Foram encontradas 60 questões.
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), assinale a alternativa que
apresenta característica adequada à redação oficial.
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Assinale a alternativa em que a colocação do pronome átono está CORRETAMENTE empregado.
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Assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está CORRETO, de acordo com a
norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está CORRETO, conforme a norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabelece relação de coordenação adversativa
entre as orações.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?
O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde
mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento
psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais
presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas
demandas dentro e fora do trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno
ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional
intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos
principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.
Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de
fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funções domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de
reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e
desigualdade salarial", explica.
A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da
Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a
desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as
mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas,
contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas,
pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o
impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista,
existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres
continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares.
Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa,
o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação
de esgotamento", explica.
[...]
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?
O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde
mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento
psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais
presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas
demandas dentro e fora do trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno
ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional
intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos
principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.
Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de
fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funções domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de
reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e
desigualdade salarial", explica.
A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da
Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a
desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as
mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas,
contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas,
pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o
impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista,
existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres
continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares.
Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa,
o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação
de esgotamento", explica.
[...]
"A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário."
Sobre as classes de palavras presentes nesse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?
O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde
mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento
psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais
presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas
demandas dentro e fora do trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno
ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional
intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos
principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.
Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de
fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funções domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de
reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e
desigualdade salarial", explica.
A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da
Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a
desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as
mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas,
contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas,
pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o
impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista,
existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres
continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares.
Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa,
o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação
de esgotamento", explica.
[...]
I. No trecho "Esse fenômeno é frequentemente descrito como 'dupla jornada", o pronome demonstrativo "esse" retoma a ideia anteriormente mencionada de acúmulo de responsabilidades profissionais e domésticas.
II. No trecho "Quando essa carga se soma a metas agressivas... ", a expressão "essa carga" estabelece referência às horas dedicadas pelas mulheres às tarefas domésticas e de cuidado.
III.A conjunção "quando", no trecho citado anteriormente, estabelece relação semântica de causa entre as orações.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?
O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde
mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento
psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais
presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas
demandas dentro e fora do trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno
ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional
intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos
principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.
Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de
fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funções domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de
reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e
desigualdade salarial", explica.
A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da
Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a
desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as
mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas,
contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas,
pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o
impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista,
existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres
continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares.
Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa,
o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação
de esgotamento", explica.
[...]
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?
O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde
mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento
psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais
presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas
demandas dentro e fora do trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno
ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional
intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos
principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.
Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de
fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funções domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de
reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e
desigualdade salarial", explica.
A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da
Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a
desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as
mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas,
contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas,
pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o
impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista,
existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres
continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares.
Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa,
o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação
de esgotamento", explica.
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