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Toda a historiografia ocidental parte da primeira viagem do navegador Cristóvão Colombo entre o porto de Palos, na região da Andaluzia, na Espanha, e a “Isla de Guanahaní” (atual Bahamas), onde sua frota desembarcou na manhã do dia 12 de outubro de 1492, para contar sobre o primeiro encontro entre aqueles que já habitavam as ilhas do Caribe e exploradores vindos de outras partes do planeta.
Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter
chegado ao continente sete décadas antes de Colombo.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
O trecho introduzido pela preposição “para” expressa a finalidade com que a frota de Cristóvão Colombo desembarcou em 1492 na chamada Isla de Guanahaní.
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Toda a historiografia ocidental parte da primeira viagem do navegador Cristóvão Colombo entre o porto de Palos, na região da Andaluzia, na Espanha, e a “Isla de Guanahaní” (atual Bahamas), onde sua frota desembarcou na manhã do dia 12 de outubro de 1492, para contar sobre o primeiro encontro entre aqueles que já habitavam as ilhas do Caribe e exploradores vindos de outras partes do planeta.
Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter
chegado ao continente sete décadas antes de Colombo.
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A palavra “discussão” poderia ser substituída por discursão, pois ambas as grafias são corretas e têm o mesmo significado.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter
chegado ao continente sete décadas antes de Colombo.
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A correção gramatical e os sentidos do texto seriam preservados se o termo “vindos” fosse substituído pela expressão que vinham.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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chegado ao continente sete décadas antes de Colombo.
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A conjunção “portanto” introduz uma conclusão no período em que aparece.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
Por ser considerado impessoal, o verbo “haviam” poderia ser substituído por havia, sem prejuízo da correção gramatical do texto.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
Devido à variada regência do substantivo “encontro”, a substituição da preposição “entre” pela preposição com manteria os sentidos originais e a correção gramatical do texto.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, a narrativa de que os europeus descobriram a América até hoje é a prevalecente.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.
Com o emprego das aspas em ‘descoberta’, o autor relativiza o sentido dessa palavra.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.
No último parágrafo do texto, o emprego do futuro do pretérito no primeiro e no segundo período, como nas locuções “teriam cruzado” e “teria levado”, indica que se trata de conjecturas.
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Aquele contato inédito marcou o início de toda a história da invasão europeia e da posterior colonização dos territórios e povos existentes deste lado do globo e se tornou também o marco inaugural de uma narrativa hegemônica até hoje em torno de uma “descoberta” da América pela Europa.
Há quase duas décadas, no entanto, uma história alternativa da “descoberta” das Américas se espalhou: a de que frotas encabeçadas por dois almirantes chineses, Zhou Man e Hong Bao, haviam navegado da África até a foz do Rio Orenoco, na atual Venezuela, descendo depois por toda a costa do continente até o Estreito de Magalhães, ao sul da América do Sul, ainda no ano de 1421 — portanto, 71 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo. Eles tinham sido treinados e eram liderados pelo grande navegador chinês daquela época Zheng He.
Apesar da tese ser fortemente criticada por alguns historiadores, pelo trato pouco ortodoxo das provas históricas, a discussão permanece em aberto entre especialistas do mundo todo. Alguns deles afirmam hoje que, ainda que os chineses não tenham, de fato, navegado pela costa americana antes de Colombo, é possível dizer que eles reuniam meios para fazê-lo.
Nessas viagens ausentes dos registros oficiais, os navios liderados por Zheng He teriam cruzado o Cabo da Boa Esperança antes de Bartolomeu Dias, passado por Cabo Verde, na África, pelas ilhas dos Açores, hoje território português, pelas Bahamas e pelas Malvinas. Ele teria até mesmo estabelecido algumas colônias onde hoje são a Austrália, a Nova Zelândia, a Califórnia, a ilha de Porto Rico e o México — para onde teria levado os primeiros cavalos. Além disso, supostamente essas colônias foram pioneiras no cultivo de galinhas na América do Sul e na criação de um comércio internacional de diamantes encontrados na Amazônia.
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Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.
A palavra “hegemônica” significa o mesmo que falsa.
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