Foram encontradas 40 questões.
Em uma pesquisa com 120 pessoas, cada participante
escolheu apenas uma franquia como preferida: “Alien”
ou “Predador”. Sabe-se que 68 dos entrevistados eram
homens, 74 pessoas escolheram “Alien” e 26 homens
escolheram “Predador”.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o número de mulheres que escolheram “Alien”.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o número de mulheres que escolheram “Alien”.
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João mediu, durante 15 dias, a altura de um pé de feijão.
Ele observou que, ao final do 4º dia, o pé de feijão media
14 cm e, ao final do 10º dia, media 32 cm.
Com base nessa situação hipotética e considerando-se que as alturas registradas ao final de cada dia formam uma progressão aritmética, assinale a opção que apresenta a altura do pé de feijão no último dia de medição.
Com base nessa situação hipotética e considerando-se que as alturas registradas ao final de cada dia formam uma progressão aritmética, assinale a opção que apresenta a altura do pé de feijão no último dia de medição.
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Júlio completou uma meia maratona de 21 km em 1 hora e
45 minutos.
Com base nessa situação hipotética e supondo-se que ele tenha mantido velocidade constante durante toda a corrida, assinale a opção que apresenta a distância percorrida por Júlio nos primeiros 42 minutos.
Com base nessa situação hipotética e supondo-se que ele tenha mantido velocidade constante durante toda a corrida, assinale a opção que apresenta a distância percorrida por Júlio nos primeiros 42 minutos.
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O professor André passou uma lista com 30 questões de
exercícios para uma turma de 20 alunos. A quantidade de
questões resolvidas por cada aluno, registrada em ordem
aleatória, foi: 30; 18; 22; 15; 21; 25; 17; 28; 19; 20; 23; 16;
21; 24; 14; 26; 18; 22; 29; e 20.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a mediana da quantidade de questões resolvidas pelos alunos.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta a mediana da quantidade de questões resolvidas pelos alunos.
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
Internet: <exame.com > (com adaptações).
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Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
Internet: <exame.com > (com adaptações).
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Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
Internet: <exame.com > (com adaptações).
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Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
Internet: <exame.com > (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
Internet: <exame.com > (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre
cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico,
pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas
para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a
revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca
disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que
existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela
decorre da necessidade de ordenar relações econômicas
complexas. O risco está quando essas normas perdem
contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para
conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as
normas se tornam obsoletas, convertem-se em obstáculo
ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender
da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser
justificada ou condenável. A função social da propriedade
é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em
locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações,
incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter
atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”,
orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional
ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de
resultados e a fiscalização deficiente funcionam como
vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de
princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante
que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir
a letra da lei; é preciso observar a boa-fé objetiva e
a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética.
A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a
segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais
e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas
distorção”, define Natália.
Natália
elencou
transparência
com
práticas
investidores
inegociáveis:
e
adquirentes,
cumprimento rigoroso das etapas de aprovação,
observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e
relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões
quotidianas.
O
setor
tem estrutura, arcabouço
legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma
cultura que coloque ética não como limite, mas como
vantagem competitiva.
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