencia um paradoxo da IA generativa: a tecnologia é capaz de produzir textos verossímeis, mas não há

garantia de que sejam verdadeiros. Isso coloca em xeque princípios fundamentais do jornalismo profissional, como

a verificação e a precisão dos fatos transmitidos ao público.

O tema tem sido abordado em estudos que investigam como jornalistas que cobrem assuntos científicos estão

lidando com a incorporação da IA em suas rotinas de trabalho. Um artigo publicado em dezembro no Sage Journals

por seis pesquisadores da área de comunicação evidenciou uma ampla adoção das ferramentas de IA por repórteres

especializados em ciência em tarefas corriqueiras, como transcrição de gravações e apoio à escrita. Nas entrevistas

com os profissionais de imprensa, também foram relatadas preocupações com a confiabilidade das informações e

com a compatibilidade do uso de IA com valores jornalísticos, como responsabilidade e ética. A maioria ainda é

cautelosa ao utilizar a tecnologia em tarefas mais sofisticadas, como a análise de dados.

A adoção da inteligência artificial nas redações, segundo a pesquisa, varia entre países. Os autores se

debruçaram sobre três deles: Brasil, Índia e Reino Unido. Jornalistas científicos britânicos mostraram certa resistência

ao uso avançado das ferramentas, enquanto brasileiros e indianos indicaram ser mais flexíveis. Uma particularidade

dos brasileiros é que adotam amplamente as ferramentas para traduzir textos e apoiar a escrita em um segundo

idioma. Entre os benefícios propiciados pela IA, os entrevistados destacam o aumento da eficiência e o acesso

facilitado à informação e, entre os perigos, a possibilidade de disseminar desinformação e a eliminação de postos de

trabalho, que são cada vez mais escassos no jornalismo.

Mônica Manir. A armadilha das alucinações. In: Revista Pesquisa Fapesp, 21/4/2026. Internet: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-armadilha-das-alucinacoes/ (adaptado)

A correção gramatical e as relações de coesão e coerência textuais seriam mantidas caso houvesse a substituição de
 

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4198925 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Texto para a questão.

Um caso constrangedor envolvendo o veterano jornalista belga Peter Vandermeersh ilustrou os perigos

associados ao uso indiscriminado de ferramentas de inteligência artificial (IA) na produção de conteúdo jornalístico.

Chefe das operações irlandesas do Mediahuis, um dos principais grupos de mídia na Europa, ele foi suspenso de suas

funções em março após uma investigação interna constatar que incorporou a seus textos falsas declarações entre

aspas atribuídas a especialistas, que foram geradas erroneamente por programas como ChatGPT, Perplexity e Google

NotebookLM.

Dezenas de declarações presentes em 15 textos publicados por Vandermeersh não correspondiam a fontes

verificáveis e sete fontes citadas nos artigos negaram veementemente ter proferido aquelas palavras. “Existem

citações que não podem ser encontradas nas publicações das quais Vandermeersch afirma tê-las obtido, como

estudos científicos e notícias”, informou o jornal NRC (do qual Vandermeersch já foi editor-chefe), responsável pela

investigação. O jornalista reconheceu os equívocos e afirmou ter caído na “armadilha das alucinações”, termo usado

para descrever erros gerados por IA, ao confiar excessivamente nas ferramentas sem verificar o conteúdo replicado.

“Perdi muitos minutos do meu tempo procurando onde eu poderia ter dito alguma besteira sobre

‘conhecimento imersivo’”, queixou-se Emily Bell, diretora do Centro Tow de Jornalismo Digital da Universidade

Columbia, nos Estados Unidos, uma das vítimas das alucinações disseminadas por Vandermeersh. Usando

ferramentas de IA do Google, Bell encontrou frases muito semelhantes em um discurso feito por outra pessoa. Seu

nome também foi mencionado nesse discurso, mas em outro contexto, o que pode ser a origem da alucinação. O

episódio evidencia um paradoxo da IA generativa: a tecnologia é capaz de produzir textos verossímeis, mas não há

garantia de que sejam verdadeiros. Isso coloca em xeque princípios fundamentais do jornalismo profissional, como

a verificação e a precisão dos fatos transmitidos ao público.

O tema tem sido abordado em estudos que investigam como jornalistas que cobrem assuntos científicos estão

lidando com a incorporação da IA em suas rotinas de trabalho. Um artigo publicado em dezembro no Sage Journals

por seis pesquisadores da área de comunicação evidenciou uma ampla adoção das ferramentas de IA por repórteres

especializados em ciência em tarefas corriqueiras, como transcrição de gravações e apoio à escrita. Nas entrevistas

com os profissionais de imprensa, também foram relatadas preocupações com a confiabilidade das informações e

com a compatibilidade do uso de IA com valores jornalísticos, como responsabilidade e ética. A maioria ainda é

cautelosa ao utilizar a tecnologia em tarefas mais sofisticadas, como a análise de dados.

A adoção da inteligência artificial nas redações, segundo a pesquisa, varia entre países. Os autores se

debruçaram sobre três deles: Brasil, Índia e Reino Unido. Jornalistas científicos britânicos mostraram certa resistência

ao uso avançado das ferramentas, enquanto brasileiros e indianos indicaram ser mais flexíveis. Uma particularidade

dos brasileiros é que adotam amplamente as ferramentas para traduzir textos e apoiar a escrita em um segundo

idioma. Entre os benefícios propiciados pela IA, os entrevistados destacam o aumento da eficiência e o acesso

facilitado à informação e, entre os perigos, a possibilidade de disseminar desinformação e a eliminação de postos de

trabalho, que são cada vez mais escassos no jornalismo.

Mônica Manir. A armadilha das alucinações. In: Revista Pesquisa Fapesp, 21/4/2026. Internet: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-armadilha-das-alucinacoes/ (adaptado)

Quanto à tipologia, o texto é predominantemente
 

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Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRBM-5
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Texto para a questão.

Um caso constrangedor envolvendo o veterano jornalista belga Peter Vandermeersh ilustrou os perigos

associados ao uso indiscriminado de ferramentas de inteligência artificial (IA) na produção de conteúdo jornalístico.

Chefe das operações irlandesas do Mediahuis, um dos principais grupos de mídia na Europa, ele foi suspenso de suas

funções em março após uma investigação interna constatar que incorporou a seus textos falsas declarações entre

aspas atribuídas a especialistas, que foram geradas erroneamente por programas como ChatGPT, Perplexity e Google

NotebookLM.

Dezenas de declarações presentes em 15 textos publicados por Vandermeersh não correspondiam a fontes

verificáveis e sete fontes citadas nos artigos negaram veementemente ter proferido aquelas palavras. “Existem

citações que não podem ser encontradas nas publicações das quais Vandermeersch afirma tê-las obtido, como

estudos científicos e notícias”, informou o jornal NRC (do qual Vandermeersch já foi editor-chefe), responsável pela

investigação. O jornalista reconheceu os equívocos e afirmou ter caído na “armadilha das alucinações”, termo usado

para descrever erros gerados por IA, ao confiar excessivamente nas ferramentas sem verificar o conteúdo replicado.

“Perdi muitos minutos do meu tempo procurando onde eu poderia ter dito alguma besteira sobre

‘conhecimento imersivo’”, queixou-se Emily Bell, diretora do Centro Tow de Jornalismo Digital da Universidade

Columbia, nos Estados Unidos, uma das vítimas das alucinações disseminadas por Vandermeersh. Usando

ferramentas de IA do Google, Bell encontrou frases muito semelhantes em um discurso feito por outra pessoa. Seu

nome também foi mencionado nesse discurso, mas em outro contexto, o que pode ser a origem da alucinação. O

episódio evidencia um paradoxo da IA generativa: a tecnologia é capaz de produzir textos verossímeis, mas não há

garantia de que sejam verdadeiros. Isso coloca em xeque princípios fundamentais do jornalismo profissional, como

a verificação e a precisão dos fatos transmitidos ao público.

O tema tem sido abordado em estudos que investigam como jornalistas que cobrem assuntos científicos estão

lidando com a incorporação da IA em suas rotinas de trabalho. Um artigo publicado em dezembro no Sage Journals

por seis pesquisadores da área de comunicação evidenciou uma ampla adoção das ferramentas de IA por repórteres

especializados em ciência em tarefas corriqueiras, como transcrição de gravações e apoio à escrita. Nas entrevistas

com os profissionais de imprensa, também foram relatadas preocupações com a confiabilidade das informações e

com a compatibilidade do uso de IA com valores jornalísticos, como responsabilidade e ética. A maioria ainda é

cautelosa ao utilizar a tecnologia em tarefas mais sofisticadas, como a análise de dados.

A adoção da inteligência artificial nas redações, segundo a pesquisa, varia entre países. Os autores se

debruçaram sobre três deles: Brasil, Índia e Reino Unido. Jornalistas científicos britânicos mostraram certa resistência

ao uso avançado das ferramentas, enquanto brasileiros e indianos indicaram ser mais flexíveis. Uma particularidade

dos brasileiros é que adotam amplamente as ferramentas para traduzir textos e apoiar a escrita em um segundo

idioma. Entre os benefícios propiciados pela IA, os entrevistados destacam o aumento da eficiência e o acesso

facilitado à informação e, entre os perigos, a possibilidade de disseminar desinformação e a eliminação de postos de

trabalho, que são cada vez mais escassos no jornalismo.

Mônica Manir. A armadilha das alucinações. In: Revista Pesquisa Fapesp, 21/4/2026. Internet: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-armadilha-das-alucinacoes/ (adaptado)

É facultativo o emprego da vírgula após
 

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Um caso constrangedor envolvendo o veterano jornalista belga Peter Vandermeersh ilustrou os perigos

associados ao uso indiscriminado de ferramentas de inteligência artificial (IA) na produção de conteúdo jornalístico.

Chefe das operações irlandesas do Mediahuis, um dos principais grupos de mídia na Europa, ele foi suspenso de suas

funções em março após uma investigação interna constatar que incorporou a seus textos falsas declarações entre

aspas atribuídas a especialistas, que foram geradas erroneamente por programas como ChatGPT, Perplexity e Google

NotebookLM.

Dezenas de declarações presentes em 15 textos publicados por Vandermeersh não correspondiam a fontes

verificáveis e sete fontes citadas nos artigos negaram veementemente ter proferido aquelas palavras. “Existem

citações que não podem ser encontradas nas publicações das quais Vandermeersch afirma tê-las obtido, como

estudos científicos e notícias”, informou o jornal NRC (do qual Vandermeersch já foi editor-chefe), responsável pela

investigação. O jornalista reconheceu os equívocos e afirmou ter caído na “armadilha das alucinações”, termo usado

para descrever erros gerados por IA, ao confiar excessivamente nas ferramentas sem verificar o conteúdo replicado.

“Perdi muitos minutos do meu tempo procurando onde eu poderia ter dito alguma besteira sobre

‘conhecimento imersivo’”, queixou-se Emily Bell, diretora do Centro Tow de Jornalismo Digital da Universidade

Columbia, nos Estados Unidos, uma das vítimas das alucinações disseminadas por Vandermeersh. Usando

ferramentas de IA do Google, Bell encontrou frases muito semelhantes em um discurso feito por outra pessoa. Seu

nome também foi mencionado nesse discurso, mas em outro contexto, o que pode ser a origem da alucinação. O

episódio evidencia um paradoxo da IA generativa: a tecnologia é capaz de produzir textos verossímeis, mas não há

garantia de que sejam verdadeiros. Isso coloca em xeque princípios fundamentais do jornalismo profissional, como

a verificação e a precisão dos fatos transmitidos ao público.

O tema tem sido abordado em estudos que investigam como jornalistas que cobrem assuntos científicos estão

lidando com a incorporação da IA em suas rotinas de trabalho. Um artigo publicado em dezembro no Sage Journals

por seis pesquisadores da área de comunicação evidenciou uma ampla adoção das ferramentas de IA por repórteres

especializados em ciência em tarefas corriqueiras, como transcrição de gravações e apoio à escrita. Nas entrevistas

com os profissionais de imprensa, também foram relatadas preocupações com a confiabilidade das informações e

com a compatibilidade do uso de IA com valores jornalísticos, como responsabilidade e ética. A maioria ainda é

cautelosa ao utilizar a tecnologia em tarefas mais sofisticadas, como a análise de dados.

A adoção da inteligência artificial nas redações, segundo a pesquisa, varia entre países. Os autores se

debruçaram sobre três deles: Brasil, Índia e Reino Unido. Jornalistas científicos britânicos mostraram certa resistência

ao uso avançado das ferramentas, enquanto brasileiros e indianos indicaram ser mais flexíveis. Uma particularidade

dos brasileiros é que adotam amplamente as ferramentas para traduzir textos e apoiar a escrita em um segundo

idioma. Entre os benefícios propiciados pela IA, os entrevistados destacam o aumento da eficiência e o acesso

facilitado à informação e, entre os perigos, a possibilidade de disseminar desinformação e a eliminação de postos de

trabalho, que são cada vez mais escassos no jornalismo.

Mônica Manir. A armadilha das alucinações. In: Revista Pesquisa Fapesp, 21/4/2026. Internet: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-armadilha-das-alucinacoes/ (adaptado)

A respeito das relações de concordância estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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